Evolução: a teoria anti-científica

Modificado a partir dum texto do Dr. Jason Lisle

Alguns evolucionistas alegam que a ciência é “impossível” sem a teoria da evolução, chegando até a ensinar que a ciência e a tecnologia necessitam dos princípios da evolução moléculas-para-homens de forma a que sejam obtidos resultados produtivos. Para além disso, eles afirmam que aqueles que têm uma visão do mundo criacionista estão em perigo de não entenderem a ciência.1, 2, 3

As pessoas com um pensamento mais critico irão notar que este tipo de argumentos são bastante irónicos visto que a teoria da evolução é contrária aos princípios da ciência. Dito de outra forma, se a teoria da evolução fosse verdade, o conceito de ciência não faria qualquer sentido. A ciência precisa, sim, dum enquadramento Bíblico criacionista de modo a que ela seja possível, e nas próximas linhas veremos o porquê.

As pré-condições da ciência

Biblia_Ciencia_ADNA ciência pressupõe que o universo é lógico e ordenado, e que ele obedece a leis matemáticas que são consistentes ao longo do tempo e do espaço. Embora as condições em diferentes regiões do espaço e diferentes eras temporais sejam bastante diversas, existe no entanto uma uniformidade subjacente .4

Devido ao facto de existir uma tal regularidade no universo, existem  muitas instâncias onde os cientistas são capazes de fazer previsões acertadas em relação ao futuro. Por exemplo, os astrónomos podem computar com sucesso as posições futuras dos planetas, das luas e dos asteróides. Sem a uniformidade na natureza, tais previsões seriam impossíveis e a ciência não existiria. O problema para os evolucionistas é que tal regularidade só faz sentido dentro da visão do mundo Bíblica criacionista.

A ciência exige a visão do mundo Bíblica

O criacionista Bíblico espera que haja ordem no universo porque Deus fez todas as coisas (João 1:3), e também porque Ele impôs ordem no universo. Uma vez que a Bíblia ensina que Deus sustém todas as coisas através do Seu Poder (Hebreus 1:3), o criacionista espera que o universo funcione duma forma lógica, ordenada e mecânica. 5 Para além disso, Deus é Consistente6 e Omnipotente.7 Logo, o criacionista espera que todas as regiões do universo obedeçam às mesmas leis, até regiões onde as condições físicas sejam bastante diferentes, Todo o campo da astronomia requer este importante princípio Bíblico.

Mais ainda, Deus existe para além do tempo (2 Pedro 3:8) e Ele escolheu suster o universo duma forma consistente através dos tempos para benefício nosso. Portanto, mesmo que as condições no passado possam ter sido bem diferentes das condições actuais, a forma como Deus sustém o universo (o que nós chamamos de “leis da natureza”) não sofrerão modificações arbitrárias.8 Deus revelou-nos que existem algumas coisas cuja existência que podemos contar para o futuro – tais como as estações do ano, o cíclo diurno e assim por diante (Génesis 8:22). Por isso, segundo um conjunto de condições específicas, o Cristão consistente tem o direito esperar um certo tipo de resultado visto que ele ou ela confia no Senhor para suster o universo duma forma consistente.

Estes princípios Cristãos são absolutamente essenciais para a ciência. Quando levamos a cabo uma experiência controlada, usando as mesmas condições iniciais, esperamos  obter os mesmos resultados em todas as situações. O “futuro reflecte o passado”, neste sentido. Os cientistas são capazes de fazer previsões porque existe uniformidade, e esta uniformidade deriva do Poder soberano e consistente de Deus. A experimentação científica seria inútil sem a existência de uniformidade no mundo natural visto que obteríamos resultados distintos sempre que levássemos a cabo uma experiência idêntica, destruindo a possibilidade de aquisição de conhecimento científico.

Pode um evolucionista fazer ciência?

Uma vez que a ciência exige o princípio Bíblico da uniformidade (bem como outros princípios Bíblicos), é espantoso que alguém possa ser um evolucionista e um cientista ao mesmo tempo. No entanto, existem cientistas que afirmam acreditar na teoria da evolução. De que forma é isto possível?

A resposta é que os evolucionistas são capazes de fazer ciência porque eles são inconsistentes. Eles aceitam o princípio Bíblico da uniformidade ao mesmo tempo que negam a Bíblia de onde derivam estes princípios. Tal inconsistência é bastante comum no pensamento secular: os cientistas seculares alegam que o universo não foi projectado, mas fazem ciência como se o universo tivesse sido projectado e fosse mantido por Deus duma maneira uniforme. Os evolucionistas podem fazer ciência apenas e só se eles dependerem de pressuposições criacionistas Bíblicas (tais como a uniformidade) que são contrárias à sua alegada crença na teoria da evolução.9

Como é que o evolucionista responde?

O Cristão consistente pode usar a experiência passada como guia para o que é mais provável que ocorra no futuro visto que Deus prometeu que (de certa forma) o futuro irá reflectir o passado (Génesis 8:22). Mas como é que aqueles que rejeitam Génesis podem explicar o porquê de existir uniformidade na natureza? De que forma é que o evolucionista responderia à pergunta, “Porque é que o futuro irá reflectir o passado?”

Uma das respostas mais comuns é: “Bem, o futuro sempre reflectiu o passado, e como tal, eu assumo que sempre irá reflectir.” Mas isto é pensamento circular. Podemos conceder que no passado sempre existiu uniformidade10 , mas como é que sei que a uniformidade irá existir no futuro a menos que já tenha assumido que o futuro reflecte o passado? Sempre que usamos a experiência passada como base para o que é mais provável que ocorra no futuro, já estamos a assumir a uniformidade. Portanto, quando o evolucionista diz que acredita que sempre existirá uniformidade no futuro visto que sempre existiu uniformidade no passado, ele está a tentar justificar a uniformidade assumindo a uniformidade – um argumento circular.

O evolucionista por alegar que a natureza da matéria é tal que ela opera duma forma regular;11 dito de outra forma, a uniformidade é só uma propriedade do universo, Esta resposta também falha.

Biblia_CienciaPrimeiro, esta resposta não responde à questão; pode ser que a uniformidade seja um aspecto da matéria física, mas qual é a explicação? Dentro da visão do mundo evolucionista, qual é o motivo para tal propriedade? Segundo, podemos perguntar de que forma é que um evolucionista sabe que a uniformidade é uma propriedade do universo. Na melhor das hipóteses, pode-se dizer que o universo – no passado – pareceu ter algum tipo de uniformidade.12 Mas como é que sabemos que no futuro o universo continuará a agir duma maneira uniforme, a menos que já saibamos de qualquer outra forma sobre a uniformidade? Muitas coisas neste universo mudam; como é que sabemos que as leis da natureza não irão também elas mudar?

Alguns evolucionistas podem tentar uma resposta mais pragmática: “Bem, nós não conseguimos explicar o porquê, mas a uniformidade parece funcionar, e como tal, vamos continuar a usá-la.” Esta resposta também falha por dois motivos: Primeiro: nós só podemos alegar que a uniformidade parece ter funcionado no passado; não existem garantias de que ela continuará a funcionar no futuro a menos que já tenhamos motivos para assumir a uniformidade (que é o que o Cristão tem). No entanto, os evolucionistas assumem que a uniformidade será verdade no futuro.

Segundo: esta resposta admite que a uniformidade não tem explicação dentro da visão do mundo evolucionista – que é precisamente o ponto. Ninguém está a negar que a uniformidade exista, mas sim que só a visão do mundo criacionista Bíblica a pode explicar. Os evolucionistas só podem fazer ciência se forem inconsistentes, isto é, se assumirem conceitos criacionistas Bíblicos ao mesmo tempo que negam a criação Bíblica.

A evolução teísta não resolve nada

Alguns evolucionistas podem alegar que eles podem justificar a uniformidade da mesma forma que o Cristão o faz – apelando a um deus que sustém o universo duma forma mecânica.13 Mas em vez de acreditarem na criação descrita no Livro de Génesis, eles acreditam neste deus que criou através dos milhões de anos de evolução. No entanto, a evolução teísta não resolve o problema visto que o evolucionista teísta não acredita que o Livro de Génesis seja literalmente verdadeiro. Mas se Génesis é não literalmente verdadeiro, então não há motivos para se acreditar que Génesis 8:22 seja literalmente genuíno. É neste verso que Deus promete que podemos esperar um certo nível de uniformidade na natureza. Sem a criação Bíblica, a base racional para a uniformidade perde-se.

Não é um deus qualquer que é necessário para justificar a uniformidade, mas sim o Deus Cristão tal como rebelado na Bíblia. Só Um Deus que vive para além do tempo, é Consistente, Fiel, Omnipotente, Omnipresente, e que Se revelou à Humanidade, pode garantir que existirá uniformidade através do tempo e do espaço. Portanto, só os criacionistas Bíblicos podem justificar a uniformidade na natureza.

A evolução é irracional

De facto, se a evolução fosse verdade, não existiriam motivos racionais para se acreditar nela! Se a a vida é o resultado dum processo evolutivo, isso significa que o cérebro dos evolucionistas nada mais é que o resultado de milhões de anos de processos aleatórios. O cérebro nada mais seria que uma colecção de reacções químicas que foram preservadas porque no passado tiveram algum tipo de valor para a sobrevivência. Se a evolução fosse verdade, então todos os pensamentos dos evolucionistas mais não são que consequências necessárias da química a operar através do tempo. Isto leva-nos a afirmar que o evolucionista pode pensar e dizer que “a evolução é verdade” mas isto não é feito  por motivos racionais, mas sim como consequência necessária da química cega.

A análise académica pressupõe que a mente humana é mais do que química. A racionalidade pressupõe que nós temos a liberdade para conscientemente considerar as mais variadas opções e escolher a melhor. O evolucionismo fragiliza as pré-condições necessárias para o pensamento lógico, destruindo desde logo a possibilidade de conhecimento e de ciência.

Conclusões:

A teoria da evolução é anti-cientifica e anti-sabedoria. Se a evolução fosse verdade, a ciência não seria possível porque não existiriam motivos para aceitar a uniformidade da natureza sobre a qual assenta a ciência e a tecnologia. Semelhantemente, se a evolução fosse verdade, não existiriam motivos para se pensar que a análise racional seria de alguma forma possível visto que os pensamentos da nossa mente nada mais seriam que resultados inevitáveis de reacções químicas. Os evolucionistas são capazes de fazer ciência e obter conhecimento apenas e só porque eles são inconsistentes: eles professam acreditar na evolução mas operam segundo os princípios da criação Bíblica.

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Fonte: ~ http://bit.ly/1rbI0wh

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A medicina no Mundo Antigo

E, como Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do Homem seja levantado; Para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna. 
João 3:14-15

Por Sarah K. Yeomans

A vida no mundo antigo era arriscada; os perigos da guerra, das doenças, da fome e dos partos são apenas alguns exemplos de circunstâncias que contribuiam para uma   esperança média de vida mais baixa entre as pessoas do mundo antigo do que entre os indivíduos da nossa era. No entanto, as pessoas desse mundo antigo estavam tão preocupadas com a prevenção de doenças como o estão as pessoas actuais. De facto, seitas inteiras, santuários, e profissões dedicadas à saúde faziam sentir a sua influência junto do panorama espiritual, físico e profissional do mundo antigo.

Então, de que forma é que as civilizações antigas combatiam as doenças e as lesões, e será que estes métodos têm alguma base na ciência tal como a conhecemos actualmente? As respostas podem ser surpreendentes.

AsklepiosEm muitas sociedades do passado, os deuses desempenhavam um papel integral na saúde humana. No mundo Grego, por exemplo, o deus Asklepios dedicava-se exclusivamente à cura*. Santuários com o nome de Asklepions atraíam os doentes e os feridos, que frequentemente viajavam dias e dias em busca de curas que eles acreditavam que poderiam ser encontradas nestes sanatórios. Relativamente semelhantes às estâncias termais actuais, os Asklepions disponibilizavam banhos, comida saudável e quartos-santuários feitos especificamente para dormir e meditar.

Muitos Asklepions encontravam-se localizados em áreas bonitas e remotas, tais como os famosos santuários de Epidauro na Grécia e Pérgamo no noroeste da Turquia. Eram feitos sacrifícios animais e oferendas votativas nos altares e nos templos para os deuses. Excavações feitas em Asklepions desenterraram “votivas anatómicas”, assim chamadas porque elas representavam a parte do corpo que se encontrava ferida e afectada por uma doença.

Por volta do século 5 A.C., os médicos e o deus da cura haviam-se tornado intrinsecamente conectados, com Asklepios a servir de patrono divino da profissão médica. Hipócrates, o mais famoso médico da antiguidade, viveu durante este período e os tratados médicos por ele escritos foram usados como livros didácticos durante os séculos que se seguiram. Tendo como base tais escritos, bem como outras inscrições, observamos que os médicos antigos sabiam que a punção, a drenagem e a limpeza de feridas infectadas promovia a cura, e que eles sabiam também que certas ervas tinham propriedades curativas e de desinfecção.**

Sabia-se que o gengibre selvagem [inglês: “Wild ginger”] ajudava a combater as náuseas, e que um tipo específico de argila encontrada na ilha Grega de Lemnos era benéfica para complicações tais como a disenteria. Esta argila, com o nome de terra sigillata devido ao facto dos discos estampados que eram formados com eles e vendidos como medicamento, contém o homólogo de elementos tais como o caulino e o bentonite, que nos dias de hoje são usados nos medicamentos como forma de tratar a diarreia.

As técnicas cirurgicas do mundo antigo eram surpreendentemente avançadas. O famoso médico Romano Galeno (c. 129–199 A.D.), que nasceu na cidade de Pérgamo perto de Asklepion, é frequentemente considerado o mais bem sucedido pesquisador médico do mundo Romano, e alguns dos seus procedimentos médicos só voltariam a ser vistos no mundo moderno. Ele levou a cabo com sucesso cirurgias da catara ,inserindo uma agulha por trás da lente do olho como forma de remover a catarata, e os métodos de preparação da sala de operações por ele descritos revelam uma percepção aguçada do contágio.1 Embora algumas das suas prácticas e teorias ainda sejam seguidas e louvadas pelos médicos actuais, outras, tais como a rejeição das paredes do estômago como estruturas com algum papel na digestão, foram provadas pela medicina moderna como sendo falsas.

Por volta do século 7 A.D., a medicina como ciência que se encontrava relativamente independente das restrições religiosas desapareceu do Ocidente visto que o uso de cadáveres para dissecção científica havia sido proibido pela Igreaja. No entanto, os estudiosos islâmicos no Oriente estudavam a medicina Grega com grande detalhe.*** [ed: Para se vêr a fonte deste conhecimento “islâmico”, ler: “A verdade sobre a civilização árabe“] Ervas tais como a meimendro e o cânhamo Indiano (relacionado com a marijuana) eram conhecidas pelas suas propriedades anestésicas, e os médicos colocavam ênfase nos efeitos da dieta alimentar e do meio ambiente sobre a saúde.

Muito provavelmente o mais famoso dos médicos orientais foi Abu ‘Ali al-Husayn ibn ‘Abd Allah ibn Sina (980–1037 A.D., Pérsia), cujo trabalho O Cânon de Medicina,  codificou o conhecimento médico existente. O Cânon inclui descrições, causas e técnicas de diagnóstico para condições tais como a raiva, úlceras do estômago, diferentes tipos de hepatite, cancro da mama, paralisia facial, difteria, lepra, diabetes, cancro e gota. Traduções feitas mais tarde Latinizaram o seu nome para Avicena, e por volta do século 13 o seu trabalho havia-se tornado um texto de referência médica padrão por toda a Europa Ocidental.

A arqueologia iluminou mais ainda as prácticas médicas do mundo antigo. Alguns esqueletos descobertos durante excavações arqueológicas exibem evidências de sucessos cirúrgicos surpreendentes. Talvez a evidência mais sensacional de sofisticadas cirurgias antigas pode ser encontrada em esqueletos que revelam sinais de trepanação, um processo ainda usado nos dias de hoje que é executado fazendo um orifício no crânio como forma de aliviar a pressão intracraniana.

Medicina__CraneoForam encontrados crânios trepanados de sociedades antigas da América Central e América do Sul, África, Ásia, Europa e Médio e Próximo Oriente que provavelmente datam de eras que podem chegar ao período Mesolítico, há cerca de 12,000 anos atrás [sic].2  Ao examinarem o crescimento ósseo em torno do buraco cirúrgico, os cientistas são capazes de determinar quanto tempo mais o paciente sobreviveu após se submeter ao procedimento. Alguns pacientes morreram imediatamente, alguns viveram algumas semans, mas houve alguns que ficaram totalmente curados.

As excavações revelaram também prácticas dentárias sofisticadas feitas no mundo antigo. Numa vala comum de Horvat en Ziq, na parte Norte do deserto de Negev (Israel) um crânio datando de cerca de 200 a.C. contém uma das mais antigas obturações dentárias conhecidas. Um fio de bronze de 2,5 milímetros teve que ser inserido no canal do dente.**** Em outros locais, crânios recuperados das catacumbas de Roma, que foram usadas do primeiro ao quinto século A.D., exibem trabalhos dentais relativamente dispendiosos: foram recuperados alguns que tem obturações de ouro.

Ironicamente, são os monumentos funerários e as sepulturas dos antigos médicos que frequentemente atestam o seu cuidado pelos vivos. Tabletes que decoravam altares funerários exibiam com frequência os instrumentos da sua profissão – objectos que são espantosamente parecidos aos instrumentos usados pelos médicos actuais. Bisturis, pinças, sondas bifurcadas para examinar feridas, agulhas para costurar feridas, pequenas colheres para a limpeza de feridas e para medição de medicamentos, cateteres e até mesmo espéculos ginecológicos, são tudo exemplos de instrumentos usados pelos médicos da antiguidade.

Naturalmente que apelar para um poder superior para assistência espiritual durante uma provação médica ou durante uma doença, era comum no mundo antigo tal como o é nos dias de hoje [ed: o ser humano é naturalmente religioso]. Muitos hospitais modernos têm espaços de adoração não-denominacionais onde as pessoas podem orar e meditar; as pessoas da antiguidade visitavam santuários e templos para levar a cabo as mesmas actividades.

Os indivíduos que se preparavam para passar por provações perigosas, tais como um parto ou uma batalha militar, frequentemente invocavam a protecção do divino. Mesmo com a contínua evolução da ciência médica, a contemplação da mortalidade irá provavelmente levar os seres humanos a olhar para além do que é conhecido em busca de explicações que a ciência moderna ainda não consegue fornecer.

Modificado a partir do original: http://bit.ly/1vNniIB

Notas
* Bronwen Wickkiser, “Asklepios Appears in a Dream,” Archaeology Odyssey, July/August 2005.
** George B. Griffenhagen, “Origins: On the Pill,” Archaeology Odyssey, May/June 2002.
*** David W. Tschanz, “Origins: A Cure for the Common Cold?” Archaeology Odyssey, Summer 1998.
**** Hector Avolos, “Ancient Medicine,” Bible Review, June 1995.
1 See Galen, Galen on the Usefulness of the Parts of the Body, trans. by Margaret Tallmadge May (Ithaca, NY: Cornell University Press, 1968) and A. Sorsby, A. Modern Ophthalmology (London: Butterworths, 1963).
2 See S. Missios, “Hippocrates, Galen, and the Uses of Trepanation in the Ancient Classical World,”Neurosurgical Focus 23(1):E11 (2007); P. Marino and M. Gonzales-Portillo,” Preconquest Peruvian Neurosurgeons: A Study of Inca and Pre-Columbian Trephination and the Art of Medicine in Ancient Peru”Neurology 47:4, (2000), pp. 940–955.

 

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Qual é a religião oficial das escolas públicas modernas?

Um Senador estadual da Carolina do Sul que deu o seu apoio às medidas que visavam dar liberdade académica aos professores de modo a que estes pudessem tecer críticas cientificas à teoria  da evolução, afirmou que o Cristianismo foi sistematicamente ilegalizado nas escolas públicas e substituído pelo Darwinismo.

Mike Farr representa o Distrito 6 da Carolina do Sul e é membro do Education Oversight Committee do estado. Tal como reportado previamente, em Fevereiro último Fair foi contra a terminologia pró-evolucionista nos padrões de educação científica que foram propostos na altura. Então, em Maio deste ano, Fair militou em favor duma política que iria permitir aos alunos aprender os argumentos a favor e contra a teoria da evolução.

Apesar da previsível oposição dos evolucionistas, Fair não está a recuar da controvérisa criação/evolução; numa coluna publicada pelo The Post and Courier, Fair explicou a sua posição em relação à teoria da evolução, alegando a busca pela verdade cientifica foi alvo dum “estrangulamento” inconstitucional por parte dos tribunais:

A “verdade” tem que se conformar ao Darwinismo ou então ela será rejeitada. Creio que não interessa nada o que se vê com os olhos e o que a nossa mente nos diz.

Qualquer outra coisa que esteja contra o evolucionismo ateísta, ressalvou Faur, é censurada pelas escolas governamentais:

Universo_EvidenciasFazer inferências à melhor informação factual não é permitido se ela apontar para  a religião e não para o ateísmo. Considerar o fine tuning da nossa galáxia um milagre … é uma discussão que não é permitida.

Referindo-se à Primeira Emenda da Constituição Americana, Fair sugeriu que os mais recentes casos legais fizeram uma má interpretação do significado da Establishment Clause:

A Primeira Emenda da Constituição dos EUA proclama: “O Congresso não fará lei alguma em respeito ao estabelecimento de religião, ou proibindo do livre exercício da mesma”. Isto tem precisamente o significado que aparenta.

Segundo Fair, a liberdade religiosa garantida pela Primeira Emenda tem sido progressivamente colocada em causa pelos mais recentes casos legais:

A maioria dos nossos Pais Fundadores promovia a fé Cristã individualmente mas eles concordaram que o governo não deveria estabelecer uma religião estatal financiada pelos contribuintes… No entanto, os tribunais vieram a determinar que as palavras da Constituição querem dizer. Todos os Juízes do Tribunal Supremo fornecem-nos um novo conjunto de “fundadores”.

Acredito que os princípios estabelecidos pelos Fundadores estão a ser removidos da esfera pública por uma séria de decisões estreitas feitas pelo Tribunal Supremo dos Estados Unidos. Fico perturbado com o facto do Tribunal Supremo ter alterado a Constituição através duma série de votos 5 contra 4, claramente à margem dos métodos propriamente estabelecidos para a alteração da nossa Constituição.

Fair cita então vários resultados indesejáveis por parte do Tribunal Supremo, incluindo a proibição da oração em muitos espaços públicos, a promoção do Darwinismo nas escolas públicas, e a exclusão de vários factos que apontam para um Projector Inteligente.

Custa-me acreditar que a inteligência tenha sido declarada inconstitucional dentro das escolas públicas.

Fair alega que os juizes que tomam decisões que contradizem a liberdade religiosa estão a rodear o sistema governamental estabelecido pela Constituição dos Estados Unidos:

Nós temos um processo bem-estabelecido para a alteração da nossa Constituição, e ele garante um debate extenso; mas muitos princípios que são preciosos aos olhos dos Americanos estão a ser colocados de lado pelo activismo judicial.

Fair afirma que o debate evolução/criação é da maior importância visto que a crença em Deus é o fundamento para a moralidade:

Porque é que uma jovem pessoa se iria preocupar com o seu carácter se ela nada mais é que um conglomerado de partículas?

Pelo contrário, o Cristianismo disponibiliza uma base lógica tanto para a moralidade como também para a ciência:

O Cristianismo e a ciência não estão em conflito. O Cristianismo e a fantasia é que estão em conflito.

Fonte: http://bit.ly/1DW70SA

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Qual é então a religião oficial das escolas públicas? Uma imagem vale por mil palavras…

Darwin Religiao

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De que forma é que a teoria da evolução foi usada para promover o genocídio?

Por Gary DeMar

Jessa Duggar escreveu o seguinte num post de Instagram em relação à sua passagem pelo Museu do Holocausto:

JesseFoi muito esclarecedor. Milhões e milhões de inocentes a quem lhes foi negado o mais básico e o mais fundamental direito à vida. Um ser humano a destruir a vida de outro ser humano considerado “menos do que um ser humano”. O racismo, causado pela ideia de que o ser humano veio de algo inferior a um ser humano; que alguns grupos são “mais evoluídos” e outros “menos evoluídos”. Uma negação do facto do nosso Criador – DEUS – nos ter feito seres humanos desde o início, e todos provenientes de UM SANGUE e de UMA RAÇA, descendentes de Adão. A crença de que alguns seres humanos “não são dignos de continuar a viver”:

Ela prosseguiu, comparando os campos da morte do Nacional Socialismo com o aborto que ocorre nos Estados Unidos. Como é normal, as pessoas cheias de ódio responderam-lhe agressivamente. A imagem que se segue é o que é considerado discurso racional:

Duggar-Evolution_01

Tal como a teoria do nada a originar algo, a evolução moléculas-para-homem é impossível.

A primeira obra de Darwin, “A Origem das Espécies Através da Selecção Natural”, inicialmente publicada em 1859, foi a arma que os secularistas precisavam para avançar com uma visão de mundo abrangente rival fundamentada em pressuposições não-Cristãs. A evolução Darwiniana foi vista como uma forma de fugir dum mundo governado por Um Criador que exigia absolutos éticos. O erudito Alemão Ernst Haeckel avançou com as implicações das teorias de Darwin até aos seus limites compreensivos. Ele acreditava que a lei moral se encontrava sujeita à biologia:

Milhares, se não milhões, de células são sacrificadas como forma da espécie sobreviver.[1]

Se isto é verdade dentro da biologia, então é igualmente verdade para a sociedade.

O uso das teorias de Darwin por parte de Haeckel foi decisivo para a história intelectual do seu tempo visto que ela uniu as tendências já-em-desenvolvimento na Alemanha do racismo, imperialismo, romaticismo, nacionalismo e anti-semitismo. [2]

ErnstHaeckel

No ano de 1906, então com 72 anos de idade, Haeckel fundou a Liga Monista. Para o Monista, o homem era um com a natureza e com os animais. O homem não era uma criação especial como “a Imagem de Deus” e ele não tinha alma e nem um patamar de desenvolvimento superior. A Liga Monista “uniu eugenicistas, biólogos, teólogos, figuras do mundo literário, políticos e sociólogos”[3]. A visão do mundo Darwinista tal como expressa pela Liga Monista de Haeckel, era uma interpretação abrangente de toda a vida em termos das implicações sociais da evolução. Os efeitos sentidos na Alemanha, tal como atesta a História, foram desastrosos.

Otto Ammon, um antropólogo racial eminente, escreveu que as leis da natureza eram as leis da sociedade. ‘A bravura, a astúcia e a competição eram virtudes . . . . O Darwinismo tem que se tornar na nova religião da Alemanha . . . . A luta racial é necessária para a humanidade.’ [4]

Karl Marx também encoutrou em Darwin “os fundamentos na história natural” para as suas visões. A filosofia de Hegel, de “materialismo dialético” onde os pontos de vista em conflito eram sintetizados num terceiro ponto de vista que se encontra num estágio de desenvolvimento mais avançado, era agora apoiado pela biologia de Darwin e pelas implicações históricas de que “a sociedade, tal como a natureza, vai melhorando com o passar to tempo.”[5]

Darwin teve um impacto semelhante na América, embora esse impacto não tenha adoptado a forma do Nazismo ou do Comunismo Marxista. O industrialista Americano Andrew Carnegie abraçou as implicações socias das teorias de Darwin e aplicou-as ao mundo dos negócios.

Que a luz veio tal como um diluvio era agora claro. Não só me vi livre da teologia e do sobrenatural, como encontrei a verdade da evolução.[6]

John D. Rockefeller, usando a lógica Darwinian, acreditava que “O crescimento das grandes empresas nada mais é que a sobrevivência dos mais aptos.” [7]

Robby Kossmann, zoólogo Alemão que mais tarde se tornou professor de medicina, expressou um ponto de vista proto-Nazi num ensaio de 1880 com o título de “The Importance of the Life of an Individual in the Darwinian World View”:

A visão do mundo Darwiniana tem que olhar para a actual concepção sentimental do valor da vida do indivíduo humano como uma sobrevalorização que está a impedir por completo o progresso da humanidade. O estado humano, tal como todas as comunidades animais individuais, tem que atingir um nível de perfeição ainda mais elevado, se houver alguma possibilidade nela, através da destruição dos indivíduos menos dotados, como forma dos excelentemente mais dotados conquistarem espaço para a expansão da sua descendência. . . . O estado só tem a ganhar em preservar a vida mais excelente à custa dos menos excelentes.[8]

Não existem dúvidas de que Hitler absorveu as implicações sociais do Darwinismo, e tal como Richard Weikart demonstrou no seu livro de 2004 com o título de “From Darwin to Hitler”, essas implicações já tinham uma longa história na Alemanha.Algumas pessoas dirão que Hitler “distorceu” o Darwinismo visto que não há nada dentro da teoria da evolução que seja inerentemente anti-semita. Certamente que Darwin nâo era anti-semita, e sou de opinião de que ele também não era um Marxista, no entanto foi Karl Marx quem escreveu o seguinte a Friedrich Engels:

Embora desenvolvida duma maneira Inglesa, este é o livro que tem dentro de si os fundamentos na história natural do nosso ponto de vista. [9]

Tal como a história o demonstra, o Marxismo global tem uma história ainda mais selvagem que o Nazismo, tal como “O Livro Negro do Comunismo” o demonstra, e não há dúvidas de que a teoria da evolução e o ateísmo eram as forças motrizes. [10]

Em jeito de análise final, quer a teoria da evolução tenha sido distorcida ou não, é irrelevante. A evolução é uma visão do mundo que pode ser moldada como forma de e justificar qualquer sentimento moral – o bem, o mal, o indiferente – visto que não há um governador moral, ou como diz a Declaração de Independência dos Estados Unidos,   “o Juiz Supremo do mundo,” que Se encontra fora do cosmos material. Não há um “dever” dentro da evolução, e os evolucionistas modernos juram em favor disto.

Fonte: http://bit.ly/1uJxrYP

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Como diz o autor do texto,  a parte mais demoníaca da teoria da evolução é o facto dela negar a intervenção do Juiz Supremo nos afazeres da vida humana. Se Darwin está certo, então Deus não existe, e se Deus não existe, então não há nada de absolutamente errado em matar seres humanos apenas e só por serem de outro grupo étnico. Cada evolucionista pode usar a teoria da evolução para justificar o que ele bem entender porque, ao negar o Criador, a teoria da evolução dá aos seres humanos a “liberdade” para arbitrariamente gerar códigos morais que estejam do agrado dos seus desejos e das suas paixões.

Resumindo, a teoria da evolução não e perigosa porque erradamente diz que répteis evoluíram para pássaros (uma impossibilidade científica), mas sim porque diz que o Criador não é necessário para explicar a origem e diversidade da vida. E esta crença por si só é tudo o que é preciso para que genocídios sejam evolutivamente justificados.

Referências:
1.Quoted in James Burke, The Day the Universe Changed (Boston, MA: Little, Brown and Company, 1985), 265.
2. Burke, The Day the Universe Changed, 265.
3. Burke, The Day the Universe Changed, 266. Haeckel falsified the illustrations that accompanied a technical article he published 4. in 1868. See Ian T. Taylor, In the Minds of Men: Darwin and the New World Order (Toronto, Canada: TFE Publishing, 1987), 274–281.
4. Burke, The Day the Universe Changed, 265.
5. Burke, The Day the Universe Changed, 273.
6. Quoted in John W. Whitehead, The End of Man (Westchester, IL: Crossway Books, 1986), 53.
7. Quoted Burke, The Day the Universe Changed, 271.
8. Quoted in Richard Weikart, From Darwin to Hitler: Evolutionary Ethics, Eugenics, and Racism in Germany (New York: Palgrave Macmillan, 2004), 2.
9. Marx to Engels (December 19, 1860) in Marx-Engels Werke (Berlin, 1959), 30:131. Quoted in Weikart, From Darwin to Hitler, 4.
10. Daniel Peris, Storming the Heavens: The Soviet League of the Militant Godless (Ithaca, NY: Cornell University Press, 1998).
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Pacto Faustiano

“E não é maravilha, porque o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz.” – 2 Cor 11:14

Por Nick Redfern

Livro_Final_EventsNo meu livro Final Events, falei da estranha história dum grupo ao estilo think-tank, pertencente ao Governo Americano, com a alcunha de The Collins Elite. A sua crença é  de que o fenómeno OVNI tem – literalmente – origens demoníacas, e que o ponto de vista extraterrestrial é apenas uma engenhosa e enganosa artimanha usada por Satanás. O seu [de Satanás] propósito: permitir que ainda mais dos seus seguidores enterrem as suas garras em todos nós, e levar-nos através dum percurso distintamente sombrio antes do Dia do Julgamento, e antes que a contagem final tenham início.

Como alguém que não tem qualquer visão particular em torno da natureza da religião e da vida-depois-da-morte, não tenho uma opinião real sobre a validade das crenças da  Collins Elite para além do facto de tal grupo think-tank  realmente existir. Mas o que me interessa mais do que qualquer coisa, é que um certo tema que percorre pela maior parte desta história, pode ser encontrado a nível oficial noutro lugar, e isso é algo que considero perturbador.

Fui colocado na pista do grupo Collins Elite por um homem chamado Ray Boeche. Para além de ser um sacerdote Anglicano, Ray é um antigo director-estadual (para o Nebraska) do grupo Mutual UFO Network: MUFON. Numa entrevista verdadeiramente fascinante com Ray, em 2007, Ray falou-me da forma como ele havia sido clandestinamente abordado por dois físicos do Departamento de Defesa [ed: “Department of Defense” = DoD] que trabalhavam num programa secreto onde se tentava entrar em contacto com aqueles que Ray descreveu como “Entidades Não-Humanas” [ed: Non-Human Entities”, ou “NHE’s]”.

Em termos UFOlógicos [ed: UFO = Unidentified Flying Object = OVNI], nós iríamos identificar estas identidades com o diminutivo, “Greys” com-olhos-escuros. As pessoas envolvidas no projecto DoD podem muito bem ter começado com essa visão, mas chegaram à conclusão que isso nada mais é que um terrível estratagema. Tal como o Collins Elite, as fontes garganta-funda de Ray finalmente aceitaram que as entidades envolvidas são demoníacas.

Mas há mais um interessante – e perturbador – aspecto dentro desta revelação: havia pessoas envolvidas no projecto que acreditavam que o estabelecimento de contactos com os NHEs numa forma de “Pacto Faustiano”, como maneira de entender e aproveitar os seus extraordinários e potencialmente letais poderes, poderia na verdade ser uma ajuda no desenvolvimento de armas com bases ocultas, tais como a habilidade de provocar assassinatos psíquicos.

Quer as entidades sejam demoníacas ou não, até hoje eu não sei. No entanto, o que eu sei é que a história está absolutamente repleta de exemplos onde as pessoas se envolveram com a esfera do ocultismo como um esforço concertado de entrar em contacto com entidades que se encontravam para alem do véu, apenas para ver as coisas a desabar à sua volta. Problemas de saúde (tanto mentais como físicas), muitos e alongados momentos de azar, desastre e infortúnio, loucura total, e até morte, são tudo sinais do que muitos qualificam de “repercussão psíquica”. E pelo que o Ray Boeche ficou a saber, era precisamente isso que o projecto do DoD estava a sofrer – e é precisamente por isso que tive sérias preocupações em torno da continuação de tais pesquisas.

Mas desde a publicação do Final Events, deparei-me com mais dados perturbadores sugerindo que os pactos Faustianos ainda estão em operação – e têm estado há já muito tempo. Uma história deste tipo foi reportada por um homem previamente envolvido com um grupo militar Americano com o nome de Night Stalkers, que mantinha a tese de que o propósito do fenómeno da mutilação de gado era uma forma de apaziguamento das entidades ocultas, com quem elementos do mundo oficial estavam desesperadamente a tentar entrar em contacto e com quem esses elementos oficiais tentavam trabalhar em conjunto.

Essencialmente a sua história é a de que a remoção de órgãos vitais, e particularmente do sangue, do gado mutilado não é o trabalho de seres alienígenas – tal como muitos dentro da comunidade UFÓloga querem que acreditemos – mas sim, segundo a fonte, obra das próprias forças militares. Segundo me foi dito, isto é feito assim de modo a que o sangue e os órgãos vitais possam ser usados em antigos rituais de apaziguamento feitos em honra a divindades incrivelmente antigas, do tipo que podem oferecer algo em troca: poderes sobrenaturais que, se forem entendidos e aproveitados, podem até ser usadas como armas.

Isto, claramente, é muito semelhante ao teme central da história disponibilizada por Ry Boeche em 1991, isto é, fazer acordos com habitantes duma esfera sombria como forma de atingir uma quase-singular vantagem militar sobre os potenciais inimigos. E eu vejo outro exemplo disto.

Rosemary_Ellen_GuileyAcabei recentemente de ler um novo e fascinante livro de Rosemary Ellen Guiley e Philip Imbrogno com o nome de The Vengeful Djinn. O livro é um excelente estudo integral de toda a controvérsia em torno dos Djinns – duma perspectiva histórica, sobrenatural e cultural. E o livro deixa bem claro que os Djinns claramente não são entidades cujos caminhos nós devamos cruzar.

Mas, para além de ser um tremendo estudo do fenómeno Djinn, existe uma parte do livro que, aos meus olhos, claramente se destacou acima das outras.

A secção com o título de The Vengeful Djinn foca-se numa viagem que Imbrogno fez à Arábia Saudita em 1995. Durante a visita, Imbrogno ficou a saber das tentativas a longo prazo duma “unidade especial” dos militares Americanos de “capturar” um Djinn. Segundo o que foi dito a Imbrogno por parte dum primo do Príncipe Khalid bin Fahd, o propósito do programa era o de assegurar para os Governo dos EUA “um engenho tecnológico que permitisse que os jinn atravessasse paredes sólidas e viajar através de janelas dimensionais.”

O primo do príncipe não sabia até que ponto tal operação havia sido bem sucedida. Se tal objectivo extraordinário tivesse sido atingido, no entanto, Imbrogno havia sido notificado que o mesmo teria ficado secreto, guardado junto dos membros pertencentes aos mais altos níveis hierárquicos. Semelhantemente, e enquanto visitava o Omã,  Imbrogno ouviu duma história em torno dos governos de Omã e dos Estados Unidos e como ambos sabia dos Djinns, e como estavam a tentar “lidar com eles”.

Claramente, observamos algo que está de acordo com o relato de Ray Boeche, e com o fenómeno da mutilição de gado, isto é, fazer pactos com entidades sobrenaturais devido à percepção de que podem ser feitos ganhos segundo a perspectiva militar.

Admito que não tenho crenças firmes em torno da natureza de outras dimensões de existência, para além da minha certeza de que elas existem e elas parecem dominadas por entidades que não têm em mente o que é melhor para nós. E, consequentemente, não vejo bem algum a ser atingido duma situação onde as forças militares e governamentais têm a arrogância de acreditar que realmente podem lidar, enfrentar, e explorar estas entidades – e, por fim, atingir algo que, do ponto de vista da burocracia estatal, é considerado proveitoso: o desenvolvimento de armas sobrenaturais fantásticas.

Só existe um resultado positivo, e inevitável, de se fazer um pacto Faustiano com formas de vida sobrenaturais. O problema, no entanto, é que os resultados só é positivo para eles e não para nós.

Fonte: http://bit.ly/1BlBQ2U

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DemoniosBasicamente, o que o autor do texto diz é que as forças militares de alguns governos mundiais já se aperceberam que o fenómeno OVNIs não vem doutros planetas mas sim de outras dimensões de realidade. Ou seja, os “ETs” não viajam grandes distâncias para chegar à Terra; eles só atravessam uma dimensão para outra. Infelizmente, e tal como aconteceu com Eva no Paraíso, a sede por conhecimento sobrepõe-se ao Mandamento de Deus de nunca tentar obter verdades espirituais que não tenham sido filtradas por Ele mesmo, e eles propositadamente  tentam comunicar com estas entidades.

Os governos envolvidos nestes projectos pseudo-militares realmente acreditam que estas entidades lhes podem conferir algum tipo de “conhecimento” que lhes pode ser útil num hipotético confronto bélico. A óbvia realidade dos factos é que o confronto “bélico” já está a ocorrer, e eles (os seres humanos que tentam contactar estas entidades) é que são o campo de batalha.

Não deixa de ser bem revelador que as pessoas que se deixaram envolver nestes “contactos” demoníacos já se tenham apercebido que estas entidades não nos chegam doutros planetas mas sim doutras dimensões, mas ainda existam “Cristãos” que acreditam que “existe vida noutros planetas” ou que “os ETs estão a visitar a Terra.

Só existem duas fontes de conhecimento no mundo: Deus ou os demónios. Se por acaso o que tu acreditas em relação ao mundo espiritual não está de acordo com a Palavra de Deus, então já sabes de onde ele vem.

“Todo aquele que é da verdade ouve a Minha Voz.”
~ João 18:37 ~

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O mito de que as religiões causam guerras

Por Robin Schumacher (editado por Matt Slick)

Os ateus e os humanistas seculares frequentemente fazem a alegação de que a religião é a causa primária da violência e das guerras combatidas pela humanidade através da História. Sam Harris, um dos mais vocais defensores do movimento anti-religioso, afirma no seu livro The End of Faith que a fé a religião são “as mais prolíficas fontes de violência da nossa história.”

Embora não se possa negar que campanhas tais como as Cruzadas e a Guerra dos Trinta Anos dependiam da ideologia religiosa, está incorrecto afirmar que a religião tem sido a causa primária das guerras. Mais ainda, embora não haja debate em torno do facto do islão radical ter sido o espírito por trás do 11 de Setembro, é uma falácia dizer que todas as confissões religiosas contribuem de forma igual sempre que a violência e as guerras de inspiração religiosa se fazem sentir,

Uma fonte interessante de verdade em torno deste assunto são os três volumes de Philip e Axelrod com o nome de Encyclopedia of Wars, que documentam cerca de 1,763 guerras que foram levadas a cabo no decurso da história humana. De todas estas guerras listadas, os autores categorizam 123 como havendo tido natureza religiosa, que são uns espantosos e extremamente baixos 6.8% de todas as guerras. No entanto, quando se subtraem as guerras levadas a cabo em nome do islão (66), a percentagem é cortada em mais de metade para 3.23%.

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Isto significa que, exceptuando o islão, todas as confissões religiosas do mundo causaram menos de 4% de todas as guerras e conflitos violentos da Historia. Mais ainda, as religiões não tiveram qualquer papel nas maiores guerras que resultaram no maior número de mortos. Certamente que isto coloca em causa o argumento de Harris, certo?

A realidade dos factos é que as motivações não-religiosas, bem como as filosofias naturalistas, são responsáveis por quase todas as guerras da História. As casualidades humanas resultantes de guerras levadas a cabo por motivação religiosa nada são quando comparadas às casualidades resultantes de guerras cujos regimes nada queriam saber do que Deus dizia – algo ressalvado por R. J. Rummel no seu trabalho com o nome Lethal Politics and Death by Government:

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 Rummel afirma:

Quase 170 milhões de homens, mulheres e crianças foram baleados, espancados, torturados, esfaqueados, queimados, esfomeados, congelados, esmagados, forçados a trabalhar até à morte, enterrados vivos, afogados, enforcados, bombardeados ou mortos de qualquer outra forma através da qual os governos infligiram a morte a cidadãos desarmados desamparados, ou a estrangeiros O número de mortos poderia concebivelmente ser 360 milhões de pessoas. Isto é quase como se a nossa espécie tivesse sido devastada por uma Peste Negra moderna. E de facto, foi, mas foi uma peste de Poder e não de germes.

As evidências históricas são bastante claras: a religião não é a causa primária das guerras.

Se a religião não pode ser culpada pela maior parte das guerras e da violência, então qual é a causa primária? A causa primária é a mesma que despoleta todos os crimes, actos de crueldade, perdas de vida, e todas as outras coisas. O Senhor Jesus didisponibiliza resposta em Marcos 7:21-23:

Porque, do interior do coração dos homens, saem os maus pensamentos, os adultérios, as prostituições, os homicídios, os furtos, a avareza, as maldades, o engano, a dissolução, a inveja, a blasfémia, a soberba, a loucura. Todos estes males procedem de dentro, e contaminam o homem.

Tiago (obviamente) concorda com o que o Senhor diz, quando escreve: (Tiago 4:1-2)

DONDE vêm as guerras e pelejas entre vós? Porventura não vêm disto, a saber, dos vossos deleites, que nos vossos membros guerreiam? Cobiçais, e nada tendes; sois invejosos, e cobiçosos, e não podeis alcançar; combateis e guerreais, e nada tendes, porque nada pedis

…..
Resumidamente, as evidências revelam que os ateus estão bastante errados no que toca às guerras que eles tanto menosprezam. O pecado, e não a religião (e certamente que não o Cristianismo), é a causa primária das guerras e da violência.

Fonte: http://bit.ly/1rl49hN

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O que o Senhor Jesus Cristo nos revelou há quase 2,000 anos atrás, confirmou-se de forma gráfica e brutal nos regimes ateus do século 20: quanto mais o governo se afasta de Deus, mais susceptível ele é de se tornar genocida. Portanto, se os militantes ateus realmente se preocupam com as guerras e com a violência, tudo o que eles têm que fazer é garantir que os regimes dos seus países nunca adoptem a anti-religiosidade, e especialmente o anti-Cristianismo, como filosofia dominante.

O governo é o maior genocida da história da humanidade, e desde logo, todos os “movimentos sociais” que apoiam o aumento do poder do governo na vida social, estão a pavimentar um caminho que pode acabar em genocídio. E temos a História para confirmar isto.

Sam_Harris_Most Interesting

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Como forma de combater o terrorismo islâmico, evolucionistas ingleses atacam o criacionismo Bíblico

Numa tentativa de lutar contra o “extremismo” religioso, a Secretária da Educação Britânico anunciou que qualquer escola que ensine a criação perderá o financiamento governamental.

Nicky_MorganNicky Morgan, Secretária da Educação da Grã-Bretanha, entregou uma declaração ao Parlamento Britânico no mês passado, onde ela condenou a propagação dos pontos de vista religiosos dentro das Escolas Britânicas. Citando um relatório recém-publicado, Morgan colocou ênfase particular no perigo da infiltração das crenças radicais islâmicas dentro das escolas:

Não existe qualquer evidência de radicalização ou extremismo violento. Mas existe um relato claro no relatório de pessoas em posição influente nas escolas, e com uma interpretação limitada e  restrita da sua fé, a usar essa posição não para promover os valores Britânicos fundamentais, e  não colocarem em causa os pontos de vista extremistas dos outros.

O relatório mencionado por Morgan denuncia o ensino da criação nas escols públicas, sugerindo que crenças anti-evolucionistas são comparáveis ao islão radical. Uma secção do relatório alega que as crenças religiosas equivalem “ao ensino de crenças como facto”:

Alguns membros o staff afirmaram que o criacionismo tem sido ensinado como facto nas aulas de ciência e nas assembleias da  Park View School. Um membro do staff da Escola Park View reportou que os alunos haviam dito: “Fui feito do barro … A evolução nunca ocorreu.”

Adicionalmente, os oficiais do sistema de educação Britânico afirmaram que a evolução tem que ser regularmente ensinada aos estudantes, incluindo às pequenas crianças dos infantários. Por exemplo, uma secção do relatório desaprova o tempo limitado que a teoria da evolução recebe numa das escolas:

A evolução é brevemente mencionada aos alunos, e eles são pura e simplesmente dirigidos à página do livro escolar. Um dos professores que fez isto disse aos alunos que eles haviam sido dirigidos ao livro escolar apenas e só para que o professor pudesse cumprir com o programa de Estudo, mas que “isso não era o que eles acreditavam”.

Segundo uma reportagem do The Telegraph, Morgan mencionou também escolas que serão impedidas de receber financiamento Estatal se “promover pontos de vista extremistas”. Como resultado, escolas que ensinem o criacionismo como cientificamente válido irão alegadamente deixar de receber assistência financeira Estatal.

Embora um oficial governamental tenha vincado que as histórias Bíblicas não será forçadas para fora das escolas, os evolucionistas estão a louvar a política pró-evolucionista. “Vitória!”, escreveu um entusiasmado blogueiro evolucionista. “Trabalho feito. Parabéns a todos. Esta é a nossa primeira grande vitória de campanha.”

No entanto, houve outros ficaram perplexos com o facto dos oficiais Britânicos terem comparado o radicalismo islâmico com a crença na criação. Um comentador afirmou:

Prefiro que a criação Cristã seja ensinada nas escolas do que as criação islâmica visto que esta última é usada para ensinar o extremismo.

Outro comentador afirmou que o ensino da criação não é de todo “extremismo religioso”:

Isto dificilmente está ao mesmo nível que fanatismo odioso do islão. Quer se goste ou não, os valores Britânicos baseiam-se nos ensinos Bíblicos.

No início do Verão deste ano, o governo do Reino Unido baniu das escolas públicas o ensino da criação como cientificamente válida. Por essa altura, os oficiais governamentais determinaram que o debate entre a criação e a evolução pode ser levado a cabo,  desde que a evolução seja apresentada como cientificamente válida e a criação como uma crença sem fundamento.

Terroristas

Fonte:  http://bit.ly/1vkFLeq
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