12 evidências que refutam a evolução dos pássaros

Muitas pessoas acreditam que os dinossauros ainda existem nos dias de hoje, e não só as pessoas que pesquisaram o Mokele-mbembe (o saurópode do Congo) ou o monstro do Lado Ness (que já foi descrito como um plesiossauro da Escócia). Os cientistas crentes na teoria da evolução pensam que os dinossauros ainda se encontram vivos hoje em dia, mas que a única diferença é que eles são chamados de aves.

A ciência é uma área que lida com tópicos que podemos estudar, observar e testar. Nunca foi visto um dinossauro (ou qualquer outro animal) a evoluir para um pássaro. uma vez que não podemos observar o proceso hoje em dia, temos que abandonar o campo da ciência e entrar na mais liberal arte forense. O cientista forense irá usar objectos que se podem testar, estudar e observar no presente como forma de confirmar ou refutar a sua hipótese em relação ao que aconteceu no passado.

1. Estrutura do quadril.

Com dois tipos de quadris de dinossauros (saurichia ou ornithischia) nenhum deles está suficientemente perto do quadril das áves modernas de modo a que este quadril possa ser explicado através de pequenas modificações evolutivas. O quadril dos dinossauros terópodes (aqueles que têm dois grandes pés e duas pequenas mãos e que supostamente evoluíram para pássaros) é menos semelhante com o quadril duma ave do que com o quadril das famílias de dinossauro maiores que andam com os quatro membros sobre o chão; devido a isto, é de certa forma irónico que eles ainda considerem os dinossauros terópodes como “lagartos com quadril”.

A pélvis dos “pássaros com quadril” tem o osso púbis direccionado para a retaguarda enquanto que a pélvis dos “lagartos com quadril” tem o púbis virado para frente. Não só as mudanças na estrutura óssea seriam detrimentais para a estabilidade, mas este tipo de modificação teria que ocorrer múltiplas vezes nos “ornithischians” (Ornithopods), nos therizinosauróides (Segnosaurus), e nos dromaeosauridos (Velociraptor) visto que eles teriam que ter evoluído essa estrutura em alturas distintas. OS cientistas nunca observaram uma estrutura quadril modificar-se de “quadril de pássaro” para “quadril de réptil”.

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2. Joelho e tornozelo

À primeira vista, podem notar que os joelhos dos dinossauros estão virados para frente como os nossos, ao mesmo tempo que os joelhos das aves estão voltados para trás. Mas se olharem para o esqueleto dos pássaros, irão notar que o joelho não está visivel e a junção que se dobra quando a ave corre é o tornozelo. Embora seja difícil explicar o porquê dum pássado evoluir um osso do pé longo e rígido, e ter um tornozelo tão elevado, os problemas são muitos mais fisiológicos.

A parte traseira dos pássaros está cheia de bolsas de ar que são vitais para o seu sistema de respiração. Os ossos da coxa dos pássaros estão fixos de modo a suportar as bolsas de ar (algo que não acontece com os dinossauros e nem com os humanos quando estes correm). O motivo pelo qual os pássaros são “corredores de tornozelo” em vez de “corredores de joelho”, é devido ao facto de que, se o fémur das aves se mover enquanto elas correm, as suas bolsas de ar entram em colapso.

Estes sistemas nunca poderiam evoluir de forma independente; ambos teriam que estar presente desde o primeiro momento como forma de garantir a sobrevivência dos pássaros. Os cientistas nunca observaram um animal a deixar de ser um “corredor de joelho” e passar a ser um “corredor de tornozelo”.

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3. Os dígitos dos dedos.

Os seres humanos têm cinco dedos digitais catalogados de polegar (I), indicador (II), médio (III), anelar (IV) e mínimo (V). Uma vez que a maior parte dos animais têm um design comum, eles partilham também estruturas do braço/pulso/mão comuns. Algumas pessoas que acreditam na teoria da evolução atribuem esta semalhança a um ancestral comum, e devido a isso, identificam os dedos das mãos dos dinossauros e dos pássaros usando os mesmos números do I ao V.

Isto torna-se num problema para os evolucionistas visto que as observações feitas ao desenvolmento digital demonstrou que as aves têm os dígitos II (indicador), III (médio) e IV (anelar), enquanto que as evidências fósseis indicam que os dinossauros tinham os dígitos I (polegar), II (indicador) e III (médio). Se os dinossauros realmente evoluíram para pássaros, então a mão do dinossauro teria que ter evoluído um quarto dígito e ter perdido o primeiro dígito. Visto que o número do dígito é determinado pelo local onde ele está colocado no pulso, outros evolucionistas sugeriram que os ossos foram adicionados a um dedo e removido de outro dedo embora ainda esteja ligado ao mesmo local no pulso. Os cientistas nunca observaram um dedo a mudar de posição no pulso.

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4. Ossos ocos

Os pássaros, ao contrário dos dinossaros, têm ossos ocos que contém travessas e treliças. Este design fornece força extra e um peso mais leve, semelhante ao que nós usamos nas casas e nas pontes. Este tipo de características genéticas não podem evoluir como consequência de alterações ambientais ou de necessidade. Os cientistas nunca observaram ossos preenchidos com medula a evoluírem para ossos com treliças.

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5. Metabolismo.

A maior partes dos répteis tais como o Dragão de Komodo são muito letárgicos e têm um metabolismo totalmente diferente do metabolismo dos pássaros. Por sua vez, a Limosa com cauda listrada é um pássaro que anualmente faz uma viagem de 15,000 milhas do Alasca para o Hawaii, para a Nova Zelândia, para a China, e de volta para o Alasca. O metabolismo é usado em muitas reacções químicas do corpo, e elas têm que ocorrer ao mesmo tempo.

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6. Termorregulação

Os répteis de “sangue frio” regulam a temperatura do seu corpo de maneiras bem diferentes que os pássaros e os mamíferos de “sangue quente”. Os animais de “sangue quente” ou endotérmicos mantêm uma temperatura corporal constante regulando automaticamente o seu metabolismo. Os animais de “sangue frio” ou ectotérmicos usam fontes de calor externas para regular a sua temperatura corporal. O processo de regulação de temperatura é embutido no ADN das criaturas muito antes delas nascerem, e elas não têm o poder para o modificar. Os cientistas nunca observaram um animal ectotérmico a evoluir para um animal endotérmico (ou vive-versa).

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7. Tamanho

A maior parte dos pássaros têm menos de 70 centímeros de tamanho ao mesmo tempo que vários dinossauros encontrados têm mais de 30 metros comprimento. Uma vez que os répteis nunca param de crescer, é bem provável que os seus tamanhos enormes se prendam com o facto deles viverem durante centenas de anos. A Bíblia revela que não era fora do comum as pessoas viverem até aos 900 anos antes do Dilúvio.

O ADN contém toda a informação necessária para produzir animais grandes e animais pequenos. Os cães podem variar entre um Chihuahua com 27cm até ao Great Dane, que pode atingir 1,80m de altura, mas nenhum tipo de cruzamento genético pode permitir que se crie um cão com 30 metros de comprimento. Os cientistas nunca observaram alterações no ADN que causem que os animais tenham uma alteração tão drástica do seu tamanho.

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8. Esterno ajoelhado

Os pássaros têm uma fúrcula ou “wishbone” que inclui um osso de esterno ajoelhado. Todos os pássaros que voam têm um esterno ajoelhado, crucial para o vôo, onde os músculos se ligam. Os cientistas nunca observaram um animal sem um esterno ajoelhado a desenvolver um, e a gerar os músculos certos para se conectarem a ele.

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9. Escamas e penas.

As escamas nos répteis não são nada como as penas dos pássaros. A pena é uma plumagem complicada que só é encontrada nos pássaros. As penas desenvolvem-se a partir dum folículo parecido com o cabelo e têm uma haste que têm as farpas a estenderem-se a partir dele; essas farpas têm bárbulas e essas bárbulas têm ganchos. Esses ganchos agem tal como Velcro microscópico que está construído com a mesma curvatura de modo a enganchar-se nas bárbulas vizinhas.

As escamas são apenas dobras e bolsos na pele e eles não crescem a partir dum fólico. O motivo pelo qual a cobra é capaz de mudar a sua pele duma só vez prende-se com o facto das escamas estarem todas ligadas umas às outras. Isto é totalmente diferente do que acontece com as penas ou com o cabelo.

As penas e as escamas são ambas feitas com ceratina mas isso não explica as suas estruturas e o seu design completamente diferente. As conchas, as garras, os bicos, e os espinhos do porco-espinho são todos feitos com ceratina, mas não porque têm um parente comum, mas sim porque a ceratina está muito bem construída e ajustada para os mais variados propósitos.

Algumas notícias dizem que os dinossauros tinham proto-penas, algo baseado em fósseis com linhas encontradas nas extremidades da pele. Mas as proto-penas não são de maneira nenhuma semalhantes às penas, e muito provavelmente são só fibras de colagénio desgastadas que se originaram de dentro das células – e não fóliculos presentes no lado de fora da pele.

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10. Glândula alisadora

Os pássaros têm uma glândula uropigial, ou glândula alisadora, na base da sua espinha que segrega óleo. As áves giram as suas cabeças 180 graus e usam os seus bicos para esfregar o óleo de alisar nas suas penas. Sem este tipo de lubrificação, as penas dos pássaros não operam de forma correcta. Os dinossauros não têm uma glândula uropigial, e os cientistas nunca observaram um animal a evoluir tal glândula, nem a evoluir, ao mesmo tempo. a habilidade para girar a sua cabeça 180 graus para aceder a parte inferior da espinha.

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11. Fósseis de pássaros modernos.

Para que os dinossauros tenham evoluído para pássaros, é necessário que os dinossaros tenham aparecido primeiro; mas o que nós encontramos são fósseis de pássaros modernos em camadas inferiores aos seus supostos ancestrais reptilíneos. Confuciusornis feducciai e Confuciusornis sanctus são apenas alguns exemplos de pássaros modernos encontrados no Período Cretáceo Inferior.

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12. Archaeopteryx

O fóssil de Archaeopteryx é considerado por alguns como um fóssil transicional entre os répteis e os pássaros devido ao facto dele ter dentes e garras; no entanto, o Archaeopteryx é considerado como uma áve verdadeira. Para além disso, sabe-se de outras áves que têm garras (tais como a avestruz e as ciganas [hoatzin] quando são pequenas). Por outro lado, já foram documentados casos de áves Hesperornis contendo dentes.

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Conclusão:

Devido a isto, só nos resta perguntar: será mesmo que os dinossauros evoluíram para pássaros? Claramente não; os pássaros vieram primeiro, e depois foram criados os dinossauros. Para além disso, não há qualquer tipo de evidência científica de que um réptil pode, depois de “milhões de anos”, mudar por completo a sua biologia e fisiologia e passar a ser um pássaro. O que a ciência claramente revela é que os animais reproduzem-se segundo a sua espécie, exactamente o que Génesis diz.

Génesis 1
E disse Deus: Produzam as águas abundantemente répteis de alma vivente; e voem as aves sobre a face da expansão dos céus. . . . E foi a tarde e a manhã, o dia quinto. (Gén 1:20,23)

E disse Deus: Produza a terra alma vivente conforme a sua espécie; gado, e répteis e feras da terra conforme a sua espécie; e assim foi…. E viu Deus tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom; e foi a tarde e a manhã, o dia sexto. (1:24,31)

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5 fontes não-Cristãs que confirmam a crucificação do Senhor Jesus

Crucificação_MaoA morte do Senhor Jesus através da crucificação é um evento histórico. Para além dos relatos contidos nos Evangelhos, este facto é mencionado de passagem em pelo menos 5 fontes não-Cristãs do mundo antigo:

1. Josefo, historiador Judeu, escreveu:

Quando Pilatos, após ouvir a acusação feita contra [E]le por parte dos homens de maior estatuto entre nós, [O] condenou à crucificação…” [1]

2. Tácito, historiador Romano, escreveu:

Nero atribui as culpas (pelo incêndio em Roma), e infligiu as torturas mais requintadas, a uma classe odiada pelas suas abominações, chamada pela população de “Cristãos”. Christus, de [Q]uem teve origem o nome, sofreu a penalidade extrema durante o reinado de Tibério pela mão de um dos procuradores, Pôncio Pilatos. [2]

3. Luciano de Samosata, sátiro Grego, escreveu:

Fica sabendo que, até aos dias de hoje, os Cristãos adoram um [H]omem, a [P]ersonagem [D]istinta que ensinou os seus novos ritos, e foi [C]rucificado por causa disso. [3]

4. Mara Bar-Serapion, a filósofo Sírio, escreveu:

Que vantagem obtiveram os Judeus ao assassinarem o seu Sábio Rei, vendo que desde essa altura o seu reinado foi-lhes retirado? [4]

5. O Talmude, texto rabínico Judaico, inclui esta reportagem:

 Na véspera da Passagem, Yeshu foi enforcado pendurado. [5]

Cruz_BrilhanteJesus-está-vivo
[1] Josefo, “Antiquities”, 18.63-64.
[2] Cornelius Tacitus, “The Annals” 15.44.
[3] Luciano de Samosata, “The Death of Peregrine” 11-13.
[4] Jesus de Nazaré é chamado de “Sábio Rei” por Josefo em “Antiquities” 18.3.3 §63-64.
[5] Talmud, Sanhedrin 43a. Yeshu é “Joshua” em Hebraico, o equivalente a Iesous em Grego ou “Jesus” em inglês e português. Ser enforcado na árvore pendurado no madeiro era a forma através da qual os Judeus falavam da crucificação. (Lucas 23:39 e Gálatas 3:13).
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A Historicidade das Pragas do Egipto

Por Simcha Jacobovici

Existe actualmente uma nova tradução dum antigo monumento Egípcio conhecido como “Stela” que foi recentemente publicado pelo “Journal of Near Eastern Studies” pelos professores Robert Ritner e Nadine Moeller (do “Oriental Institute” da Universidade de Chicago). Basicamente, a tradução faz uma ligação entre o Faraó Ahmose (18ª Dinastia/Novo Reino) com a erupção do vulcão Thera/Santorini.

No passado, os estudiosos alegavam que Ahmose e Thera estavam separados por mais de 100 anos, mas a nova tradução prova que eles eram contemporâneos – isto é, Ahmose testemunhou os efeitos de uma das mais mortíferas erupções vulcânicas da história da humanidade. Isto ajuda e muito em fazer uma ligação entre Thera, Ahmose e o Êxodo Bíblico.

Ahmose_Storm_StelaNo meu documentário de 2000 intitulado “The Exodus Decoded” ["Descodificando o Êxodo"], eu disse que a chave para se encontrarem evidências arqueológicas do Êxodo Bíblico era o assim-chamado “Tempest Stela” do Faraó Ahmose. O “Tempest Stela”, também conhecido como “Storm Stela”, foi encontrado por partes entre 1947 e 1952 na 3ª pylon/torre num tempo de Karnak no Tebes antigo (Alto Egipto). Ele é um texto único em linhas horizontais, copiado em ambos os lados dum bloco calcite que se estima que, de pé, atingiu 1,80m de altura. Da última vez que verifiquei, os fragmentos do “Ahmose Stela” encontravam-se numa caixa, perdidos nas entranhas do museu do Cairo. Mas os hieroglífos têm estado disponíveis há já algum tempo, e foram re-traduzidos por Ritner e Moeller.

O que é que eles descrevem?

O texto fala de uma tremenda tempestade que envolveu o alto e o baixo Egipto, e que essa tempestade revelava a “ira” do “grande Deus”. Note-se que fala de “Deus” no singular. Para além disso, o texto diz também que este Deus era “Maior” que os “deuses” do Egipto. Segundo o Storm Stela, a tempestade mergulhou o Egipto na “escuridão” total por um período de vários dias. Esta escuridão era anormal porque tornou impossível que fosse acesa até um tocha:

Nenhuma tocha pôde ser acendida nas duas terras.

Os acontecimentos que se seguiram à inundação foram tais que os templos dos deuses foram inundados, os telhados entraram em colapso, e os lugares santos “tiveram que ser declarados não-existentes“. O Nilo estava literalmente cheio de corpos humanos, “flutuando” como “pedaços” de papiro na água. Segundo Stela, “todas as casas” foram afectadas e todo o evento “espantoso” foi acompanhado das “vozes” mais barulhentas que alguma vez alguém tinha ouvido no Egipto.

Compare-se isto com a descrição do Êxodo Bíblico, das pragas de gelo e trevas que precederam o fim da escravatura dos Hebreus no Egipto, liderados por Moisés. Segundo a Bíblia, a 9ª praga foi a “Escuridão” (Êxodo 10:21) mas esta não era uma escuridão normal visto que ela era “palpável” e durou 3 dias. Nenhuma tocha poderia ser acendida. De facto, pessoas sentadas lado a lado “não se conseguiam ver uma a outra“. O Texto Bíblico declara também que a 7ª praga de “saraiva” foi acompanhada por “vozes” (Êxodo 9:29) e que o “terror apoderou-se dos habitantes do Ageu” (Êxodo 15:14), isto é, a área de Thera/Santorini. Basicamente, a “Ahmose Storm Stela” e o Torah/a Bíblia estão a descrever o mesmo evento.

Até hoje, os estudiosos tentaram minimizar a importância da “Storm Stela”, comparando isso a uma inundação normal do Nilo, ou minimizando os eventos espantosos descritos nela como “metáforas”. Mas o novo estudo de Ritner e Moerller coloca um ponto final nesse assunto. Os autores são inequívocos ao afirmar que Stela descreve um evento real, e que é um registo contemporâneo dos eventos cataclismicos de Thera..

O que eles deixam de parte é que o Faraó Ahmose governou o Egipto durante o tempo da assim-chamada expulsão dos “Hyksos”; este foi um êxodo em massa de um povo “asiático” ou “semita” que o historiador Egípcio, Manetho (que viveu no século 3 AC) e historiador Judeu Josephus, que viveu no século 1 DC, identificam como sendo o Êxodo Bíblico. Por outras palavras, Ramsés II (o Faraó favorito dos estudiosos e de Hollywood) não foi o Faraó do Êxodo, mas sim Ahmose.

Mais ainda, o que os historiadores chamam de “a expulsão dos Hyksos”, e os vulcanólogos chamam de “a erupção de Thera”, e o Torah chama de “Êxodo”, são todos o mesmo evento. Até hoje os cépticos alegavam que estes eventos não eram contemporâneos, mas os estudos mais recentes demonstram que a ciência conseguiu sincronizar Ahmose e Thera para menos de 25 anos.

É hora de admitir que há uma riqueza enorme de evidências arqueológical em favor do Êxodo Bíblico; é só uma questão de se saber onde procurar.

* * * * * * * *
Mais uma vez se vê que quando a Palavra de Deus, a Bíblia Sagrada, reporta eventos históricos (tais como a criação em seis dias normais, a co-existência entre humanos e dinossauros, o Dilúvio de Noé, a Ressurreição, etc) como eventos reais, ela pode ser aceite sem qualquer tipo de reservas.

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5 evidências contra a origem da vida evolutiva

Por Duane Gish

Não havia testemunhas humanas quando a vida se originou, e não existem evidências físicas e geológicas para a sua origem. Falando sobre a hipotética origem da molécula auto-replicante, bem como da sua estrutura, Pross admitiu que “A resposta simples é que não sabemos, e podemos até nunca vir a saber.”(1) Depois disso, e em relação à questão da origem de tal molécula, Pross disse:

…. pode-se reconstruir burlescamente essa questão da seguinte forma: se assumirmos de modo efectivo uma mistura de reacção desconhecida, sob condições de reacção efectivamente desconhecidas, reagindo de forma a gerar produtos desconhecidos através de mecanismos desconhecidos, será que um produto particular com características específicas . . . . poderia ter sido incluída entre os produtos da reacção? (2)

Isto demonstra de forma clara o alcance do progresso que os evolucionistas fizeram rumo à solidificação dum cenário mecanicista e ateísta para a origem da vida, passado que está mais de meio século de pesquisas físicas, químicas e geológicas. É, no entanto, possível derivar factos que estabelecem para além de qualquer dúvida que a origem da vida evolutiva neste planeta teria sido impossível.

A origem da vida só pode ser o resultado da acção dum Agente externo, não-dependente das leis da natureza. Nós temos aqui espaço suficiente para descrever apenas algumas das barreiras intransponíveis para uma origem da vida evolutiva.

1. A ausência da atmosfera necessária

AtmosferaA nossa atmosfera actual consiste em 78% de nitrogénio (N2), 21% oxigénio molecular (O2) e 1% de outros gases tais como o dióxido de carbono (CO2), o argon (AR) e vapor de água (H2O). Uma atmosfera que contenha oxigénio seria fatal para todos os esquemas de origem da vida. Embora o oxigénio seja necessário para a vida, o oxigénio livre oxidaria e, desde logo, destruiria todas as moléculas orgânicas necessárias para a origem da vida. Devido a isto, apesar das inúmeras evidências de que a Terra sempre teve uma quantidade significativa de oxigénio livre na atmosfera,(3), os evolucionistas persistem em declarar que não havia oxigénio na atmosfera da Terra primordial. No entanto, isto seria também fatal para a versão evolutiva da origem da vida visto que se não existisse oxigénio, não existiria a camada protectora de ozono a rodear a Terra.

O ozono é produzido através da radiação proveniente do Sol sobre o oxigénio na atmosfera, convertendo o oxigénio diatómico (O2), que nós respiramos, para oxigénio triatómico (O3), que é o ozono. Logo, se não existisse oxigénio, não existiria o ozono. A mortífera e destrutiva luz ultravioleta proveniente do Sol iria atingir a superfície da Terra sem enfrentar qualquer tipo de impedimento, destruindo aquelas moléculas orgânicas necessárias para a vida – reduzindo-as a gases simples tais como o nitrogénio, o dióxido de carbono e água.

Portanto, os evolucionistas enfrentam um dilema sem solução: com a presença de oxigénio, a vida nunca poderia evoluir; sem o oxigénio, e sem o ozono, a vida nunca poderia evoluir ou existir.

2. Todas as formas de energia cruas são destrutivas.

A energia disponível na hipotética “Terra primitiva” consistia principalmente de radiação do Sol, com alguma energia proveniente de descargas eléctricas (trovões), e fontes de energia de menores dimensões tais como o decaimento radioactivo e o calor. O problema para a teoria da evolução é que as taxas de destruição das moléculas biológicas por todas as fontes de energia cruas excedem largamente as taxas de formação através de tais fontes energéticas. O único motivo pelo qual Stanley Miller foi bem sucedido em obter uma pequena quantidade de produtos na sua experiência foi o facto dele ter empregue uma separação como forma de isolar os seus produtos das fontes de energia.(4) Aqui os evolucionistas enfrentam dois problemas:

- Primeiro, não poderia existir algum tipo de separação na Terra primitiva.
- Segundo, a tal separação seria fatal para qualquer cenário evolutivo visto que mal os produtos são isolados, já não há mais qualquer tipo de progresso evolutivo visto que não há qualquer tipo de energia disponível.

No seu comentário à experiência de Miller, D. E. Hull declarou que “Estas vidas curtas para a decomposição na atmosfera ou nos oceanos claramente precluem a possibilidade duma acumulação de concentrações de compostos orgânicos através dos milhões de anos. . . . O físico-químico motivado pelos princípios confirmados da termodinâmica química e da cinética, não pode dar qualquer tipo de encorajamento ao bioquímico, que precisa um oceano cheio de compostos orgânicos para que até coacervates sem vida se formem.(5)”

3. Um cenário evolutivo para a origem da vida iria resultar numa confusão incrível.

ADN_02Imaginemos que, como defendem os evolucionistas, existiu uma forma através da qual moléculas orgânicas, biologicamente importantes, se formaram em quantidades suficientes na Terra primitiva. Uma confusão incrível iria se gerar: para além dos 20 aminoácidos distintos encontrados nas proteínas actuais, centenas de outros aminoácidos teriam sido produzidos. Para além da desoxirribose e da ribose, açúcares de cinco carbonos encontrados actualmente no ADN e no RNA, uma variedade de açúcares de cinco carbonos, quatro carbonos, seis carbonos e sete carbonos teriam sido produzidos. Para além das cinco purinas e pirimidinas encontradas actualmente no ADN e no RNA, uma grande variedade de outras purinas e pirimidinas teriam que ter existido.

Para além disso, e isto é algo significativo, os aminoácidos das proteínas actuais são exclusivamente canhotos, mas os aminoácidos da Terra primitiva haveriam de ter sido 50% canhotos e 50% dextros. Os açucares no ADN e no RNA são exclusivamente dextros, mas se eles tivessem existido, os açucares da Terra primitiva teriam sido 50% canhotos e 50% dextros. Se um só aminoácido dextro tivesse estado dentro da proteína, ou se uma proteína canhota tivesse estado dentro do ADN ou no RNA, toda a actividade biológica seria destruída, e não haveria qualquer mecanismo disponível na Terra primitiva que pudesse seleccionar aos componentes correctos.

Este facto por si só destrói por completo a teoria da evolução, e os evolucionistas têm batalhado com este dilema desde que ele foi reconhecido, e até hoje os evolucionistas ainda não ofereceram qualquer tipo de solução. Todas estas variedades haveriam de competir umas com as outras, e uma enorme variedade de outras moléculas orgânicas, incluindo aldeídos, cetonas, ácidos, aminas, lípidos, hidratos de carbono,etc, teriam que ter existido.

Se os evolucionistas realmente alegam que fazem simulações plausíveis das condições da Terra primitiva, porque é que eles não colocam os reagentes numa confusão total como a descrita em cima, e irradiam-na com luz ultravioleta, enviam choques com descargas eléctricas, ou aquecem-na para ver o que aconteceria? Eles não fazem isso porque sabem que não haveria a menor possibilidade de algo útil para o seu cenário evolutivo surgir. Em vez disso, eles escolhem cuidadosamente só os materiais iniciais que eles querem que produza aminoácidos ou açucares ou purinas, ou seja lá o que for, e criam condições ambientais improváveis que não existiriam na Terra primitiva. Depois disto, eles escrevem nos livros escolares e nos artigos científicos que tais moléculas biológicas teriam sido produzidas em quantidades abundantes na Terra primitiva.

4. As micro-moléculas não se combinam de modo espontâneo para formar macro-moléculas.

Diz-se que o ADN é o segredo da vida, mas o ADN não é o segredo da vida; a vida é que é o segredo do ADN. Os evolucionistas repetidamente alegam que a fase inicial da origem da vida foi a origem de moléculas de ADN ou RNA auto-replicantes. Não existem moléculas auto-replicantes, e nenhuma molécula deste tipo poderia algum dia existir. A formação de moléculas requer o input dum tipo específico de energia e um input constante de “tijolos de construção”. Para produzir a proteína, os tais “tijolos” são os aminoácidos e para os ADN e o RNA esses “tijolos” são os nucleotídeos (que são compostos por purinas, pirimidinas, açúcares, e ácido fosfórico.

ADN_04Se os aminoácidos são dissolvidos na água, eles não se unem espontaneamente para formar a proteína; elas precisam do input de energia. Se as proteínas são dissolvidas na água, os laços químicos entre os aminoácidos lentamente se destroem, libertando energia (diz-se que a proteína hidrolisa). O mesmo ocorre com oo ADN e com o RNA; para formar uma proteína num laboratório, depois de dissolver o aminoácido num solvente o químico acrescenta um material químico que contém fortes laços energéticos (identificados como reagente peptídeo). A energia deste químico é transferida para os aminoácidos, o que gera a energia necessária para formar os laços químicos entre os aminoácidos, e para libertar oo H e o OH para formar o H2O (água).

Isto só ocorre num laboratório químico ou nas células dum organismo vivo, e nunca poderia acontecer num oceano primitivo ou em qualquer parte da Terra primitiva. Quem ou o quê é que estaria por perto para disponibilizar um input regular da energia correcta? A energia cura perturbadora não funciona. Quem ou o quê é que estaria por perto para fornecer um input regular dos “tijolos de construção” apropriados e não apenas e só lixo?

Quando os evolucionistas falam de moléculas de ADN auto-replicantes, eles estão a falar duma fantasia.

5. O ADN não sobreviveria sem um mecanismo de reparação.

O ADN, tal como acontece com o RNA-mensageiro, o RNA de transferência, e o RNA ribossomal, pode ser destruído por uma variedade de agentes, incluindo a luz ultravioleta, espécies reactivas de oxigénio, agentes alquilantes, e pela água. Um artigo recente reportou que existem 130 genes humanos reparadores conhecidos e que mais serão encontrados. Os autores declararam:

A instabilidade do genoma [do ADN] causado por uma variedade de agentes danificadores de ADN teria sido um problema sobrepujante para as células e para os organismos se não fosse a reparação de ADN.(6)

ADN ReparaçãoNote-se que até a própria água é um agente danificador de ADN! Se o ADN de alguma forma evoluísse na Terra, ele teria sido dissolvido na água; logo, a água, bem como muitos outros agentes químicos, iriam dissolver o ADN, associando-se isto ao facto da luz ultra-violenta destruir o ADN muito mais rapidamente do que ele poderia alguma vez ser produzido através de qualquer processo imaginário. Se não fosse a existência dos genes reparadores, declara o artigo cirando em cima, o ADN não poderia sobreviver nem mesmo no protegido ambiente da célula. Como é que poderia o ADN, então, sobreviver sendo sujeito a ataques brutais por parte de agentes químicos e outros agentes que existiriam na hipotética Terra primitiva imaginada pelos evolucionistas?

Quais são os agentes celulares necessários para a reparação do ADN? Genes de ADN. Logo, o ADN é necessário para a sobrevivência do ADN, mas teria sido impossível os genes de reparação de ADN evoluírem sem que o ADN normal tivesse evoluído, e teria sido impossível o ADN evoluir sem que os genes de ADN reparadores tivessem evoluído. Temos aqui mais uma barreira intransponível para a teoria da evolução.

Para além disso, é ridículo imaginar como é que os genes reparadores de ADN poderiam ter evoluído, mesmo se já existisse uma célula. Os genes de ADN codificam as sequências de centenas de aminoácidos que constituem as proteínas que são os agentes envolvidos na reparação do ADN. O código dentro do ADN é traduzido para o RNA mensageiro (mRNA). O mRNA tem então que se deslocar e ser incorporado num ribossoma (que é feito de três RNAs ribossomais e 55 moléculas proteicas diferentes). Cada aminoácido tem que ser associado a um RNA de transferência específico para esse aminoácido, e essa associação requer uma enzima proteica específica para esse aminoácido e RNA de transferência.

Respondendo ao código no mRNA e utilizando os códigos dentro do RNA de transferência, o aminoácido apropriado, associado aos RNAs de transferência, são unidos à crescente corrente proteica de modo a prescrever o código do RNA mensageiro. Muitos enzimas são necessários durante o processo, bem como a energia apropriada.

Está é apenas uma pequena introdução da incrível complexidade da vida que se encontra até dentro das bactérias.

Quem não entende, por todas estas coisas, que a mão do Senhor fez isto?
Job 12:9

Referências

1. Pross, Addy. 2004. Causation and the origin of life. Metabolism or replication first? Origins of Life and Evolution of the Biospheres 34:308.
2. Ibid., 316.
3. Davidson, C. F. 1965. Geochemical aspects of atomospheric evolution. Proc. Nat. Acad. Sci. 53:1194; Brinkman, R. T., 1969. Dissociation of water vapor and evolution of oxygen in the terrestrial atmosphere. J. Geophys. Res., 74:5355; Clemmey, H., and N. Badham. 1982. Oxygen in the Precambrian atmosphere; an evaluation of the geological evidence. Geology 10:141; Dimroth, E., and M. M. Kimberley. 1976. Precambrian atmospheric oxygen: evidence in the sedimentary distributions of carbon, sulfur, uranium, and iron. Can. J. Earth Sci., 13:1161.
4. Miller, Stanley. 1953. A production of amino acids under possible primitive earth conditions. Science 117:528.
5. Hull, D. E. 1960. Thermodynamics and kinetics of spontaneous generation. Nature 186:693.
6. Wood, R. D., et al. 2001. Human DNA repair genes. Science 291:1284.

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De que forma é que o ADN refuta a teoria da evolução?

“NO PRINCÍPIO era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.”

ADN AzulUm problema grave para a teoria da evolução é a questão da origem da informação biológica.

O ex-professor de engenharia Werner Gitt estudou a essência da informação e o resultado das suas pesquisas é um modelo informativo no qual são definidos “cinco níveis de informação”.

Para a informação em código, na qual ocorrem os cinco níveis, podem ser formuladas deduções e conclusões de grande alcance.

Os cinco níveis de informação, segundo Werner Gitt

1. Estatística

Aqui se incluem questões estatísticas tais como o número de caracteres e o número de palavras num determinado texto.

2. Sintaxe

Entendem-se por “Sintaxe” todas as características estruturais da apresentação da informação (código), inclusive as regras para a combinação de caracteres e para a cadeia de caracteres (gramática e vocabulário).

3. Semântica

Este termo grego (semantikós = característico, aspecto significativo) refere-se ao significo de uma sequência de caracteres.

4. Pragmática

A transmissão da informação acontece com a intenção do emissor de provocar uma determinada reacção no receptor (grego: pragmatike = “arte de agir correctamente”: aspecto da acção).

5. Apobética

A informação é enviada com o fim de alcançar um determinado objectivo. Com isso atingimos o nível mais elevado, ou seja, a Apobética (aspecto do objecto, aspecto do resultado; grego: apobeinon = resultado, êxito, efeito).

Leis Naturais da Informação (LNI)

Para o domínio escrito, Werner Gitt estabelece dez “Leis Naturais da Informação” (LNI)

1ª LNI: Uma grandeza material não pode produzir uma grande imaterial.

Sabemos por experiência que uma macieira produz maçã e uma pereira produz pêras. Assim também, cavalos geram potros, vacas geram bezerros, e mulheres dão à luz bebés. Do mesmo modo deduzimos por observação que de uma grandeza exclusivamente material nunca poderá ser gerado algo imaterial.

2ª LNI: A Informação é uma grandeza imaterial fundamental

Na nossa realidade podem-se distinguir claramente grandezas materiais (matéria e grandezas a ela correlacionadas, tais como a energia, a quantidade de movimento, a electricidade) e grandezas imateriais (por exemplo, informação, consciência, inteligência, vontade).

3ª LNI: A informação é a base imaterial de todos os sistemas técnicos controlados por programas e de todos os sistemas biológicos.

Existem inúmeros sistemas que não dispõem de inteligência própria, mas podem transferir e armazenar informação ou controlar processos. Tais sistemas existem tanto no campo do inanimado (por exemplo, computadores em rede, controle de processos numa indústria química, serviços de lavagem de automóveis) quanto no campo do animado (processos controlados pela informação na célula, dança das abelhas).

4ª LNI: Não existe informação sem um código.

Sempre que se armazena, transmite e se processa informação, é necessário um sistema codificado.

5ª LNI: Todo o código é o resultado de um acto livre e deliberado.

A característica essencial dum símbolo codificado (carácter) é que houve um momento em que ele foi livremente definido, evento que ocorreu mediante o uso de inteligência.

6ª LNI: Não há informação nova sem um emissor inteligente dotado de vontade.

O processo de aparecimento de nova informação (ao contrário de informação copiada) pressupõe inteligência e livre arbítrio.

7ª LNI: Toda a informação que é recebida no final de uma cadeia de transmissão pode ser rastreada até que se chegue a uma fonte emissora inteligente.

Na maior parte dos casos, o autor da informação não se encontra presente ou não é mais visível. O facto do autor não ser visível – no caso de documentos históricos ou no caso duma biblioteca com milhares de livros cujos autores nao são mais visíveis – não leva ninguém a concluir que não existe emissor algum. O mesmo aplica-se à informação biológica.

8ª LNI: Todos os cinco níveis de informação existem tanto do lado do emissor como do lado do receptor.

A informação tem sempre um emissor como fonte. O emissor concebeu a informação e deseja transmiti-la a um ou mais receptores. (…)

9ª LNI: A informação não se pode originar através de processos aleatórios

Para os defensores da Teoria da Evolução seria um grande éxito se eles conseguissem demonstrar com uma experiência real que a informação se pode originar a si mesma em matéria abandonada, sem a intervenção duma inteligência. Infelizmente para eles, isso nunca foi demonstrado ou documentado, apesar dos gigantescos e infrutíferos esforços por eles feitos a nível mundial.

O dilema que os evolucionista têm com a origem da vida prende-se precisamente no facto da matéria inorgânica não ter a capacidade de gerar vida biológica autoreplicante.

10ª LNI: Para armazenar a informação, é necessário um suporte material.

Se a grandeza imaterial “informação” tiver que ser armazenada, será necessário para tal papel, um quadro negro, ou um disco rígido (só para citar alguns métodos de armazenamento de informação). Do mesmo modo, também a informação presente nos seres vivos necessita dum suporte material; neste caso, esta informação “cavalga” sobre quatro ligações químicas que formam o ADN: as bases de nitrogénio adenina, citosina, guanina e timina. (…)

Resumo:

No que diz respeito à informação codificada dos seres vivos, os conhecimentos da Teoria da Informação apontam para o facto dela não se ter originado através de processos naturais (aleatórios), mas ser, sim, o efeito dum processo criativo propositado. Diante destas evidências científicas, a hipótese de que Um Criador Inteligente tenha organizado a matéria de modo a gerar informação genética faz muito mais sentido do que as alternativas naturalistas.

Enquanto os ateus evolucionistas não forem capazes de encontrar uma força natural com a capacidade de gerar informação em código, a sua teoria religiosa encontra-se cientificamente inválida.

Fonte: “Criação”, Alexander vom Stein (páginas 140 e 145)

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O desafio de James Tour que os evolucionistas não são capazes de responder

Fonte

NanocarrosO Professor James M. Tour é um dos dez químicos mais citados do mundo. Ele é famoso pelo seu trabalho com nanocarros, nanoelectrónica, nanoestruturas de grafeno, nanovectores de carbono em medicina, e pesquisas em torno do carbono verde como forma de melhoria da recuperação de petróleo, petróleo ecológico e extracção de gasolina. Actualmente, ele é o Professor de Química, de Ciência da Computação, Engenharia Mecânica, e Ciência dos Materiais na “Rice University”. Ele é o autor e co-autor de 489 publicações científicas e tem o seu nome em 36 patentes.

Embora ele não se identifique como proponente da teoria científica do Design Inteligente (DI), em 2001 o Professor Tour, bem como outros 700 cientistas, tiveram a coragem de assinar o “Scientific Dissent from Darwinism”  do “Discovery Institute”, onde se lê:

Estamos cépticos das alegações da habilidade das mutações aleatórias e da selecção natural para justificar a complexidade da vida. Deve-se encorajar uma análise mais cuidadosa das evidências em favor da teoria Darwiniana.

No site do professor, existe um artigo bastante revelador  em torno da evolução e a criação, onde o Professor Tour diz de forma directa que, do ponto de vista químico, não entende como é possível que a macroevolução tenha ocorrido:

Embora a maior parte dos cientistas deixe poucas pontas soltas na sua busca para entender os mecanismos antes de os aceitar sem reservas, quando se fala das enormes extrapolações entre as observações e as conclusões em torno da macroevolução, parece-me que os cientistas permitem uma margem de manobra nada saudável. Quando ouvimos tais extrapolações no mundo académico, quando será que gritaremos “O rei vai nu!”? (..)

Quimicamente falando, eu pura e simplesmente não entendo como é que a macroevolução pode ter ocorrido. Tomando isto em conta, será que não sou eu  livre para assinar tal declaração sem sofrer represálias por parte de aqueles que não concordam comigo? … Será que alguém entende os detalhes químicos por trás da macroevolução? Se sim, gostaria de me sentar com essa pessoa e ser ensinado por ela, e portanto, convido-a a encontrar-se comigo.

Numa conversa mais recente com o título de “Nanotecnologia e Jesus Cristo” , dada no dia 1 de Novembro de 2012, o Professor Tour foi mais longe e declarou que nenhum cientista com quem ele falou entende a macroevolução – e essa lista de pessoas com quem ele falou inclui vencedores do Prémio Nobel!

Eis o que ele disse a um estudante quando foi questionado sobre a teoria da evolução:

James_TourEu digo-lhe o seguinte, como cientista e como químico sintético: se existe alguém que deveria ser capaz de entender a evolução, esse alguém sou  eu visto que a minha profissão é construir moléculas. E eu pura e simplesmente não compro um conjunto, e misturo com isto e com aquilo. O que quero  dizer é, ab initio, eu faço moléculas e entendo o quão difícil é construir moléculas. Entendo que se eu pegar na caixa de ferramentas da Natureza, será muito mais fácil visto que as ferramentas encontra-se todas lá e eu apenas tenho que misturar as proporções certas, e eu faço isto sob condições controladas. Mas ab initio é muito mas muito complicado.

Eu não entendo a evolução e isso confesso-lhe a si. Há algum mal em dizer “Eu não entendo isto?” Será que está certo? Eu sei que há por aí muitas pessoas que não entendem nada da síntese orgânica, mas entendem a teoria da evolução. Eu entendo muito sobre a forma como se fazem as moléculas, mas não entendo a teoria da evolução.

Alguém provavelmente dirá, wow, “você deve ser muito pouco usual!” Deixem-me falar um pouco sobre o que ocorre nos quartos dos fundos da ciência - com membros da Academia Nacional, com vencedores de prémios Nobel e tudo o mais. Eu já me sentei com eles a sós, não em público – porque dizer o que eu acabei de dizer é muito assustador – e disse, “Você entende tudo isto, de onde isto surgiu, e como aquilo aconteceu?” Todas as vezes que me sentei com pessoas que são químicos sintéticos, que entendem disto, eles dizem “Uh-uh. Não.” Estas pessoas estão muito longe de entender como é que estas coisas vieram a acontecer.

Eu já me sentei com membros da Academia Nacional [de Ciências] e com vencedores de prémios Nobel. Às vezes eu digo “Entendes isto?” E se eles têm medo de dizer “Sim”, eles não dizem nada. Eles apenas olham para mim porque eles não podem responder de forma sincera.

Aconteceu uma vez, há muitos anos atrás, que eu fui levado para o Departamento do Reitor, e ele era um químico. Ele estava preocupado com algumas coisas. Eu disse, “Deixe-me perguntar-lhe uma coisa: você é um químico. Você entende isto? Como é que podemos ter ADN sem uma membrana na célula? E como é que obtemos uma membrana na célula sem ADN? E como é que tudo se originou a partir deste bocado de geleia?” Nós não sabemos, nós não sabemos.

Eu disse, “Não é interessante que você, Reitor de Ciência, e eu, professor de química, possamos falar disto em privado no seu escritório mas não podemos ir lá fora e falar nisto?”

Se você entende a evolução, eu não tenho problemas com isso. Eu não lhe vou tentar mudar. De facto, eu gostaria de ter o entendimento que você tem. Mas há cerca de 7 ou 8 anos atrás, coloquei no meu site que não entendo. Eu para além disso eu disse: Pagarei o almoço a quem for capaz de se  sentar comigo e me explicar a evolução. E eu não discutirei consigo até não entender alguma coisa. Se eu não entender, pedirei para que você esclareça esse ponto. Mas você não pode agitar as mãos e dizer “Esta enzima faz isto.” Você tem que dizer as coisas até ao detalhes em torno da forma como as moléculas são construídas. Até hoje ninguém me veio explicar nada.

A Sociedade Ateísta entrou em contacto comigo e disseram que me pagariam o almoço. E outras pessoas desafiaram a Sociedade Ateísta: “Desçam até Houston e almocem com este homem, e falem com ele.” Ninguém veio! Lembrem-se: uma vez que eu só vou perguntar, quando eu parar de entender o que vocês estão a dizer, eu farei perguntas. Portanto, de modo sincero, eu quero saber. Eu gostaria de acreditar mas pura e simplesmente não consigo.

Eu entendo da microevolução. A sério, eu entendo. Nós fazemos isto a toda a hora no laboratório. Isso eu entendo. Mas quando se têm alterações de especiação, quando se tem órgãos a mudar, quando se têm linhas evolutivas combinadas, tudo a ocorrer no mesmo local geográfico e no mesmo local cronológico – e não só uma linha evolutiva, mas linhas combinadas, tudo no mesmo local, no mesmo meio ambiente – tudo isto é difícil de imaginar.

Há pouco tempo atrás estive em Israel, e falei com um bio-engenheiro. E ele estava a descrever-me o ouvido, e ele estudava as modificações distintas no módulo do ouvido, e foi então que eu perguntei, “Como foi que isto veio a existir?” Ele disse, “Oh, Jim, tu sabes que todos nós acreditamos na teoria da evolução mas não temos ideia nenhuma de como foi que isso aconteceu.

——
A palestra online do Professor Tour é absolutamente fascinante, e bem comovente ao nível pessoal. Apelo fortemente que os leitores que oiçam a sua palestra por completo – incluindo as perguntas que se seguem posteriormente. Prometo que não se arrependerão.

Um pedaço de informação que vou revelar é que o Professor Tour foi muito importante em fazer com que o vencedor do prémio Nobel Richard Smalley, vencedor do prémio Nobel para a Química no ano de 1996, rejeitasse a evolução Darwiniana e adoptasse o criacionismo da Terra antiga pouco antes de morrer em 2005. Foi Tour que convenceu Smalley a aprofundar-se no tópico das origens. Depois de ler os livros “Origem da Vida” e “Quem foi Adão?”, escritos pelos Dr. Hugh Ross (astrofisico) e o Dr. Fazale Rana (bioquímico), o Dr. Smalley explicou a sua mudança de coração da seguinte forma:

A evolução acabou de receber um tiro fatal. Depois de ler “Origem da Vida”, e com a minha formação em química e física, é claro que a evolução não pode ter ocorrido. O novo livro, “Quem Foi Adão?”, é a bala de prata que matou a teoria da evolução.

Palavras bem fortes para um laureado, sem dúvida. Os leitores podem encontrar mais sobre a mudança do Professor Richard Smalley aqui.

Porque é que devemos acreditar na macroevolução se ninguém entende como foi que ela se processou?

Agora que o Profesor Tour informou ao mundo que até cientistas que venceram prémios Nobel admitem em privado que não entendem a macroevolução, a pessoa comum tem o direito de perguntar: “Se até eles não entendem, porque é que nós temos que acreditar nisso? Como é possível que nós tenhamos que acreditar numa teoria que ninguém entende?” (…)

* * * * * * *

Os químicos, e os cientistas vencedores de prémios Nobel não sabem como foi que a macroevolução ocorreu porque ela não ocorreu. Ela não ocorreu, não porque estes cientistas não saibam como ocorreu, mas sim porque as evidências em favor dessa teoria pura e simplesmente não existem.

Precisamente por isso é que os evolucionistas intimidam os cientistas que têm dúvidas em torno das teses darwinistas, levando a que muitos deles só possam falar abertamente sobre os inúmeros problemas da teoria da evolução em privado.  Isto refuta claramente a fábula evolucionista da ciência como actividade livre de amarras ideológicas, onde o que conta são os factos nus e crus – e não as ideologias que os cientistas podem ter.

Note-se que, tal como disse o Professor James, estes são cientistas que trabalham em áreas que são mais do que relevantes para a teoria da evolução (química, física, etc) e não ignorantes simplórios.

Para nós Cristãos, o facto de cientistas credenciados não saberem como é que a macroevolução ocorreu não é surpresa visto que Aquele que estava presente quando a vida surgiu na Terra – Ele sendo o Causador dessa vida – já nos tinha alertado em Romanos 1:20 para a forma como as pessoas podem rejeitar verdades óbvias como forma de manterem intactas as suas preciosas crenças anti-Cristãs:

Porque as Suas [de Deus] coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o Seu Eterno Poder, como a Sua divindade, se entendem, e claramente se vêem, pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inexcusáveis

Ou seja, o evolucionista está bem ciente que a teoria da evolução não tem evidencias em seu favor, mas em vez de tomar a decisão lógica, coerente e acertada, deduzindo que a vida tem Um Criador (e só Um), ele rejeita as evidências a favor da criação (e contra a teoria da evolução) e continua a iludir-se de que répteis podem evoluir para pássaros, e animais terrestres podem evoluir para baleias.

Por isso é que é fundamental levar em conta que quando falamos com um evolucionista ateu, estamos a falar com alguém que sabe a verdade, mas conscientemente rejeitou-a em favor de outra teoria que ele sabe estar errada.

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A teoria da evolução é uma religião

Por Randy Hedtke

A questão em torno da origem da vida é, fundamentalmente e inevitavelmente, uma questão religiosa. A forma como a pessoa ou um grupo de pessoas responde à questão da forma como surgiu a vida invariavelmente se torna a base da sua filosofia religiosa. Tentar entender o debate criacionismo versus evolucionismo apenas ao nível científico, que é o que muitos evolucionistas querem, é negar qualquer tipo de resolução para o problema. Nenhum problema pode ser resolvido sem que primeiro todos os factores vitais sejam assimilados. Os dados científicos em torno das nossas origens têm sempre que ser levados em conta com o facto da nossa tão-propagada objectividade científica não existir. O investigador irá sempre interpretar os dados com base nas suas crenças religiosas. Os livros escolares comuns são um exemplo clássico deste fenómeno.

A debate em torno da origem da vida centra-se na crença da procedência animal (ou evolução ateísta) e na criação particular. Uma vez que o humanismo secular, que requer o evolucionismo como crença cardinal, tem actualmente o controle das escolas públicas, dos livros escolares e das revistas profissionais, os dados em torno da questão da origem da vida são interpretados, ou usados (ou excluídos), de modo a confirmar a sua crença religiosa; eles não querem perder o seu controle monopolista nas escolas visto que é profundamente contra a sua fé religiosa tolerar outros pontos de vista.

WanikaPara aqueles que acreditam que o ser humano procede dum animal não parece que haja um limite para o animal particular que é usado como ancestral. Os Wanika, na África Oriental, acreditam que eles vieram das hienas. Outra tribo africana nomeia os hipopótamos como ancestral dos seres humanos. Os nativos do Madagáscar alegam que o primeiro a sua linhagem foi um lémure, um animal nocturno parecido com os macacos. Esta crença bem poderia ter procedido dos actuais livros escolares evolucionistas. Outros animais alegados como ancestrais são os tigres, os macacos, os gatos, as cabras, os búfalos, etc. A crença evolucionista recua ainda mais no tempo, para além do lémure, e postula que os seres humanos procedem da sua ideia do ancestral final, a matéria orgânica do mar primordial.

A segunda categoria de crença, a criação sobrenatural – aquela que defende que os seres humanos foram criados a partir do barro ou do pó da Terra – está também amplamente propagada por todo o mundo. Nas civilizações industriais, a antiga crença da procedência animal ganhou a forma duma teoria sofisticada e tornou-se a doutrina básica do humanismo secular. Na verdade, o termo “humanismo secular” é enganador para o público geral. A palavra “secular” significa “que não pertence a qualquer ordem religiosa” mas tal como o Tribunal Supremo determinou, o humanismo secular é uma religião no verdadeiro sentido do termo. Um nome mais apropriado para o humanismo secular, e bem mais revelador para o público, seria “humanismo sectário”. Por “seita” entende-se como “grupo que tem um líder comum ou uma doutrina distinta; uma filosofia a ser seguida; uma escola de pensamento, tal como uma filosofia” ou “partido antagónico da igreja estabelecida, ou igreja afiliada.”

Até tempos recentes, e devido à influência Cristã, a crença na procedência animal não era aceite nas culturas do Ocidente industrializado. A dada altura, no entanto, algo de historicamente sem precedentes aconteceu, o que deu um impulso tremendo na popularidade da crença na procedência animal: a revolução económica, cientifica e tecnológica teve início. O novo materialismo da ordem, a crença num mundo utópico através das realizações humanas, e a crença subsequente de que não havia qualquer autoridade acima dos homens, foram as condições ideias para se fazer proselitismo em favor da crença da procedência animal.

Esta revolução deu origem ao cientismo, a filosofia humanista de que a ciência confirma a supremacia da lei natural e refuta a crença no sobrenatural. Tudo o que era necessário para solidificar o movimento era uma teoria científica credível e não-criacionista para a origem da vida, nomeadamente, a evolução orgânica. A evolução orgânica tornou-se na forma pseudo-científica moderna da antiga crença da procedência animal. Em relação à aceitação da teoria da evolução, um autor especulou da seguinte forma:

Uma das razões prováveis para a liberdade relativa que a teoria da evolução desfrutou centra-se nas suas afinidades com outros aspectos da ciência. Afinal de contas, a ciência e a tecnologia eram o esteio da expansão económica. Muitos cientistas eram ou tornaram-se evolucionistas, e muitos líderes sociais devem ter ficado com a impressão de que a teoria da evolução era um ponto fraco da ciência que tinha que ser tolerado.2

Quais são as implicações de se converter a crença na procedência animal numa alegada teoria científica? O significado histórico é profundo visto que o que os proponentes da procedência animal fizeram foi eliminar a criação como uma teoria religiosa rival. Eles já não estavam a competir na área religiosa visto que a crença na procedência animal havia-se tornado numa alegada teoria científica e a ciência havia-se tornado na força mais pervasiva e influente da sociedade. Isto significava que na mente de muitas pessoas não havia espaço para qualquer tipo de discussão.

Como consequência disso, muitas pessoas de então, e dos dias de hoje, operam segundo o equívoco de que a crença na criação é arcaica e a teoria da evolução é a “nova” explicação para a origem da vida, quando na realidade a teoria da evolução mais não é que a antiga crença da procedência animal mascarada de nova teoria científica. Foi uma manobra estratégica brilhante – manobra essa que havia sido a esperança e o sonho de outros que vieram antes de Darwin, e é precisamente por isso que frequentemente se diz que a “evolução estava no ar” nos anos que antecederam a publicação do livro de Darwin “A Origem das Espécies”.

A Importância de se Saber o Contexto Adequado para a Controvérsia.

À medida que a teoria da evolução foi-se tornando cada vez mais popular, sob os auspícios da ciência, o clero naturalmente respondeu declarando que ela era uma heresia. Os proponentes da teoria da evolução responderam que a evolução encontrava-se no domínio da ciência e não da religião e como tal, ela estava imune às críticas do establishment religioso. A estratégia de separar a teoria da evolução da religião foi eficaz na medida em que o clero foi mais ou menos incapacitado nos seus esforços de impedir a sua disseminação. Por esta altura, passou a ser responsabilidade dos cientistas criacionistas responder; isto levou a que os teóricos evolucionistas tivessem que lidar com o tópico no seu próprio campo, a ciência.

Nos anos mais recentes, a controvérsia tomou a forma da “ciência da criação versus ciência da evolução”, e mais uma vez o clero, aqueles que continuam a defender a criação especial, foram em larga parte excluídos do combate. Como consequência do esforços dos cientistas criacionistas, tem havido um maior entendimento de que a interpretação evolutiva dos dados não é infalível, e que há um argumento em favor da criação dentro do âmbito da ciência (…). Mais uma vez, os evolucionistas responderam alegando que eles têm o monopólio da ciência enquanto que os criacionistas são religiosos. O facto é que os evolucionistas são tão religiosos quanto os criacionistas.

Nenhuma controvérsia pode algum dia ser resolvida se ela não for analisada por parte dos participantes dentro do contexto próprio. Tal como explicado previamente, os evolucionistas foram bem sucedidos em gerar a ilusão de que este é um assunto que se centra na ciência versus religião, o que está incorrecto. Mais tarde, e até hoje, ele tornou-se num assunto que se centra na ciência versus a ciência, o que subverte o tópico. A realidade dos factos é que o debate entre o evolucionismo e o criacionismo é um debate duma religião contra outra religião; esse foi o caso no passado, e esse é o caso no presente. Só se o debate for entendido dentro do seu contexto é que ele pode ser resolvido visto que nenhuma quantidade de eloquência científica irá alterar a religiosidade da controvérsia em torno das nossas origens.

As crenças religiosas são imunes à refutação científica. [ed: É precisamente por isso que ainda existem pessoas que defendem a evolução ateísta quando só o ADN seria suficiente para refutá-la.] Não devemos pensar por algum momento que as crenças religiosas se encontram de alguma forma, ou modo, abertas a serem falsificadas segundo uma rigorosa metodologia científica. Por exemplo, o axioma que se segue, do livro A Treatise on Logic and the Scientific Method, de W. Stanley Jevon, não se aplica:

A existência de um único facto absoluto que encontre em conflito com a hipótese é fatal para a hipótese.

Ou para dizer as coisas de outra forma:

Concordância com o facto é o único e suficiente teste para as hipóteses verdadeiras. As crenças religiosas não podem ser refutadas com dados científicos. Os dados científicos só são úteis para refutar fenómenos mundanos e quotidianos que são vazios de qualquer conotação filosófica ou religiosa que possa causar uma visão tendenciosa por parte do investigador. Dados contraditórios para uma crença particular serão, inicialmente, ignorados e, se isso não for possível, a crença religiosa tomará outra forma de modo a incorporar os dados contraditórios. O objectivo primário é preservar a ponto fundamental da crença. A metodologia científica e a integridade científica são considerações secundárias.

[ed: Isto explica o porquê da teoria da evolução sofrer tantas "revisões".]

Para ilustrar ainda melhor o ponto de que a crença religiosa não pode ser refutada com dados científicos, consideremos as seguintes contradições em relação a duas crenças em torno das origens.

Uma categoria da crença da procedência animal do ser humano é a noção dos homens a acasalar com animais. Animais tais como sapos, lobos, peixes, veados, etc, são tidos como ancestrais do ser humano através do acasalamento entre humanos e animais. O que é que aconteceria se alguém tentasse convencer alguém a abandonar a crença do acasalamento homem + animal usando só os dados científicos? Poderíamos informar os defensores dessa tese de que a bioquímica e o número de cromossomas do ovo humano e do animal são incompatíveis para fertilização. Isto é óbvio na medida que não vemos descendência produzida a partir de animais radicalmente distintos.

Estou certo que os dados científicos nada mais seriam que palavras sem sentido para um nativo sem educação, e ele insistiria que quando o acasalamento humano + animal ocorreu, nenhuma das condições actuais de incompatibilidade existiam, mesmo que elas sejam válidas aplicadas para o passado. Uma vez que a ciência não pode provar o passado, e uma vez que a questão em torno das nossas origens é uma questão religiosa, o nativo não pode ser responsabilizado por ignorar os dados científicos.

Um argumento semelhante pode ser feito em relação às origens evolutivas da vida. Dentro da Biologia existe uma lei conhecida como Lei da Biogénese, que significa que na natureza, a vida biológica só pode surgir a partir de vida biológica pré-existente. O oposto da biogénese é a abiogénese, significando que, na natureza, a vida biológica pode sim surgir a partir de material sem vida. A biogénese é normalmente explicada nos livros escolares ao mesmo tempo que se fala das experiências levadas a cabo por Francisco Redi, Louis Pasteur, e Lazzaro Spallanzani que, por fim, refutaram a biogénese. Obviamente que, segundo a teoria da evolução, a dada altura do passado a vida surgiu espontaneamente a partir de matéria sem vida (contrariamente ao que a Lei da Biogénese e a ciência demonstram).

Se nós formos exibir este tipo de evidências contra a teoria da evolução, o cientista sofisticado, para quem os dados deveriam realmente contar, apenas usará a mesma táctica usada pelo nativo sem educação científica, afirmando que “as condições na Terra eram diferentes no passado, o que permitiu que a abiogénese ocorresse.Este é precisamente o tipo de alegação que os evolucionistas actuais fazem para proteger a sua visão da origem da vida.

Concordo plenamente com o que a “National Academy of Sciences” diz, nomeadamente que “O verdadeiro entendimento científico não pode ser obtido ou até buscado de forma eficaz quando explicações que não derivam ou que não são testadas pelo método científico são aceites.“4

Conclusão:

Quando ficamos a saber que não há nada de novo debaixo do Sol, e que a teoria da evolução é um subterfúgio para a antiga crença na procedência animal do homem, e que a ciência não pode provar o passado, podendo apenas especular de forma tendenciosa sobre o mesmo, ficamos logo com uma visão diferente da controvérsia “evolucionismo versus criacionismo”. Só podemos concluir que a questão em torno das nossas origens, e da origem da vida em si, é um tópico fora do âmbito da ciência.

Num livrete com o título tendencioso de Ciência e Criacionismo, o “Council of the National Academy of Science” emitiu a seguinte resolução:

A religião e a ciência são domínios separados e mutuamente exclusivos do pensamento humano, cuja apresentação no mesmo contexto leva a um mau entendimento tanto das teorias cientificas, como da crença religiosa.5

Concordo plenamente, e desafio-os a descobrirem um mecanismo testável e decorrente que confirme a procedência animal do ser humano que seria então uma ciência legítima. De outro modo, vamos dar os nomes certos às coisas e dizer aos estudantes que, na ausência dum mecanismo observável, a teoria da evolução é uma religião.

Referências
1 Freund, P. Myths of Creation. Washington Square Press, Inc., 1965.
2 Strickbergre, M. “Evolution and Religion,” Bioscience July 1973, Vol. 23-7, pp. 417-421.
3 Jevons, W. The Principles of Science: A Treatise on topic and the Scientific Method. Dover Publications, 1958, p.516.
4 Science and Creationism. 1984. National Academy Press, Washington, D.C., p. 11.
5 lbid., p.6.
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