Engenho mecânico com cerca de 2000 anos encontrado em rochas com “milhões de anos”

Modificado a partir dum original de Calvin Smith

A actual visão do mundo evolucionista, ensinada pela maioria das escolas, promove a crença numa História onde a humanidade foi ficando progressivamente maior e mais inteligente à medida que “evoluía” através do tempo. Muitas pessoas não conseguem conceber a ideia de pessoas tecnologicamente avançadas a existir milhares de anos antes de nós. Histórias como o Dilúvio de Noé foram classificadas de “mitos” por muitas pessoas [incluindo “Cristãos” com fé mais fraca] simplesmente porque essas pessoas  não conseguem acreditar que um homem “primitivo” como Noé pudesse construir uma embarcação do tamanho dum “transatlântico”, tal como a embarcação que está descrita em Génesis 6.

EngenhoOcasionalmente, no entanto, os observadores mais atentos podem descobrir notícias que estão de acordo com a visão Bíblica da História, que reporta que o Homem foi criado muito inteligente mas que com o passar do tempo foi-se degenerando (e não evoluindo) devido aos efeitos do pecado e da Maldição consequentes da rebelião do Homem contra Deus.

Há pouco tempo atrás, a CBC News emitiu uma história em torno dum engenho feito entre 150 AC a 100 AC, descoberto em 1901 num navio naufragado na ilha Grega com o nome de Antikythera. Um ponto interessante presente na notícia é o facto do engenho estar “embutido numa rocha”, e que a mesma ter sido previamente analisada com raio-X como forma de se saber o que estava no seu interior – uma clara admissão de que a formação de rochas não demora “milhões de anos”, tal  como é erradamente e normalmente ensinado nas escolas e nas universidades.

O artigo descreve o engenho duma forma elogiosa usando termos tais como “…simplesmente extraordinário….” e “A forma como a mecânica se encontra construída faz o nosso queixo cair. Quem quer que tenha construído este engenho, fê-lo duma forma extremamente boa.”

Descrevendo a máquina como um computador analógico, o artigo da CBC News declara que o mesmo tem uma engrenagem diferencial (normalmente associada aos automóveis modernos), e que o mesmo era capaz de rastrear os movimentos do sol, da lua e dos eclipses. Para além disso, suspeita-se que o mesmo engenho era também capaz de acompanhar os movimentos planetários. A complexidade do engenho é comparável a dum relógio do século 18.

O ponto mais importante em torno da descoberta encontra-se bem dentro do artigo na seguinte citação do mesmo:

A maior questão que intriga os cientistas é a forma como um engenho tão útil pode ter desaparecido por completo dos registos arqueológicos, tanto assim que nenhum registo de algo assim tão complexo apareceu durante os 1000 anos que se seguiram. Michael Wright, curador do Museu de Ciência de Londres, declara:

“Para mim é tão fácil acreditar que este engenho sobreviveu este tempo todo sem ser registado, tal como como é fácil acreditar que ele foi re-inventado duma forma tão semelhante”

Estas citações salientam um ponto importante: alguma da tecnologia que nos foi dito que foi inventada no século 18 muito provavelmente já se encontrava presente há milhares de anos, mas não se encontrava no entanto documentada. Logo, a inteligência para construir tais engenhos já se encontra presente há muito tempo.

A tecnologia avançou rapidamente durante os últimos 100 essencialmente devido à documentação e à partilha de ideias. Hoje em dia, é possível “actualizar-se” e construir algo com base nas descobertas de outras pessoas; mas uma pessoa ou um grupo isolado de pessoas rapidamente reverte para um estado “primitivo” num curto período de tempo. (Quantas pessoas seriam capazes de construir uma casa, ou um telemóvel ou um computador a partir do nada?)

Levemos em consideração a quantidade de avanços tecnológicos que ocorreram durante os últimos 300 anos. Fomos capazes de desenvolver a electricidade, os automóveis e os computadores dentro desse espaço de tempo. A humanidade pode ter conseguido muitas coisas durante os 1656 anos que se passaram desde a Criação até ao Dilúvio de Noé.

Claro que sem uma estrutura organizada onde as ideias podem ser registadas e partilhadas, a tecnologia não se pode desenvolver muito. A ausência dum governo e de forças policias (para punir os malfeitores) seria um factor limitante para o avanço da tecnologia antes do Dilúvio. Para além disso, temos que levar em conta que foi o Cristianismo Bíblico, e as crenças que procedem dessa Fé, que abriram as portas para o florescimento da ciência e da tecnologia na Europa Ocidental.

Adão foi criado perfeito e com a capacidade de se comunicar (ele deu o nome a todos os animais num curto espaço de tempo). Génesis 4:21-22 regista a metalurgia, bem como os instrumentos musicais, num curto espaço de tempo após o momento da criação. Tais tarefas requerem um elevado nível de inteligência e de criatividade, algo que também foi necessário para a construção da Arca de Noé.

Portanto, embora muito provavelmente não existissem computadores portáteis na Arca, para aqueles que não têm o véu do pensamento evolucionista bem como os “milhões de anos” a obscurecer o seu pensamento, salienta o facto dos antigos não terem sido de forma alguma “primitivos” ou menos inteligentes do que as pessoas dos dias de hoje.

Fonte: http://goo.gl/WxUsuz

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Tal como falado previamente, tudo aquilo que nos foi “ensinado” sobre a história do nosso passado é mentira, e este achado só vem confirmar isso mesmo. A tragédia disto tudo não é o facto de existirem misoteístas que negam a ciência e a Bíblia, mas sim existirem pseudo-Cristãos que se alinham com os inimigos de Deus, e desvalorizam a importância histórica daquele que muito provavelmente é o Livro mais importante da Bíblia – o Livro de Génesis.

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Quando é que uma baleia é uma baleia?

Por Duane Gish, Ph.D.

Os evolucionistas estão desesperados por encontrar formas transicionais ou formas intermédias como forma de validar a sua teoria. Se, tal como eles acreditam, milhões de espécies de plantas e de animais evoluíram através das centenas de milhões de anos, muitos biliões e biliões de formas transicionais teriam que ter vivido e morrido durante esses milhões de anos, e como tal, não deveria existir dificuldade em encontrar um numero imenso destas formas transicionais.

De facto, para além das 250,000 espécies fósseis distintas na sua posse, os nossos museus deveriam ter consigo milhares de formas transicionais. Não seria preciso ser um paleontólogo especialista e anatomista para reconhecer, por exemplo, uma estrutura intermédia entre um membro anterior e uma asa, ou algo a meio caminho entre uma mandíbula normal dum réptil e o bico dum dinossauro com bico de pato. No entanto, e para grande consternação dos evolucionistas, quando se fala nas tão-ansiadas formas transicionais, os evolucionistas têm que se contentar com pouco ou nada.

A situação é notavelmente verídica quando se fala na origem das baleias, dos golfinhos e de outros mamíferos marinhos.Numa das declarações finais de Romer durante a sua discussão sobre os sub-ungulados (coelhos europeus, elefantes), ele diz:

….. os coelhos europeus, os proboscídeos e os sirénios já eram grupos distintos quando aparecem pela primeira vez no registo fóssil. [1]

Olson declara que se formos em busca dos ancestrais dos mamíferos marinhos, iremos esbarrar contra uma parede vazia no que toca as etapas intermédias entre a terra e o mar. [2] O seu comentário inclui focas, golfinhos e baleias.

Falando sobre baleias, Colbert disse:

Estes mamíferos devem ter tido uma origem antiga visto que nenhuma forma intermédia é aparente no registo fóssil entre as baleias e os ancestrais placentários do Cretáceo. Tal como os morcegos, as baleias (e uso este termo no sentido geral e inclusivo), aparecem subitamente no início da Era Terciária, totalmente adaptadas devido às modificações profundas da sua estrutura mamífera básica para um modo de vida altamente especializado. De facto, as baleias estão ainda mais isoladas em relação aos outros mamíferos que os morcegos; elas estão totalmente sozinhas. [3]

Na sua ânsia de disponibilizar evidências que fechem esta enorme lacuna, e no processo, confirmarem as suas expectativas e engrandecerem as suas reputações e as suas carreiras, não questionamos a honestidade dos evolucionistas, mas sim a sua objectividade e as suas conclusões, baseadas que são em evidências duvidosas e insuficientes.

PakicetusEm 1983, as manchetes dos jornais de todo o mundo trombetearam a descoberta da assim-chamada baleia primitiva que estabeleceu uma ligação entre as baleias e o seu hipotético ancestral mamífero terrestre – o carnívoro mamíferos ungulado com o nome de Mesonyx – tendo como base um artigo publicado por  Gingerich e pelos colegas de trabalho. [4] O material-fóssil nada mais era que uma parte posterior do crânio, dois fragmentos da mandíbula inferior, e dentes isolados da parte superior e inferior da bochecha. A criatura recebeu o nome de Pakicetus inachus.

Este fóssil foi encontrado em sedimentos encarnados fluviais, ou depósitos produzidos pelos rios, coloridos pelo material lixiviado a partir de minérios de ferro. Esta formação é, portanto, um depósito terrestre ou continental. Os restos fósseis associados ao Pakicetus eram dominados por animais terrestres. Restos fósseis de  não-mamíferos incluem outros restos de animais terrestres tais como as caracóis, peixes (especialmente peixes-gato), tartarugas, e crocodilos. Estas evidências indicam um ambiente fluvial e continental e não um ambiente marinho, tal como seria de esperar para uma baleia ou para um animal parecido com uma.

É bastante significativo o facto do mecanismo auditivo do Pakicetus ter sido o de um mamífero terrestre, e não o de uma baleia, visto que não existem evidências de que ele podia ouvir directamente quando se encontrava submerso, e nem há qualquer tipo de sinal de vascularização do ouvido médio como forma de manter a pressão durante os mergulhos. Os autores afirmaram que os dentes do Pakicetus assemelham-se aos dentes dos mesoniquídeos, que provavelmente se alimentavam de carniça, moluscos ou matéria vegetal endurecida. Com base nestas evidências, a ideia de que o Pakicetus era algo mais que um outro animal terrestre sem qualquer ligação com mamíferos marinhos foi colocada em causa.[5]

A mais recente alegação relativa a uma possível descoberta dum elo entre os mamíferos terrestres e  mamíferos marinhos esteve presente num artigo de Janeiro de 1994 da revista científica Science.[6] Mais uma vez, o artigo serviu de base para manchetes dos jornais por todos os Estados Unidos. Por exemplo, o Cleveland Plain Dealer publicou um relatório num artigo presente nesse jornal no dia 16 de Janeiro de 1994 com o título a negrito, “Fóssil Aparentemente Pertence a Uma Baleia Andante – Criatura Pode Ser o Elo Perdido”.

Uma vez que as baleias não andam sobre a terra, os cépticos iriam questionar imediatamente o que havia motivada a designação desta criatura como “baleia”, independentemente do tipo de criatura ela tenha sido. Na verdade, num comentário publicado na mesma edição da revista Science (onde apareceu o relatório original), o escritor declara:

Os autores disponibilizam algumas evidências para a aparentemente ridícula conclusão de que as baleias arcaicas eram capazes de caminhar em terra. [7]

Ambulocetus_NatansOs investigadores deram o nome de Ambulocetus natans ao seu achado – de ambulate (andar), cetus (baleia), e natans (nadar). Portanto, eles acreditam que esta criatura não só andava em terra, como nadava nos mares. No seu relatório, os autores declaram:

Ao contrário dos cetáceos modernos, o Ambulocetus certamente que era capaz de andar em terra, provavelmente duma forma semelhante aos leões marinhos ou aos lobos marinhos. Dentro de água, o Ambulocetus combinava aspectos da locomoção das focas, das lontras, e dos cetáceos…. E como tal, o Ambulocetus representa um intermédio importante entre os mamíferos terrestres e os cetáceos marinhos.[8]

Diz-se que Hans Thewissen, professor-assistente de anatomia na Northeastern Ohio Medical School, Tasseer Hussain, professor de anatomia na Harvard University, e M. Arif, geólogo no Geological Survey of Pakistan, deram com o fóssil durante escavações que decorreram em 1992, nas colinas a oeste de Islamabad, Paquistão. O Plain Dealer, bem como o seu artigo, tem uma boa imagem do fóssil.  Quando alguns membros do staff do Institute of Creation Research analisaram a imagem, sabendo que  Thewissen e os seus colegas haviam-no identificado como uma baleia, riram-se.

Os evolucionistas podem alegar que este riso é consequência da ignorância das distinções anatómicas subtis;  no entanto, associar a palavra “baleia” a uma criatura com pernas dianteiras e traseiras grandes e poderosas parece um bocado ridículo para os cépticos.

No seu artigo presente na revista Science,[6] Thewissen e os seus colegas de trabalho declaram que o Ambulocetus era mais ou menos do tamanho dum leão marinho macho, pesando cerca de 294 kgs, e tinha um rádio a uma ulna robustos (os dois ossos do antebraço). Eles reportaram que a estrutura do antebraço teria permitido poderosas extensões do cotovelo através do tríceps, e que, ao contrário dos cetáceos modernos, o cotovelo, punho e articulações digitais eram flexíveis e sinoviais (lubrificados).

A mão era longa e alargada, e contendo cinco dígitos. O fémur era curto e robusto, e os pés eram enormes. Os dedos acabavam numa curta falange contendo um casco convexo. Os autores sugeriram ainda que, ao contrário dos cetáceos modernos, o Ambulocetus tinha uma cauda longa, e que provavelmente não tinham barbatanas caudais. Eles dizem ainda:

Ao contrário dos cetáceos modernos, o Ambulocetus  certamente que era capaz de andar em terra, e provavelmente duma forma semelhante aos leões-marinhos ou aos lobos-marinhos. Dentro de água, ele combinava os aspectos da locomoção das focas modernas, lontras e outros cetáceos. Tal como os cetáceos modernos, ele nadava movendo a sua espinha para cima e para baixo, mas ao contrário das focas, a superfície propulsora principal era disponibilizada pelos seus pés. [8]

Seria interessante saber o que fazia uma baleia com membros posteriores que acabavam num pé com cascos, ou com qualquer tipo de membros posteriores e anteriores.

É reportado que o fóssil do Ambulocetus foi encontrado num leito de lodo e lama que continha impressões de folhas e Turritella em abundância (um gastrópode marinho).[6] Isto parece sugerir que o Ambulocetus vivia à beira-mar, provavelmente alimentando-se de animais terrestres e/ou plantas, e talvez vasculhando os mares rasos em busca de  gastrópodes e moluscos. Foi também reportado que a camada geológica do fóssil era do período Eoceno Inferior-ao-Médio, e aproximadamente 120 metros acima do estrato geológico onde o Pakicetus foi encontrado.

Berta, nos seus comentários ao artigo de Thewissen, et al, dá uma idade de 52 milhões de anos para os sedimentos do Paquistão onde o Ambulocetus foi encontrado. No seu artigo, Thewissen e os seus colegas mencionam a idade de 52 milhões de anos para o Pakicetus, que eles identificam como o “cetáceo mais antigo”. O Ambulocetus, tendo membros dianteiros largos e membros posteriores com cascos, foi encontrado numa cama cerca de 122 metros acima do Pakicetus, e desde logo, não pode ser mais antigo.

O Pakicetus é identificado pelos evolucionistas como o mais antigo cetáceo, mas o Ambulocetus documenta modos de locomoção transicionais na evolução das baleias. Confuso? Também nós estamos.  É reportado que os dentes assemelham-se aos dentes de outros arqueocetos, que os evolucionistas acreditam serem ou baleias arcaicas ou baleias ancestrais. No entanto, os dentes dos arqueocetos são tão semelhantes aos ungulados mesoníquidos, tidos como carnívoros mamíferos com a aparência de lobos, que dois arqueocetos, Gandakasia e Ichthykstes, conhecidos só pelos dentes, foram originalmente classificados como mesoniquídeos.[7]

O Russo G. A. Mchedlidze, perito em baleias, embora mantenha a posição de que o Arqueoceti ocupa uma posição intermédia entre os mamíferos terrestres e o Cetáceo típico, declara que o problema dos relacionamentos filogenéticos entre o Arqueoceti e o Cetáceo moderno é um tópico altamente controverso. Ele reporta que um certo número de autores considera que os Arqueoceti são um grupo completamente isolado, não tendo coisa alguma em comum com os Cetáceos modernos. [9] Se esta opinião está correcta, então os arqueocetos, que alegadamente são baleias arcaicas, não são de forma alguma baleias e nem deram origem às baleias (cetáceos).

Uma busca por textos sobre mamíferos falando de fósseis de criaturas com a aparência do Ambulocetus falha ao não produzir um que seja que se assemelha ao  Ambulocetus, embora o Allodesmus, um carnívoro aquático extinto tido como havendo precedido as morsas, tenha algumas semelhanças.[10]

Se calhar não deveríamos ficar surpreendidos com o facto de Thewissen e os seus colegas se atreverem a chamar o Ambulocetus de “baleia” quando se sabe que Robert Carroll, no seu volumoso tomo com o nome de  “Vertebrate Paleontology and Evolution”, faz a incrível declaração de que “Apesar das diferenças extremas nos hábitos, do ponto de vista de classificação filogenética, é lógico incluir os mesoniquídeos entre os Cetáceos.“[11] Sem dúvida, incrível!

Os mesoniquídeos eram carnívoros ungulados com a aparência de lobos, e tanto quanto se sabe, nunca se aventuraram para perto da água. Carroll declara:

O Mesonyx era do tamanho e com as proporções dum lobo, e, provavelmente, tinha um estilo de vida semelhante. [12]

Carroll e os outros acreditam que a forma do crânio e a dentição do que eles pensam que eram as baleias ancestrais eram semelhantes aos dos mesoniquídeos. Devido a isso,  adoptaram os mesoniquídeos como o animal terrestre do qual evoluíram as baleias. E agora Carroll sugere que se coloquem os mesoniquídeos na ordem dos Cetáceos. E pronto! Estes animais com a aparência de lobos são agora baleias. Quem disse que os evolucionistas não têm formas transicionais?

Conclusão:

O que é que se pode concluir disto tudo? Que a maior parte dos evolucionistas, certos de que as baleias (bem como outros mamíferos aquáticos) têm que ter evoluído de animais terrestres, estariam dispostos a esticar a sua imaginação o quanto fosse necessário de modo a declarar que o Ambulocetus, uma criatura com poderosos membros anteriores e posteriores (estes últimos com cascos), incapaz de nadar até uma profundidade significativa ou ouvir de forma direccional debaixo de água, era, mesmo assim, uma baleia.

Por outro lado, e sem qualquer viés ou pressuposição, nós iremos concluir que, antes de mais, que é ridículo chamar de “baleia” a esta criatura. Segundo: que esta criatura de certeza que não era uma forma intermédia entre um mamífero terrestre e uma baleia, mas quase de certeza um carnívoro que vivia à beira mar, cujos hábitos ainda são um tópico em busca de esclarecimento.

Homem_PiltdownQuando levamos em conta tais proclamações profundas por parte dos evolucionistas, temos que ter em mente que eles estavam igualmente convencidos quando sugeriram ancestrais para a evolução humana, tais como: o Ramapithecus, hoje reconhecido como sendo essencialmente o mesmo que um orangotango moderno; o Homem de Piltdown (na foto), uma fraude que mais não era que o osso maxilar dum macaco moderno associado a um crânio humano; o Homem de Nebraska, que veio-se a descobrir como sendo o dente dum porco; e o Homem de Neanderthal, um suposto sub-humano primitivo actualmente reconhecido como plenamente humano, Homo sapiens, que sofria de problemas patológicos, tais como a artrite e raquitismo (deficiência de vitamina D).

Se os evolucionistas conseguem obter um ancestral humano evolutivo a partir de nada mais que um dente dum porco, então não é problemático que eles possam obter uma baleia a partir dum animal que andava em terra.

Fonte: http://bit.ly/11smZsz
REFERÊNCIAS:
[1] A. S. Romer, Vertebrate Paleontology, 3rd. Edition, Chicago University Press, Chicago, 1966, p. 254.
[2] E. C. Olson, The Evolution of Life, the New American Library, New York, 1965, p. 178.
[3] E. H. Colbert, Evolution of the Vertebrates, John Wiley and Sons, New York, 1955, p. 303.
[4] P. D. Gingerich, N.A. Wells, D. E. Russell, and S. M. Ibrahim Shah, Science 220:403-406 (1983).
[5] D. T. Gish, Evolution: The Challenge of the Fossil Record, Master Books, Colorado Springs, 1985, pp. 79-81.
[6] J. G. M. Thewissen, S. T. Hussian, and M. Arif, Science, 263:210-212 (1994).
[7] Annalisa Berta, Science 263:180(1994).
[8] J. G. M. Thewissan, et al, ibid., p. 212.
[9] G. A. Mchedlidze, General Features of the Paleobiological Evolution of Cetacea (translated from the Russian), A. A. Balkema, Rotterdam, 1986, p. 91.
[10] R. L. Carroll, Vertebrate Paleontology and Evolution, W. H. Freeman and Co., New York, 1988, p. 483.
[11] R. L. Carroll, ibid., p. 521.
[12] R. L. Carroll, ibid., p. 520.
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Estudo científico pode colocar o último prego no caixão do Naturalismo

Modificado a partir do original de Sarah Knapton

A morte é uma deprimente consequência da vida mas os cientistas podem ter encontrado uma luz no fundo do túnel. O maior estudo médico alguma vez feito em torno das experiências de quase-morte e experiências fora-do-corpo apuraram que algum tipo de consciência pode continuar a existir mesmo depois do cérebro se ter desligado por completo.

Experiencia_Fora_CorpoAté bem pouco tempo atrás, este tópico controverso era tratado com cepticismo generalizado, mas cientistas da Universidade de Southampton passaram quatro anos a examinar mais de 2,000 pessoas que haviam sofrido de paragens cardíacas em 15 hospitais do Reino Unido, Estados Unidos e Áustria. O que eles apuraram foi que cerca de 40% das pessoas que haviam sobrevivido descreveram algum tipo de “consciência” durante o tempo em que haviam estado clinicamente mortas (e antes dos seus corações terem sido reiniciados).

Um dos homens lembra-se até de ter saído do seu corpo e ter observado a sua ressuscitação a partir dum dos cantos do quarto. Apesar de ter estado inconsciente e “morto” por três minutos, o assistente social de 57 anos, morador em Southampton, detalhou as acções da equipa de enfermagem e descreveu o som das máquinas. O Dr Sam Parnia, antigo investigador da Universidade de Southampton, actualmente a trabalhar na State University of New York, e líder do projecto, afirmou:

Sabemos que o cérebro não pode funcionar quando o coração pára de bater. Mas neste caso, a percepção consciente parece ter continuado até três minutos depois do coração ter parado de bater, apesar do cérebro tipicamente parar de funcionar 20 a 30 segundos depois do coração parar de bater. O homem descreveu tudo o que existia no quarto, mas mais importante ainda, ouviu dois bips provenientes da máquina que produz um som com um intervalo de 3 minutos. Devido a isto, podemos saber quanto tempo durou a sua experiência.O homem pareceu bastante credível e tudo o que ele disse que lhe havia acontecido, realmente aconteceu como ele disse.

Dos 2060 pacientes que haviam sofrido uma paragem cardíaca, 330 sobreviveram e 140 afirmaram terem experimentado algum tipo de consciência durante o período em que estavam a ser ressuscitados. Embora muitos não tivessem conseguido lembrar detalhes específicos, alguns temas comuns emergiram. Um em cada cinco paciente afirmou que haviam sentido um incomum sentimento de paz ao mesmo tempo que um terço disse que o tempo havia abrandado ou avançado mais rapidamente.

Alguns lembram-se duma luz brilhante, um flash dourado ou o brilho do Sol. Outros recontaram sentimentos de medo ou de afogamento ou de ser arrastado através de águas profundas. Treze porcento dos pacientes afirmou ter-se sentido separado do seu corpo e o mesmo número afirmou que os seus sentidos haviam sido intensificados.

O Dr. Parnia acredita que muitas mais pessoas têm experiências quando elas se encontram perto da morte, mas as drogas ou os sedativos usados no processo de ressuscitação pode impedir que elas se lembrem.

Sam_ParniaAlgumas estimativas sugeriram que milhões de pessoas que haviam tido experiências vívidas em relação à morte mas as evidências científicas haviam sido, na melhor das hipóteses, ambíguas.

Muitas pessoas assumiram que isto nada mais eram que alucinações ou ilusões, mas estas experiências parecem estar de acordo com eventos reais.

Uma proporção ainda maior de pessoas pode ter experiências vívidas com a morte, mas não se consiga lembrar delas devido às consequências de lesões cerebrais ou da presença de drogas sedativas nos circuitos de memória.

Estas experiências merecem mais investigações.

O Dr David Wilde, psicólogo e pesquisador na Nottingham Trent University, encontra-se actualmente a compilar dados em torno das experiências fora-do-corpo, numa tentativa de descobrir algum tipo de padrão que faça algum tipo de ligação entre cada um dos episódios. Ele tem a esperança de que a mais recente pesquisa encoraje novos estudos em relação a este tópico controverso.

A maior parte dos estudos olha de forma retrospectiva, 10 ou 20 anos atrás, mas os pesquisadores foram em busca de exemplos e usaram uma amostra realmente grande, o que dá uma validação enorme ao trabalho. Existem muito boas evidências de que estas experiências estão a acontecer depois das pessoas estarem clinicamente mortas. Nós não sabemos o que está a acontecer e ainda estamos realmente no escuro em relação ao que acontece quando se morre; esperamos que este estudo incida uma lente cientifica sobre esse tópico.

O estudo foi publicado na revista com o nome de Resuscitation, e o Dr Jerry Nolan, o redactor-chefe da revista, afirmou:

O Dr Parnia e os seus colegas têm que ser congratulados por terem concluído um estudo fascinante que irá abrir a porta para mais pesquisas extensas em torno do que ocorre quando morremos.

Fonte: http://bit.ly/1sslsgh

Naturalismo_Morto* * * * * * *

Este tipo de experiência confirma mais uma vez que a alegação “a ciência nada diz sobre o sobrenatural” é falsa. A ciência investiga tudo o que ocorre no nosso mundo – quer tenha causas “naturais” ou “sobrenaturais”.

Outra coisa que estas experiências demonstram é a forma como a investigação honesta das evidências imediatamente afasta os cientistas do Naturalismo. Se estes cientistas agissem como os militantes Naturalistas, nenhum experiência e averiguação poderia ser feita ao que os pacientes alegam uma vez que as conclusões claramente contradizem as teses naturalistas.

Pode ser que este tipo de experiências demonstrem duma vez por todas que todas as ideologias fundamentadas na tese de que nada mais existe para além do mundo físico são falsas.

“Conheço um homem em Cristo que, há catorze anos (se no corpo não sei, se fora do corpo não sei: Deus o sabe), foi arrebatado até ao terceiro céu.
E sei que o tal homem (se no corpo, se fora do corpo, não sei; Deus o sabe)
Foi arrebatado ao paraíso; e ouviu palavras inefáveis, de que ao homem não é lícito falar”
2 Cor 12:2-4

 

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O porquê do Deus da Bíblia ser o Criador

Por Dr Jónatas Machado

Para os antigos mitos cosmogónicos, tudo era o resultado da luta entre divindades monstruosas ou era criado pelo Sol ou pela Lua, ou por deuses arbitrários e caprichosos no Olimpo.

As filosofias da Grécia antiga, diziam que tudo vinha da terra, do ar, da água, do fogo ou de uma quinta-essência.

Os modernos mitos dizem que tudo veio do nada que explodiu!

A Bíblia pretende revelar um Criador espiritual, eterno, infinito, racional, pessoal e moral, autoapresentado como LOGOS.

Deus_CircularSe ela for verdade, não admira que o Universo esteja sujeito às leis da lógica e da matemática, válidas em todos os tempos e lugares, que são precisamente expressões da natura racional, eterna e omnipresente de Deus.

Se a vida foi criada pelo LOGOS, não admira que ela dependa de códigos e informação codificada, em quantidade, qualidade, densidade e miniaturização que transcende toda a capacidade científica e tecnológica humana.

Não surpreende, de resto, que os maiores avanços da tecnologia ocorram sempre que o ser humano pretende imitar o design que se vê na natureza.

Génesis 1 e 2 apresenta uma criação racional, moral, sistemática e ordenada, a única compatível com um Universo que obedece às leis da lógica e da matemática e a regularidades físicas e químicas e com um Deus de vida e não de morte.

A Bíblia ensina que o homem foi dotado de racionalidade e moralidade, porque criado à imagem de Deus. Atentar contra o ser humano é atentar contra o Criador.

No entanto, ele também explica que Deus, como Ser moral, incorporou a moralidade no seu próprio Universo, como uma realidade metafísica objectiva, fortemente ligada à dimensão física.

Ela ensina que por causa do pecado humano, Deus amaldiçoou toda a sua criação, sujeitando-a ao decaimento e à morte.

O DNA tem um sistema de correcção automática que corrobora que a vida foi pensada permanecer para sempre.

No entanto, por causa do pecado, as mutações, a crueldade predatória e a selecção natural são expressão de corrupção, decaimento e morte, como a literatura médica amplamente confirma, e não de evolução e progresso, como os evolucionistas gostam de especular.

A Bíblia ensina que por causa da acumulação do pecado Deus enviou um dilúvio global, que é corroborado pelo facto de 2/3 da Terra estarem cobertos de água e o restante ser constituído por camadas intercontinentais de rochas sedimentares com triliões de fósseis, alguns deles ainda com tecidos moles e DNA de dinossauros.

A Bíblia ensina que Jesus Cristo, nascido de Israel, e por sinal a figura de longe mais influente na história universal, é Deus connosco, tendo levado sobre Si o castigo dos nossos pecados, para permitir vida eterna com Ele a quem aceitar a sua salvação.

Jesus veio resolver o problema fundamental da humanidade, a morte!

Esta entrou no mundo por causa do pecado do homem e só pode ser removida pelo perdão e pela salvação de Deus numa criação restaurada.

Deus2

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Evolução: a teoria anti-científica

Modificado a partir dum texto do Dr. Jason Lisle

Alguns evolucionistas alegam que a ciência é “impossível” sem a teoria da evolução, chegando até a ensinar que a ciência e a tecnologia necessitam dos princípios da evolução moléculas-para-homens de forma a que sejam obtidos resultados produtivos. Para além disso, eles afirmam que aqueles que têm uma visão do mundo criacionista estão em perigo de não entenderem a ciência.1, 2, 3

As pessoas com um pensamento mais critico irão notar que este tipo de argumentos são bastante irónicos visto que a teoria da evolução é contrária aos princípios da ciência. Dito de outra forma, se a teoria da evolução fosse verdade, o conceito de ciência não faria qualquer sentido. A ciência precisa, sim, dum enquadramento Bíblico criacionista de modo a que ela seja possível, e nas próximas linhas veremos o porquê.

As pré-condições da ciência

Biblia_Ciencia_ADNA ciência pressupõe que o universo é lógico e ordenado, e que ele obedece a leis matemáticas que são consistentes ao longo do tempo e do espaço. Embora as condições em diferentes regiões do espaço e diferentes eras temporais sejam bastante diversas, existe no entanto uma uniformidade subjacente .4

Devido ao facto de existir uma tal regularidade no universo, existem  muitas instâncias onde os cientistas são capazes de fazer previsões acertadas em relação ao futuro. Por exemplo, os astrónomos podem computar com sucesso as posições futuras dos planetas, das luas e dos asteróides. Sem a uniformidade na natureza, tais previsões seriam impossíveis e a ciência não existiria. O problema para os evolucionistas é que tal regularidade só faz sentido dentro da visão do mundo Bíblica criacionista.

A ciência exige a visão do mundo Bíblica

O criacionista Bíblico espera que haja ordem no universo porque Deus fez todas as coisas (João 1:3), e também porque Ele impôs ordem no universo. Uma vez que a Bíblia ensina que Deus sustém todas as coisas através do Seu Poder (Hebreus 1:3), o criacionista espera que o universo funcione duma forma lógica, ordenada e mecânica. 5 Para além disso, Deus é Consistente6 e Omnipotente.7 Logo, o criacionista espera que todas as regiões do universo obedeçam às mesmas leis, até regiões onde as condições físicas sejam bastante diferentes, Todo o campo da astronomia requer este importante princípio Bíblico.

Mais ainda, Deus existe para além do tempo (2 Pedro 3:8) e Ele escolheu suster o universo duma forma consistente através dos tempos para benefício nosso. Portanto, mesmo que as condições no passado possam ter sido bem diferentes das condições actuais, a forma como Deus sustém o universo (o que nós chamamos de “leis da natureza”) não sofrerão modificações arbitrárias.8 Deus revelou-nos que existem algumas coisas cuja existência que podemos contar para o futuro – tais como as estações do ano, o cíclo diurno e assim por diante (Génesis 8:22). Por isso, segundo um conjunto de condições específicas, o Cristão consistente tem o direito esperar um certo tipo de resultado visto que ele ou ela confia no Senhor para suster o universo duma forma consistente.

Estes princípios Cristãos são absolutamente essenciais para a ciência. Quando levamos a cabo uma experiência controlada, usando as mesmas condições iniciais, esperamos  obter os mesmos resultados em todas as situações. O “futuro reflecte o passado”, neste sentido. Os cientistas são capazes de fazer previsões porque existe uniformidade, e esta uniformidade deriva do Poder soberano e consistente de Deus. A experimentação científica seria inútil sem a existência de uniformidade no mundo natural visto que obteríamos resultados distintos sempre que levássemos a cabo uma experiência idêntica, destruindo a possibilidade de aquisição de conhecimento científico.

Pode um evolucionista fazer ciência?

Uma vez que a ciência exige o princípio Bíblico da uniformidade (bem como outros princípios Bíblicos), é espantoso que alguém possa ser um evolucionista e um cientista ao mesmo tempo. No entanto, existem cientistas que afirmam acreditar na teoria da evolução. De que forma é isto possível?

A resposta é que os evolucionistas são capazes de fazer ciência porque eles são inconsistentes. Eles aceitam o princípio Bíblico da uniformidade ao mesmo tempo que negam a Bíblia de onde derivam estes princípios. Tal inconsistência é bastante comum no pensamento secular: os cientistas seculares alegam que o universo não foi projectado, mas fazem ciência como se o universo tivesse sido projectado e fosse mantido por Deus duma maneira uniforme. Os evolucionistas podem fazer ciência apenas e só se eles dependerem de pressuposições criacionistas Bíblicas (tais como a uniformidade) que são contrárias à sua alegada crença na teoria da evolução.9

Como é que o evolucionista responde?

O Cristão consistente pode usar a experiência passada como guia para o que é mais provável que ocorra no futuro visto que Deus prometeu que (de certa forma) o futuro irá reflectir o passado (Génesis 8:22). Mas como é que aqueles que rejeitam Génesis podem explicar o porquê de existir uniformidade na natureza? De que forma é que o evolucionista responderia à pergunta, “Porque é que o futuro irá reflectir o passado?”

Uma das respostas mais comuns é: “Bem, o futuro sempre reflectiu o passado, e como tal, eu assumo que sempre irá reflectir.” Mas isto é pensamento circular. Podemos conceder que no passado sempre existiu uniformidade10 , mas como é que sei que a uniformidade irá existir no futuro a menos que já tenha assumido que o futuro reflecte o passado? Sempre que usamos a experiência passada como base para o que é mais provável que ocorra no futuro, já estamos a assumir a uniformidade. Portanto, quando o evolucionista diz que acredita que sempre existirá uniformidade no futuro visto que sempre existiu uniformidade no passado, ele está a tentar justificar a uniformidade assumindo a uniformidade – um argumento circular.

O evolucionista por alegar que a natureza da matéria é tal que ela opera duma forma regular;11 dito de outra forma, a uniformidade é só uma propriedade do universo, Esta resposta também falha.

Biblia_CienciaPrimeiro, esta resposta não responde à questão; pode ser que a uniformidade seja um aspecto da matéria física, mas qual é a explicação? Dentro da visão do mundo evolucionista, qual é o motivo para tal propriedade? Segundo, podemos perguntar de que forma é que um evolucionista sabe que a uniformidade é uma propriedade do universo. Na melhor das hipóteses, pode-se dizer que o universo – no passado – pareceu ter algum tipo de uniformidade.12 Mas como é que sabemos que no futuro o universo continuará a agir duma maneira uniforme, a menos que já saibamos de qualquer outra forma sobre a uniformidade? Muitas coisas neste universo mudam; como é que sabemos que as leis da natureza não irão também elas mudar?

Alguns evolucionistas podem tentar uma resposta mais pragmática: “Bem, nós não conseguimos explicar o porquê, mas a uniformidade parece funcionar, e como tal, vamos continuar a usá-la.” Esta resposta também falha por dois motivos: Primeiro: nós só podemos alegar que a uniformidade parece ter funcionado no passado; não existem garantias de que ela continuará a funcionar no futuro a menos que já tenhamos motivos para assumir a uniformidade (que é o que o Cristão tem). No entanto, os evolucionistas assumem que a uniformidade será verdade no futuro.

Segundo: esta resposta admite que a uniformidade não tem explicação dentro da visão do mundo evolucionista – que é precisamente o ponto. Ninguém está a negar que a uniformidade exista, mas sim que só a visão do mundo criacionista Bíblica a pode explicar. Os evolucionistas só podem fazer ciência se forem inconsistentes, isto é, se assumirem conceitos criacionistas Bíblicos ao mesmo tempo que negam a criação Bíblica.

A evolução teísta não resolve nada

Alguns evolucionistas podem alegar que eles podem justificar a uniformidade da mesma forma que o Cristão o faz – apelando a um deus que sustém o universo duma forma mecânica.13 Mas em vez de acreditarem na criação descrita no Livro de Génesis, eles acreditam neste deus que criou através dos milhões de anos de evolução. No entanto, a evolução teísta não resolve o problema visto que o evolucionista teísta não acredita que o Livro de Génesis seja literalmente verdadeiro. Mas se Génesis é não literalmente verdadeiro, então não há motivos para se acreditar que Génesis 8:22 seja literalmente genuíno. É neste verso que Deus promete que podemos esperar um certo nível de uniformidade na natureza. Sem a criação Bíblica, a base racional para a uniformidade perde-se.

Não é um deus qualquer que é necessário para justificar a uniformidade, mas sim o Deus Cristão tal como rebelado na Bíblia. Só Um Deus que vive para além do tempo, é Consistente, Fiel, Omnipotente, Omnipresente, e que Se revelou à Humanidade, pode garantir que existirá uniformidade através do tempo e do espaço. Portanto, só os criacionistas Bíblicos podem justificar a uniformidade na natureza.

A evolução é irracional

De facto, se a evolução fosse verdade, não existiriam motivos racionais para se acreditar nela! Se a a vida é o resultado dum processo evolutivo, isso significa que o cérebro dos evolucionistas nada mais é que o resultado de milhões de anos de processos aleatórios. O cérebro nada mais seria que uma colecção de reacções químicas que foram preservadas porque no passado tiveram algum tipo de valor para a sobrevivência. Se a evolução fosse verdade, então todos os pensamentos dos evolucionistas mais não são que consequências necessárias da química a operar através do tempo. Isto leva-nos a afirmar que o evolucionista pode pensar e dizer que “a evolução é verdade” mas isto não é feito  por motivos racionais, mas sim como consequência necessária da química cega.

A análise académica pressupõe que a mente humana é mais do que química. A racionalidade pressupõe que nós temos a liberdade para conscientemente considerar as mais variadas opções e escolher a melhor. O evolucionismo fragiliza as pré-condições necessárias para o pensamento lógico, destruindo desde logo a possibilidade de conhecimento e de ciência.

Conclusões:

A teoria da evolução é anti-cientifica e anti-sabedoria. Se a evolução fosse verdade, a ciência não seria possível porque não existiriam motivos para aceitar a uniformidade da natureza sobre a qual assenta a ciência e a tecnologia. Semelhantemente, se a evolução fosse verdade, não existiriam motivos para se pensar que a análise racional seria de alguma forma possível visto que os pensamentos da nossa mente nada mais seriam que resultados inevitáveis de reacções químicas. Os evolucionistas são capazes de fazer ciência e obter conhecimento apenas e só porque eles são inconsistentes: eles professam acreditar na evolução mas operam segundo os princípios da criação Bíblica.

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Fonte: ~ http://bit.ly/1rbI0wh

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A medicina no Mundo Antigo

E, como Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do Homem seja levantado; Para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna. 
João 3:14-15

Por Sarah K. Yeomans

A vida no mundo antigo era arriscada; os perigos da guerra, das doenças, da fome e dos partos são apenas alguns exemplos de circunstâncias que contribuiam para uma   esperança média de vida mais baixa entre as pessoas do mundo antigo do que entre os indivíduos da nossa era. No entanto, as pessoas desse mundo antigo estavam tão preocupadas com a prevenção de doenças como o estão as pessoas actuais. De facto, seitas inteiras, santuários, e profissões dedicadas à saúde faziam sentir a sua influência junto do panorama espiritual, físico e profissional do mundo antigo.

Então, de que forma é que as civilizações antigas combatiam as doenças e as lesões, e será que estes métodos têm alguma base na ciência tal como a conhecemos actualmente? As respostas podem ser surpreendentes.

AsklepiosEm muitas sociedades do passado, os deuses desempenhavam um papel integral na saúde humana. No mundo Grego, por exemplo, o deus Asklepios dedicava-se exclusivamente à cura*. Santuários com o nome de Asklepions atraíam os doentes e os feridos, que frequentemente viajavam dias e dias em busca de curas que eles acreditavam que poderiam ser encontradas nestes sanatórios. Relativamente semelhantes às estâncias termais actuais, os Asklepions disponibilizavam banhos, comida saudável e quartos-santuários feitos especificamente para dormir e meditar.

Muitos Asklepions encontravam-se localizados em áreas bonitas e remotas, tais como os famosos santuários de Epidauro na Grécia e Pérgamo no noroeste da Turquia. Eram feitos sacrifícios animais e oferendas votativas nos altares e nos templos para os deuses. Excavações feitas em Asklepions desenterraram “votivas anatómicas”, assim chamadas porque elas representavam a parte do corpo que se encontrava ferida e afectada por uma doença.

Por volta do século 5 A.C., os médicos e o deus da cura haviam-se tornado intrinsecamente conectados, com Asklepios a servir de patrono divino da profissão médica. Hipócrates, o mais famoso médico da antiguidade, viveu durante este período e os tratados médicos por ele escritos foram usados como livros didácticos durante os séculos que se seguiram. Tendo como base tais escritos, bem como outras inscrições, observamos que os médicos antigos sabiam que a punção, a drenagem e a limpeza de feridas infectadas promovia a cura, e que eles sabiam também que certas ervas tinham propriedades curativas e de desinfecção.**

Sabia-se que o gengibre selvagem [inglês: “Wild ginger”] ajudava a combater as náuseas, e que um tipo específico de argila encontrada na ilha Grega de Lemnos era benéfica para complicações tais como a disenteria. Esta argila, com o nome de terra sigillata devido ao facto dos discos estampados que eram formados com eles e vendidos como medicamento, contém o homólogo de elementos tais como o caulino e o bentonite, que nos dias de hoje são usados nos medicamentos como forma de tratar a diarreia.

As técnicas cirurgicas do mundo antigo eram surpreendentemente avançadas. O famoso médico Romano Galeno (c. 129–199 A.D.), que nasceu na cidade de Pérgamo perto de Asklepion, é frequentemente considerado o mais bem sucedido pesquisador médico do mundo Romano, e alguns dos seus procedimentos médicos só voltariam a ser vistos no mundo moderno. Ele levou a cabo com sucesso cirurgias da catara ,inserindo uma agulha por trás da lente do olho como forma de remover a catarata, e os métodos de preparação da sala de operações por ele descritos revelam uma percepção aguçada do contágio.1 Embora algumas das suas prácticas e teorias ainda sejam seguidas e louvadas pelos médicos actuais, outras, tais como a rejeição das paredes do estômago como estruturas com algum papel na digestão, foram provadas pela medicina moderna como sendo falsas.

Por volta do século 7 A.D., a medicina como ciência que se encontrava relativamente independente das restrições religiosas desapareceu do Ocidente visto que o uso de cadáveres para dissecção científica havia sido proibido pela Igreaja. No entanto, os estudiosos islâmicos no Oriente estudavam a medicina Grega com grande detalhe.*** [ed: Para se vêr a fonte deste conhecimento “islâmico”, ler: “A verdade sobre a civilização árabe“] Ervas tais como a meimendro e o cânhamo Indiano (relacionado com a marijuana) eram conhecidas pelas suas propriedades anestésicas, e os médicos colocavam ênfase nos efeitos da dieta alimentar e do meio ambiente sobre a saúde.

Muito provavelmente o mais famoso dos médicos orientais foi Abu ‘Ali al-Husayn ibn ‘Abd Allah ibn Sina (980–1037 A.D., Pérsia), cujo trabalho O Cânon de Medicina,  codificou o conhecimento médico existente. O Cânon inclui descrições, causas e técnicas de diagnóstico para condições tais como a raiva, úlceras do estômago, diferentes tipos de hepatite, cancro da mama, paralisia facial, difteria, lepra, diabetes, cancro e gota. Traduções feitas mais tarde Latinizaram o seu nome para Avicena, e por volta do século 13 o seu trabalho havia-se tornado um texto de referência médica padrão por toda a Europa Ocidental.

A arqueologia iluminou mais ainda as prácticas médicas do mundo antigo. Alguns esqueletos descobertos durante excavações arqueológicas exibem evidências de sucessos cirúrgicos surpreendentes. Talvez a evidência mais sensacional de sofisticadas cirurgias antigas pode ser encontrada em esqueletos que revelam sinais de trepanação, um processo ainda usado nos dias de hoje que é executado fazendo um orifício no crânio como forma de aliviar a pressão intracraniana.

Medicina__CraneoForam encontrados crânios trepanados de sociedades antigas da América Central e América do Sul, África, Ásia, Europa e Médio e Próximo Oriente que provavelmente datam de eras que podem chegar ao período Mesolítico, há cerca de 12,000 anos atrás [sic].2  Ao examinarem o crescimento ósseo em torno do buraco cirúrgico, os cientistas são capazes de determinar quanto tempo mais o paciente sobreviveu após se submeter ao procedimento. Alguns pacientes morreram imediatamente, alguns viveram algumas semans, mas houve alguns que ficaram totalmente curados.

As excavações revelaram também prácticas dentárias sofisticadas feitas no mundo antigo. Numa vala comum de Horvat en Ziq, na parte Norte do deserto de Negev (Israel) um crânio datando de cerca de 200 a.C. contém uma das mais antigas obturações dentárias conhecidas. Um fio de bronze de 2,5 milímetros teve que ser inserido no canal do dente.**** Em outros locais, crânios recuperados das catacumbas de Roma, que foram usadas do primeiro ao quinto século A.D., exibem trabalhos dentais relativamente dispendiosos: foram recuperados alguns que tem obturações de ouro.

Ironicamente, são os monumentos funerários e as sepulturas dos antigos médicos que frequentemente atestam o seu cuidado pelos vivos. Tabletes que decoravam altares funerários exibiam com frequência os instrumentos da sua profissão – objectos que são espantosamente parecidos aos instrumentos usados pelos médicos actuais. Bisturis, pinças, sondas bifurcadas para examinar feridas, agulhas para costurar feridas, pequenas colheres para a limpeza de feridas e para medição de medicamentos, cateteres e até mesmo espéculos ginecológicos, são tudo exemplos de instrumentos usados pelos médicos da antiguidade.

Naturalmente que apelar para um poder superior para assistência espiritual durante uma provação médica ou durante uma doença, era comum no mundo antigo tal como o é nos dias de hoje [ed: o ser humano é naturalmente religioso]. Muitos hospitais modernos têm espaços de adoração não-denominacionais onde as pessoas podem orar e meditar; as pessoas da antiguidade visitavam santuários e templos para levar a cabo as mesmas actividades.

Os indivíduos que se preparavam para passar por provações perigosas, tais como um parto ou uma batalha militar, frequentemente invocavam a protecção do divino. Mesmo com a contínua evolução da ciência médica, a contemplação da mortalidade irá provavelmente levar os seres humanos a olhar para além do que é conhecido em busca de explicações que a ciência moderna ainda não consegue fornecer.

Modificado a partir do original: http://bit.ly/1vNniIB

Notas
* Bronwen Wickkiser, “Asklepios Appears in a Dream,” Archaeology Odyssey, July/August 2005.
** George B. Griffenhagen, “Origins: On the Pill,” Archaeology Odyssey, May/June 2002.
*** David W. Tschanz, “Origins: A Cure for the Common Cold?” Archaeology Odyssey, Summer 1998.
**** Hector Avolos, “Ancient Medicine,” Bible Review, June 1995.
1 See Galen, Galen on the Usefulness of the Parts of the Body, trans. by Margaret Tallmadge May (Ithaca, NY: Cornell University Press, 1968) and A. Sorsby, A. Modern Ophthalmology (London: Butterworths, 1963).
2 See S. Missios, “Hippocrates, Galen, and the Uses of Trepanation in the Ancient Classical World,”Neurosurgical Focus 23(1):E11 (2007); P. Marino and M. Gonzales-Portillo,” Preconquest Peruvian Neurosurgeons: A Study of Inca and Pre-Columbian Trephination and the Art of Medicine in Ancient Peru”Neurology 47:4, (2000), pp. 940–955.

 

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