O design e a complexidade da célula são um testemunho do Criador da vida

Por Jeffrey P. Tomkins, Ph.D.

O crescente campo da biologia – incluindo as ciências biomédicas, agriculturais e ambientais – está a tornar-se mais predominante no nosso mundo, e mais relevante para as nossas vidas. Esta área encontra-se dominada por uma forte componente filosófica que desempenha um papel importante nas nossas vidas. Essa componente é a visão do mundo. A visão do mundo do naturalismo evolutivo influencia a estrutura moral da nossa sociedade, e nós encontramos a sua influência diariamente.

A maior parte do establishment científico acredita que não existe Deus ou Criador algum, e que a vida simplesmente se desenvolveu espontaneamente e aleatoriamente. Por outro lado, muitos Cristãos não sabem que as mais recentes descobertas científicas provenientes da biologia confirmam uma visão do mundo que se encontra em oposição a esta, visão do mundo essa que valida a criação especial tal como ela se encontra regista na Bíblia.

Apesar da predomínio do pensamento evolucionista no sistema de ensino e na ciência, os Cristãos podem confiar que o que Deus disse sobre a criação, e particularmente sobre a vida, está absolutamente certo.

Embora o establishment científico tenha tentado suprimir a maior parte das evidências em favor da criação, cientistas credenciados dentro do criacionismo e dentro do movimento do Design Inteligente (DI) têm sido bem sucedidos em disponibilizar este tipo de evidências ao grande público.

The_Genesis_FloodPor exemplo, o livro de que início ao movimento da ciência da criação no ano de 1961 – “The Genesis Flood”, de John Whitcomb e Henry Morris – demonstrou que as evidências geológicas confirmam a descrição histórica presente no Livro de Génesis do Dilúvio. Um certo número de livros recentes e populares que incorporam as mais recentes descobertas biológicas entraram para a lista de bestsellers do “New York Times”, tais como o livro “Signature in the Cell” por parte do filósofo da ciência Stephen Meyer.

O ponto a reter é que entender os fundamentos da biologia e como eles estão de acordo com a descrição Bíblica da criação não só fortalece a fé, como é uma poderosa  ferramenta de evangelismo e de defesa da fé.

O mais recente livro do ICR, “The Design and Complexity of the Cell“, não só fornece aos leitores os fundamentos da biologia, como fala também dos vários argumentos evolutivos que têm dominado e moldado o ambiente académico do início do século 21. Saber os factos em torno da célula é importante; Deus tem que ser Louvado por criar a vida com tal atenção ao detalhe.

No entanto, saber e usar estes factos para defender a tua fé ou persuadir os outros a considerar as alegações do Criador fará com que fiques com munição necessária para contradizer as várias setas evolutivas que certamente serão disparadas na tua direcção. Isto é especialmente verdadeiro para aqueles que estão a caminho da faculdade, ou já lá se encontram. Infelizmente, o naturalismo evolutivo nas ciências biológicas é tão susceptível de ser aceite e ensinado nas universidades supostamente Cristãs, tal como nas escolas seculares financiadas pelo governo.

Entendimento dos tópicos presentes neste livro é vital porque muitos deles tocam em assuntos relacionados com a saúde dos nossos filhos. Como Cristãos, devemos estar preparados para dar uma resposta inteligente e fundamentada na Bíblia aos assuntos que desafiam a nossa crença nos factos das Escrituras, bem como aos assuntos que tentam afastar a nossa fé para longe do Criador.

A ciência não é uma disciplina moralmente neutra visto que há uma visão do mundo que governa as crenças e as acções daqueles que fazem ciência. A natureza pecadora do homem irá transformar o nosso mundo num pesadelo tecnológico para a humanidade se a ciência não for orientada por valores morais fortes e Bíblicos.

Obter conhecimento em relação aos tijolos de construção da vida, afiando as nossas habilidades para defender a fé, e desenvolver um entendimento mais profundo das maravilhas da criação, irá levar-nos em última análise a honrar o Criador de toda a vida.

http://bit.ly/1PM8PUM

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Um engenheiro fala sobre algoritmos e o gradualismo aleatório

Por Callebe Gomes

Eu sou Engenheiro da computação e discordo do meu colega de trabalho nos comentários dele.

A inteligência artificial e os algoritmos baseados em código genéticos não se baseiam na evolução, mas sim no DNA. Ele de facto é vulnerável a mutações e erros de cópias, mas a frequência com que isso acontece não chega nem perto a frequência com que essa aleatoriedade acontece na computação.

Outra diferença é que na natureza, essa aleatoriedade é realmente aleatória, um evento ao acaso altera o DNA provocando uma mutação.

No caso dos algoritmos genéticos, as aleatoriedades são programadas. Quem escreve o código também escreve o algoritmo de aleatoriedade. O código foi PROGRAMADO para ser aleatoriamente alterado.

Outra coisa é que os algoritmos genéticos são utilizados para solucionar diferentes problemas e geralmente seu DNA são diferentes para cada problema e a “seleção natural” desses códigos genéticos também é programada. Alguém define o que é melhor ou pior, o que é uma mutação boa ou ruim, e programa esses parâmetros de comparação para seleccionar as mutações boas e discartar as mutações ruins.

Me parece também que na natureza cada espécie tem um tipo de DNA diferente. Humanos tem 46 cromossomos, Macacos tem 48, Ratos 44, Cavalos 64, e assim por diante. Você pode até argumentar que o DNA são os mesmos para todos os seres vivos, mas isso não é verdade. O que é igual são os caracteres utilizados, ACTG.

Na computação é a mesma coisa. Existem diferentes arquitecturas de computadores e diferentes linguagens de computadores, e linguagens de uma arquitectura são inúteis em outra arquitectura, mas tudo se resume a apenas dois caracteres, 0 e 1.

Os processos aleatórios nos computadores também não são 100% aleatórios. Eles são chamados de pseudo-aleatórios. Alguém teve que bolar um mecanísmo que gerasse números de forma que parecesse aleatória. Dá pra estudar isso na matemática. A intenção é gerar um ruido branco artificial.

Na computação, tudo é programado e projectado por um ser inteligente.

Se eu fosse comparar a computação com a evolução seria como se um programa sofresse uma mutação no seu código fonte e mesmo assim continuasse funcionando, e ainda passasse a funcionar melhor do que antes, adquirindo novas funcionalidades.

Mas aqui segue outro problema, se um programa tem originalmente as funcionalidades A, B e C, e por alguma “mutação” ele passa a exercer as funcionalidades D e E, de nada adianta, não foi útil em nada a sua mutação, pois o programa foi feito para realizar as funcionalidades A, B e C, logo as novas funcionalidades não seriam acessadas nunca ou seriam desprezadas. Caso uma funcionalidade original seja removida, então o programa perde seu propósito original e deve ser descartado.

As mutações no mundo da computação acontecem geralmente em processos de transferência de dados, como por exemplo a internet, ou uma rede wireless. E para evitar essas mutações indesejadas os cientistas da computação projectaram os protocolos de comunicação com códigos verificadores e redundâncias. Me parece que o DNA também tem esses códigos verificadores e correcções de erros.

Outro problema também é que um código de computador não funciona sem um computador, e um computador não tem utilidade sem um código de computador. Um depende do outro. Tipo a “complexidade irredutível”.

Me parece que o DNA é um código e precisa de uma máquina que a interprete e a replique, ou execute seus “comandos”. Sem a máquina o DNA é inútil. Parece um computador neh?

Célula e DNA = Computador e código de computação.

Informação é algo que só a inteligência pode formar. As palavras desse texto aqui, não valem nada e não são informação nenhuma se não tiver seres inteligentes que possam interpretá-lo. Se eu escrever na areia de uma praia a palavra “AJUDA”, será apenas uma formação sem lógica sulcada na areia se não houver quem a interprete e entenda o que foi escrito.

Tentar argumentar a evolução pela computação é inútil, pois tudo relacionado a computação é planeado e projectado. Até a prevenção dos ruídos e erros de dados transmitidos de um lado para outro.

Desculpem qualquer erro de português. Estou sem corretor ortográfico. hehehe

Abraços.

Fonte: https://goo.gl/avScBg

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E como foi que o evolucionista respondeu às palavras do Callebe?

Dw_Victor_Ameaça

 

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Ateus estão zangados com Deus?

Por Joe Carter

Já agitei o meu punho contra carros que não pegavam, contra nuvens de chuva, e  contra  metereólogos incompetentes. Até já cheguei a amaldiçoar, no mesmo dia, um alternador avariado, uma sirene barulhenta e uma previsão do tempo totalmente errada. Já me zanguei com os móveis, já maldisse guardas com quem me cruzei, e até já fiquei zangado com a Gun Barrel City, Texas. Basicamente, eu já fiquei zangado com quase tudo o que podem imaginar.

Excepto unicórnios. Eu nunca fiquei zangado com unicórnios.

É bem provável que vocês também nunca tenham estado zangados com unicórnios. É possível nós ficarmos nervosos com objectos e com criaturas com e sem vida. De certa forma, nós podemos até ficar incomodados com personagens fantasiosas de livros e de sonhos. Mas criaturas tais como os unicórnios, criaturas que nós realmente acreditamos que não existem, tendem a não nos enervar. Certamente que não culpamos aos animais com um corno pelos nossos problemas.

O único grupo social que é excepcional em relação a esta regra são os ateus. Eles alegam acreditar que Deus não existe mas no entanto, e levando em conta estudos empíricos, tendem a ser as pessoas que mais zangadas estão com Deus.

Uma nova gama de estudos do “Journal of Personality and Social Psychology” apurou que os ateus e os agnósticos evidenciaram raiva contra Deus, quer seja no passado, quer seja quando eles se focaram numa imagem hipotética do que eles imaginam como Deus deve ser.

Julie_ExlineJulie Exline, psicóloga na  Universidade Case Western Reserve e autora principal deste estudo mais recente, examinou outros dados em torno deste assunto e os mesmos geraram os mesmos resultados.

Exline explica que o seu interesse foi inicialmente despertado quando um estudo prévio em torno da raiva contra Deus reportou um dado contra-intuitivo: aqueles que reportaram não ter fé em Deus tinham mais ressentimento contra Ele do que os crentes.

À primeira vista, este dado parece reflectir um erro: como é que as pessoas podem ter raiva de Deus se elas não acreditam que Ele existe? Análises posteriores levadas a cabo com outro conjunto de dados revelou padrões semelhantes. Aqueles que, em relação à crença religiosa, se classificaram como “ateus/agnósticos” ou “nenhuma/incerto”, reportaram mais raiva contra Deus do que aqueles que reportaram afiliação religiosa.

Exline nota que estes estudos levanta a questão se por acaso a raiva pode influenciar a crença na existência de Deus, uma ideia consistente com dados prévios extraídos das ciências sociais relativas ao “ateísmo emocional.”

Estudo de eventos traumáticos sugerem a possibilidade de existir uma ligação entre o sofrimento, a raiva contra Deus, e dúvidas em relação à Sua existência. Segundo Cook e Wimberly (1983), 33% dos pais que sofreram a morte dum filho reportaram dúvidas em relação a Deus no primeiro ano da sua perda.

Noutro estudo, 90% das mães que haviam tido um filho com problemas profundos de deficiência cognitiva vocalizaram dúvidas em relação à existência de Deus (Childs, 1985). A nossa pesquisa levada a cabo junto de estudantes universitários focou-se directamente na associação entre a raiva contra Deus e a auto-reportada queda na crença (Exline et al., 2004). Depois de se atravessarem momentos negativos na vida, a raiva contra Deus pavimentou o caminho para uma redução na crença na existência de Deus.

O dado mais surpreendente foi o que quando Exline analisou as pessoas que reportaram uma queda na crença religiosa, a sua fé era menos susceptível de ser recuperada se a raiva contra Deus havia sido a causa da perda da fé. Dito de outra forma, a raiva contra Deus não só leva as pessoas ao ateísmo, como lhes dá um motivo para se agarrarem à descrença.

Eu já avancei, em outros lugares, que, segundo a tradição Cristã, o ateísmo é uma forma auto-imposta de disfunção intelectual, uma falta de virtude epistémica, ou (para usar um termo usado pelos meus amigos Católicos) um caso de ignorância vencível.

A ignorância vencível é a supressão intencional de conhecimento que está dentro da área de controle da pessoa e que, como consequência do qual, ela responde perante Deus. Em Romanos, São Paulo é claro ao afirmar que o ateísmo é um caso de ignorância vencível:

Porque as Suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o Seu eterno Poder, como a Sua Divindade, se entendem, e claramente se vêem, pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inexcusáveis. Romanos 1:20

Aceitar a existência de Deus é apenas o princípio: nós temos também que reconhecer vários dos Seus Atributos Divinos. Os ateus que negam isto estão, tal como disse São Paulo, inexcusáveis. Eles estão vincivelmente ignorantes.

No entanto, mesmo que reconheçamos este facto, isto não significa que a causa da disfunção auto-imposta esteja entendida.

Embora eu acredite firmemente que todas as formas de ateísmo são casos tanto de ignorância vencível como de obstinação da vontade, eu por vezes assumi, erradamente, que isso era puramente intelectual – um assunto da mente e não do coração. Só mais recentemente é que comecei a analisar como muita da resposta à dor e ao sofrimento podem empurrar a pessoa para a visão do mundo ateísta.

Muitos pastores e padres olharão para a minha epifania como um pensamento óbvio e tardio, mas eu tenho a suspeição de que não sou o único apologista amador que se encontrava cego perante esta verdade. Como regra geral, nós que nos encontramos na apologética Cristã preferimos o filosófico e não o pastoral, a estrutura sólida dos argumentos lógicos em vez da emoção humana.

É frequente nós preferirmos a resposta perspicaz (que invalida o problema do mal) do que a empatia paciente (que consola os ateus e lhes mostra que também nós estamos perplexos com o sofrimento).

Jesus_HugClaro que muitos ateus procedem negando a existência de Deus tendo como base apenas as justificações racionais. E é por isso que as abordagens evidencialistas e filosóficas serão sempre necessárias. Mas começo a suspeitar que o ateísmo emocional seja muito mais comum do que muitas pessoas pensam.

Precisamos duma nova abordagem apologética que leva em conta que a dor comum bem como os sofrimentos da vida afastam mais as pessoas de Deus do que livrarias cheias de livros anti-teístas. Ao só nos focarmos nas palavras enfurecidas dos Novos Ateus podemos  ficar cegos em relação à raiva e ao sofrimento que está a acrescentar mais descrentes às suas fileiras.

http://bit.ly/1NYCsUM

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A raiva é um veneno tão poderoso que pode afastar a criatura do Seu Criador, e fazer com que ela passe toda a eternidade arrependida. Por isso é que em Hebreus 12:15 o Espírito Santo ordena:

Tendo cuidado de que ninguém se prive da graça de Deus, e de que nenhuma raiz de amargura, brotando, vos perturbe, e por ela muitos se contaminem.

Estes estudos científicos confirmam o que muitos apologistas já tinham notado: os argumentos da militância ateísta contra Deus são, essencialmente, argumentos emotivos e não argumentos que têm uma base racional e empírica.

Fontes:

1. Dr. Sanjay Gupta, “ Anger at God common, even among atheists – http://cnn.it/1Oshkbb
2. Julie Juola Exline and Alyce Martin, ” Anger Toward God: New Frontier in Forgiveness Research – http://bit.ly/1RipEuF
3. Joe Carter, Do Tummy Aches Disprove God? – http://bit.ly/1IKDO6J
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Os dinossauros e a Bíblia

Por Ken Ham

DinossauroUma aura de mistério envolve os dinossauros: De onde vieram? Será que eles evoluíram? Será que eles viveram há “milhões de anos” atrás? O que foi que aconteceu com eles? Será que ainda há dinossauros vivos? Será que os seres humanos alguma vez viram um dinossauro vivo?

As crianças e os adultos ficam igualmente fascinados com estas criaturas misteriosas. Imensos livros e imensos filmes foram produzidos para satisfazer a aparentemente insaciável fome por informação relativa a estes animais intrigantes.

A realidade dos factos é que, mal estamos na posse de informação fundamental que não é normalmente conhecida do público, não há mistério nenhum sobre eles.

Acompanhem-me à medida que damos um passeio pela História e revelamos alguns factos espantosos que irão responder a muitas das vossas perguntas em relação a estes “lagartos terríveis”.

1. Será que os dinossauros realmente existiram?

Certamente que os dinossauros andaram pela Terra no passado remoto. Foram encontrados fósseis um pouco por todo o mundo, e os seus ossos encontram-se em exposição pública nos museus. Os cientistas foram capazes de reconstruir muitos dos seus esqueletos, e como tal, sabemos muito em relação à sua forma.

2. Quando foi que os dinossauros foram inicialmente encontrados?

A história da sua descoberta começou por volta da década 20 do século 19 (1820s), quando Gideon Mantell, um médico Inglês, encontrou uns dentes e ossos poucos usuais numa pedreira. O Dr Mantell apercebeu-se que havia algo de diferente em relação a estes restos animais, e ele acreditou que havia encontrado um tipo totalmente diferente de répteis.

Por volta de 1841, nove tipos destes répteis distintos haviam sido desenterrados, incluindo dois chamados Megalosaurus e Iguanodon. Por volta desta altura, Dr Richard Owen, famoso cientista Britânico, cunhou o termo “dinosauria“, que significa “lagarto terrível”, visto que era isto que os ossos enormes lhe faziam lembrar.

3. O que torna os dinossauros diferentes?

Para além do seu tamanho enorme, um dos mais importantes traços que realmente distingue os dinossauros dos outros répteis (tais como o crocodilo) é a posição dos seus membros. Os dinossauros tinham um postura que era totalmente erecta, semelhante a dos mamíferos, enquanto que a maior parte dos outros répteis têm membros expandidos.

Comparem, por exemplo, a forma como “anda” o crocodilo e a forma como anda uma vaca; os dinossauros movimentavam-se mais como uma vaca, com os membros a suportarem o corpo a partir duma posição mais embaixo. Por outro lado, os crocodilos “bamboleam” à medida que os seus membros se projectam para o lado a partir dos seus corpos.

4. Qual era o tamanho dos dinossauros?

Alguns eram tão pequenos como uma galinha, e outros até menores. Alguns dinossauros, obviamente, eram enormes, pensando umas estimadas 80 toneladas e chegando a atingir os 12 metros de altura! No entanto, o tamanho médio dos dinossauros muito provavelmente era o de um carneiro ou o de um bisonte.

5. Quando é que viveram os dinossauros?

A história que todos nós já ouvímos, dos filmes, da televisão, dos jornais, e da maior parte das revistas e dos livros escolares, é que os dinossauros viveram há “milhões de anos atrás”. Segundo os evolucionistas, os dinossauros “dominaram a Terra” durante 140 “milhões de anos”, morrendo há cerca de “65 milhões de anos”.

No entanto, os cientistas nunca desenterram coisa alguma a dizer “Tem X milhões de anos”.  Pelo contrário, eles apenas encontraram dinossauros mortos (isto é, os seus ossos), e estes mesmos ossos não têm etiquetas a dizer qual era a sua idade.

A ideia dos “milhões de anos”, necessários para a evolução, nada mais é que a história evolucionista do passado. Nenhum cientista estava presente durante esta suposta “era dos dinossauros” e, de facto, não há a mínima evidência de que os fósseis têm “milhões de anos”.

Nenhum cientista observou a extinção dos dinossauros, e tudo o que encontramos são ossos nos dias de hoje; e visto que muitos deles são evolucionistas, eles tentam enquadrar os ossos de dinossauro dentro da sua visão do mundo.

Os outros cientistas, chamados de criacionistas, têm uma posição diferente em relação à altura em que viveram os dinossauros. Eles defendem que podem resolver os supostos mistérios dos dinossauros e mostrar como as evidências se encaixam maravilhosamente com as suas ideias relativas ao passado, ideias essas que têm como base a Bíblia.

A Bíblia, o Livro Especial de Deus (ou, melhor ainda, colecção de Livros), alega que cada escritor foi inspirado de forma sobrenatural para escrever exactamente o que o Criador de todas as coisas queria que o escritor registasse de modo a que nós pudéssemos saber:

a) de onde nós viemos (e de onde vieram os dinossauros).

b) o porquê de estarmos aqui,

c) e qual será o nosso futuro.

O Primeiro Livro da Bíblia – Génesis – ensina muitas coisas relativas à forma como o universo e a vida vieram surgiram. Génesis declara que Deus criou tudo – a Terra, as estrelas, o sol, a lua, as plantas, os animais, e as primeiras duas pessoas.

E embora a Bíblia não nos diga de forma precisa há quanto tempo é que Deus fez o mundo e as suas criaturas, nós podemos fazer uma boa estimativa da data da criação ao lermos por toda a Bíblia, e ao tomarmos em conta algumas passagens interessantes:

1. Deus fez todas as coisas em seis dias.

Ele fez as coisas destas forma, diga-se de passagem, para estabelecer um padrão para a humanidade, que se tornaria na nossa semana de sete dias (tal como descrito em Êxodo 20:11). Deus trabalhou durante seis dias e descançou durante um dia para que isso fosse um modelo para nós. Para além disso, os estudiosos da Bíblia dirão que, dentro deste contexto, a palavra Hebraica usada para “dia” em Génesis 1 só pode significar um dia normal.

2. É-nos dito que Deus criou o primeiro homem e a primeira mulher – Adão e Eva – no Sexto Dia.

Muitos outros factos sobre os seus filhos e os filhos dos seus filhos são-nos ditos no Livro de Génesis. Estas genealogias encontram-se registadas por todo o Antigo Testamento até ao tempo de Cristo. Certamente que não são cronologias com a duração de milhões de anos.

Se por acaso somarmos todas as datas, e aceitarmos que Jesus Cristo, o Filho de Deus, veio à Terra há cerca de 2000 anos atrás, chegamos à conclusão de que a criação da Terra e dos animais (incluindo a criação dos dinossauros) ocorreu há apenas alguns milhares de anos atrás (muito provavelmente, há apenas 6,000 anos!) e não há milhões de anos atrás.

Portanto, se a Bíblia está correcta (e está!), então os dinossauros têm que ter vivido nos milhares de anos que entretanto se passaram.

6. De onde vieram os dinossauros?

Dinossauro_SauropodeOs evolucionistas alegam que os dinossauros evoluíram durante milhões de anos, para além de imaginarem que um tipo de animal evoluiu lentamente para outro tipo de animal totalmente diferente.

Por exemplo, eles acreditam que os anfíbios foram lentamente mudando até passarem a ser répteis (incluindo dinossauros) através deste processo gradual.

Claro que isto iria significar que, durante esse tempo. teriam que ter existido milhões de criaturas que se encontravam “no meio” entre anfíbios e répteis. As evidências destas “formas transicionais” (que é o nome que estes animais que se encontram “a meio caminho” receberam) deveriam ser abundantes. No entanto, muitos peritos em fósseis admitem que não existe um único fóssil transicional inquestionável que faça a ligação entre um grupo de criaturas e um outro grupo de criaturas.

Por exemplo, se por acaso os dinossauros tivessem evoluído de anfíbios, deveriam existir evidências fósseis de animais que são parte dinossauros e parte outra-coisa-qualquer. No entanto, não há evidência disto em lugar algum.

De facto, se por acaso forem aos museus e olharem para os fósseis, verão que eles são 100% ossos de dinossauros, e não algo “a meio caminho”; não há fósseis que são 25%, ou 50%, ou 75% ou mesmo 99% de dinossauro; eles são 100% de dinossauro.

A Bíblia diz-nos que Deus criou todos os animais terrestres no Sexto Dia da criação. Visto que os dinossauros eram animais terrestres, eles devem ter sido criados neste dia, lado a lado com Adão e Eva (que também foram criados no Dia Seis – Génesis 1:24-31). Se Deus arquitectou e criou os dinossauros, eles certamente que eram totalmente funcionais, criados para fazerem o que era suposto eles fazerem, e certamente que eram 100% dinossauros. Isto está perfeitamente de acordo com as evidências do registo fóssil.

Os evolucionistas declaram que nenhum homem viveu lado a lado com dinossauros, mas a Bíblia deixa bem claro que os dinossauros e as pessoas devem ter vivido lado a lado. E de facto, existem muitas evidências em favor desta posição, tal como veremos brevemente.

7. O que comiam os dinossauros?

A Bíblia ensina-nos (em Génesis 1:29-30) que os animais originais (bem como os primeiros humanos) foram ordenados a ser vegetarianos, o que implica que não havia carnívoros na criação original. Para além disso, não havia morte; era um mundo sem mácula, onde Adão e Eva e os animais (incluindo os dinossauros) viviam em harmonia perfeita, alimentando-se de nada mais que plantas.

Infelizmente, as coisas não ficaram assim por muito tempo. Adão rebelou-se contra o Criador, trazendo o pecado para o mundo (Génesis 3:1-7, Romanos 3:12) Devido a esta rebelião, Adão, e desde logo todos os seus descendentes (tu e eu), abdicou do direito de viver com o Deus Santo (sem pecado) e Justo. Consequentemente, Deus julgou o pecado com a morte.

A Bíblia ensinada de forma clara – de Génesis a Revelação – que não havia morte de animais ou humanos antes de Adão ter pecado. (Levem em consideração algumas passagens tais como Romanos 5:12, Génesis 2:17, Génesis 1:29-30, Romanos 8:20-22, Actos 3:21, Hebreus 9:22, 1 Coríntos 15, Revelação 21:1-4, Revelação 22:3.) Isto significa que nunca poderiam existir fósseis (e nunca poderiam existir ossos de dinossauro) antes do pecado de Adão.

Depois do pecado de Adão, os animais e as pessoas começaram a morrer. Estávamos agora num mundo diferente, marcado pela morte e pela luta. Um mundo que havia sido maravilhoso sofria agora da maldição colocada pelo Criador (Génesis 3:14-19). Mas foi dada a promessa (Génesis 3:15) de que Deus providenciaria uma forma através da qual a penalidade do pecado seria paga de modo a que o ser humano pudesse voltar para Deus.

8. Porque é que encontrámos fósseis de dinossauro?

Em Génesis 6 lemos que toda a carne (homens e seres humanos) havia “corrompido o seu caminho sobre a terra” (Génesis 6:12). É provável que os animais se tenham começado a matar uns aos outros; talvez os dinossauros tenham começado a matar outros animais e a matar seres humanos. De qualquer das formas, Deus descreve este mundo como “malvado”.

Devido a esta maldade, Deus avisou a um homem piedoso chamado Noé de que Ele haveria de destruir o mundo com um Dilúvio (Génesis 6:13). Devido a isso, Deus ordenou-o que construísse um barco enorme (a Arca) de modo a que todos os tipos de animais terrestres (o que deve ter incluído dinossauros) e a família de Noé pudesse sobreviver à bordo enquanto o Dilúvio destruía toda a Terra (Génesis 6:14-20).

Algumas pessoas pensam que os dinossauros eram demasiado grandes, ou eram em número demasiado grande, para puderem entrar na Arca. No entanto. não existiam muitos tipos de dinossauro. Certamente que existem centenas de nomes de dinossauro, mas muitos destes nomes foram atribuídos a um pedaço de osso ou a um esqueleto do mesmo tipo de dinossauro encontrado noutros países.

É razoável assumir que tamanhos distintos, variedades diferentes e sexo distintos do mesmo tipo de dinossauro tenham recebido nomes diferentes. Tome-se como exemplo a imensa variedade e a totalidade de tamanhos dos cães, embora eles sejam todos o mesmo tipo – o tipo canino. Na verdade, podem até só ter existido menos de 50 tipos de dinossauros.

Como é que Noé conseguiu colocar todos aqueles animais dentro da Arca?Deus enviou dois de cada tipo de animal terrestre (sete de alguns) para a Arca (Génesis 7:2-3, 7:8-9), e não houve excepções. Consequentemente, os dinossauros têm que ter estado na Arca. Embora a gigantesca embarcação tenha tido espaço suficiente para os animais, é provável que Deus tenha enviado jovens adultos para dentro da Arca, o que significa que eles ainda podiam crescer mais.

Dito isto, o que foi que aconteceu com os animais que não entraram na Arca? Muito simplesmente, eles morreram afogados. Muitos foram cobertos com toneladas de lama à medida que as águas furiosas cobriam a terra seca (Génesis 7:11-12,19). Devido a este enterro rápido, muitos animais teriam que ter sido preservados em fósseis. Se isto realmente aconteceu, então seria de esperar milhões de coisas mortas enterradas em camadas rochosas (formadas a partir desta lama) um pouco por toda a Terra. É exactamente isto que encontramos.

A propósito, a Dilúvio de Noé muito provavelmente ocorreu há apenas 4,500 anos atrás. Os criacionistas acreditam que este evento formou muitas das camadas rochosas que se encontram pela Terra. (As outras camadas fósseis foram formadas por outros dilúvios à medida que a Terra se acalmava depois do grande Dilúvio.) Logo, os fósseis de dinossauro, que se formaram como consequência deste Dilúvio, muito provavelmente foram formados há cerca de 4,500 anos atrás (e não há “milhões de anos” atrás).

9. Será que os dinossauros viveram em tempos recentes?

Se tipos distintos de dinossauros sobreviveram ao Dilúvio, então eles devem ter saído da Arca e devem ter vivido no mundo pós-Diluviano. Na Bíblia, em Jó 40:15-24, Deus descreve a Jó (que viveu depois do Dilúvio) um animal enorme que era conhecido por Jó. Este animal gigantesco, chamado de beemonte, é descrito como a “obra-prima dos caminhos de Deus”, muito provavelmente o maior animal terrestre que Deus criou.

Dinossauro_SauropodeImpressionantemente, ele movia a sua cauda como a árvore de cedro! Embora alguns comentados da Bíblia digam que ele pode ter sido um hipopótamo ou um elefante, a descrição ajusta-se de forma perfeita num dinossauro tal como o Brachiosaurus. Certamente que os elefantes e os hipopótamos não têm caudas como uma árvore de cedro.

De facto, na Bíblia, muito poucos animais são descritos de forma singular como o é o beemonte. Ao contrário do que muitas pessoas pensam, o animal que nós hoje chamamos de dinossauros recebe mais atenção Bíblica que a maior parte dos animais. Portanto, os dinossauros – de todos os tipos – devem ter vivido lado a lado com as pessoas depois do Dilúvio.

10. Os dinossauros são mencionados na literatura antiga?

Curiosamente, a palavra “dragão” é usada um certo número de vezes no Antigo Testamento e na maior parte dos casos, a palavra “dinossauro” pode ser usada no lugar da palavra “dragão” e ajustar-se na perfeição. Os cientistas criacionistas acreditam que antigamente os dinossauros eram chamados de “dragões” antes do termo “dinossauro” ter sido inventado em 1841. Não seria de esperar, portanto, que a palavra “dinossauro” estivesse nas Bíblia tal como a Versão Autorizada de 1611 visto que esta versão foi traduzida antes da palavra “dinossauro” ter sido criada.

Dinossauro_Mokele_MbembePara além disso, existem muitos livros de História nas várias livrarias do mundo que têm registos detalhados de dragões e dos seus encontros com as pessoas. Surpreendentemente, (e daí, talvez não seja surpreendente para os criacionistas) muitas destas descrições de “dragões” ajustam-se à forma como os cientistas modernos descrevariam animais tais como o Tyrannosaurus. Infelizmente, devido à sua crença de que humanos e dinossauros não coexistiram, tais evidências não são consideradas como válidas por parte dos evolucionistas.

No entanto, quanto mais nós pesquisamos a literatura histórica, mais nos apercebemos que existem evidências sobrepujantes de que os dragões eram animais de verdade, muito parecidos com as reconstruções modernas dos dinossauros, e que a sua existência foi regista por muitas pessoas distintas, até mesmo há algumas centenas de anos atrás.

11. O que foi que aconteceu com os dinossauros?

Os evolucionistas usam a sua imaginação duma forma fantástica quando tentam responder esta questão. Devido à sua crença de que os dinossauros “dominaram” o mundo durante “milhões de anos”, e que desaparecera “milhões de anos” antes do homem supostamente ter evoluído, eles têm que avançar com todo o tipo de palpites para explicar o seu desaparecimento “misterioso”.

Quando lemos a literatura evolucionista, ficamos perplexos com a vasta gama de ideias relativas à suposta “extinção” dos dinossauros. O que se segue é apenas uma pequena lista das suas teorias:

Os dinossauros morrem de fome; eles morreram de sobreaquecimento; eles foram envenenados; eles ficara cegos devido a cataratas e não conseguiram mais se reproduzir; os mamíferos comeram os seus ovos. A lista de outras causas inclui poeira vulcânica, gases venenosos, cometas, manchas solares, meteoritos, suicídio em massa, constipação, parasitas, cérebros diminuídos (e estupidez maior), hérnias discais, mudanças na composição do ar, etc, etc.

É por demais óbvio que os evolucionistas não fazem ideia nenhuma do que aconteceu, e estão a lançar teorias sem fundamento. Num livro recente relativo a dinossauros, “A New Look At the Dinosaurs,” o autor fez a seguinte declaração:

E agora chega a pergunta importante. O que foi que causou todas estas extinções, num momento temporal particular, há aproximadamente 65 milhões de anos atrás? Dezenas de motivos foram sugeridos, alguns sérios e sensíveis, outros bastante loucos, e outros ainda nada mais que piadas. Todos os anos as pessoas avançam com novas teorias em torno deste problema espinhoso.

O problema é que se fossemos a encontrar um só motivo que justificasse por todos eles, esse mesmo motivo teria que explicar a morte simultânea de animais que viviam em terra e animais que viviam nos mares, mas em ambos os casos, só a morte de alguns desses animais visto que muitos dos animais terrestres e muitos dos animais marinhos continuaram a viver alegremente no período que se seguiu.

Infelizmente, tal explicação não existe. (Alan Charig, p. 150).

Mas tal explicação não existe. Se deixarmos de lado o ponto de vista evolutivo, bem como os milhões de anos, e olharmos a sério para o que a Bíblia diz, iremos encontrar uma explicação que está de acordo com os factos, e uma que faz todo o sentido.

Por altura do Dilúvio, muitas criaturas marinhas morreram, mas algumas sobreviveram. Para além disso, todas as criaturas terrestres que se encontravam fora da Arca morreram, mas os representantes de todos os tupos que sobreviveram dentro da Arca, viveram num novo mundo logo a seguir ao Dilúvio. Esses animais terrestres (incluindo os dinossauros) encontraram um mundo muito diferente do mundo que existia antes do Dilúvio.

Devido à (1) competição por alimento que já não existia em abundância, (2) outras catástrofes, (3) caça que o homem levou cabo contra eles por alimento (talvez também por diversão), e (4) destruição dos seus habitats, muitas espécies de animais eventualmente morreram.

O grupo de animais que hoje chamamos de dinossauros também morreu, algo que é perfeitamente normal, se levarmos em conta que, actualmente, todos os anos testemunham a extinção de animais. A extinção parece ser a regra na história da Terra (e não a formação de novos tipos de animais, tal como seria de esperar se a teoria da evolução estivesse certa).

12. Será que algum dia iremos ver um dinossauro vivo?

A resposta é, provavelmente não………e daí talvez não. Existem alguns cientistas que defendem que ainda podem existir alguns dinossauros a viver em selvas remotas da Terra. Nós ainda estamos a descobrir novas espécies de animais e plantas em áreas que eram difíceis de explorar até hoje. Até os nativos de alguns países descrevem animais que estão de acordo com o que poderia ser um dinossauro.

Claro que os criacionistas não ficariam surpresos se por acaso alguém encontrasse um dinossauro vivo. No entanto, os evolucionistas teriam que explicar o porquê de terem feito declarações dogmáticas de que os homens e os dinossauros nunca viveram lado a lado. Desconfio que eles diram que este dinossauro conseguiu de alguma forma sobreviver porque se encontrava preso numa área remota que não mudou nada em milhões de anos.

Como se pode ver, independentemente do que é encontrado, do quão embaraçosas sejam as ideias evolutivas, eles serão sempre capazes de inventar uma “resposta” porque a evolução é uma crença; não é ciência e nem é um facto.

13. Que lições podemos aprender com os dinossauros?

Quando olhamos para os ossos dum dinossauro, podemos ser lembrados de que a morte não fazia parte da criação original. A morte é, na verdade, uma intrusa, que teve acesso ao mundo depois do homem ter desobedecido a Deus. A Bíblia diz-nos que uma vez que somos todos descendentes de Adão, também nós pecamos:

Pelo que, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim, também, a morte passou a todos os homens, por isso que todos pecaram. Romanos 5:12

Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus; Romanos 3:12

Temos que reconhecer que a maldade que existe no mundo é consequência do pecado, porque o homem revoltou-se contra Deus.

Podemos também ser lembrados que Deus, que fez todas as coisas, incluindo os dinossauros, é o Juiz da Sua criação. Ele julgou a rebelião de Adão amaldiçoando o mundo com a morte. Adão foi avisado do que aconteceria se ele desobedecesse a instrucção de Deus de não comer o fruto duma árvora particular:

Mas da árvore da ciência do bem e do mal, dela não comerás; porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás. Génesis 2:17

Os dinossauros lembram-nos também que Deus julgou a rebelião dos dias de Noé ao destruir o mundo maligno com água, o que resultou na morte de milhões de criaturas. A Bíblia ensina-nos que Ele irá mais uma vez julgar o mundo, mas desta vez será com fogo:

Mas o dia do Senhor virá como o ladrão de noite; no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se desfarão, e a terra e as obras que nela há se queimarão. 2 Pedro 3:10

Podemos também ser lembrados de que, após este julgamento com fogo, Deeus irá fazer novos céus e uma nova Terra:

Mas nós, segundo a sua promessa, aguardamos novos céus e nova terra, em que habita a justiça. 2 Pedro 3:13

E como serão as coisas nesta nova Terra?

E Deus limpará dos seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas. Revelação 21:4

HellMas nós somos também avisados que muitos não receberão permissão para entrar nesta nova Terra, mas irão, em vez disso, sofrer durante toda a eternidade:

Mas, quanto aos tímidos, e aos descrentes, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos devassos, e aos feiticeiros, e aos idólatras, e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte. Revelação 21:8

Os seres humanos, que são pecadores desde a nascença (Salmo 51:5) não podem viver com o Deus Santo, mas estão condenados a ficar separados de Deus. Mas, Ele disponibilizou uma forma maravilhosa para que, através da qual, possamos ser libertos do pecado. A Bíblia ensina que Deus levou a cabo o sacrifício perfeito, necessário para o pagamento do pecado do ser humano.

O Próprio Filho de Deus, Aquele que na verdade criou o mundo (Col 1:16), veio à Terra como um Homem, Descendente de Adão, para sofrer a pena de morte pelos pecados do ser humano:

Mas, agora, Cristo ressuscitou dos mortos, e foi feito as primícias dos que dormem. Porque, assim como a morte veio por um homem, também a ressurreição dos mortos veio por um homem. 1 Cor 15:20-22

O Senhor Jesus Cristo morreu na cruz, mas ao terceiro dia, ressuscitou, conquistando a morte, para que todos aqueles que tenham fé NEle e O aceitem para a sua vida, sejam capazes de voltar para Deus, e viver eternamente com o Criador:

Porque Deus amou o mundo, de tal maneira, que deu o seu Filho Unigénito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. João 3:16

Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça. 1 João 1:9

Para aqueles que não aceitem com fé no que Cristo fez por eles, e que não reconhecer a sua natureza pecadora que precisa de redenção, a Bíblia avisa que tais pessoas irão viver para sempre, para serão separados de Deus e lançados num lugar de tormento que a Bíblia chama de Inferno. Mas aqueles que entregam a sua vida ao Senhor, que mensagem maravilhosa! Que Salvador Maravilhoso” Que maravilhosa salvação nó temos em Cristo o Criador.

Ken Ham.

Beemonte

http://bit.ly/1NH4dnU

 

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O sistema de aterragem das abelhas está de acordo com o gradualismo aleatório?

Por David Catchpoole

AbelhaAterrar em segurança é um dos aspectos mais difíceis do vôo porque a velocidade de aproximação tem que ser reduzida até quase ao ponto zero no momento de aterragem. Isto é suficientemente difícil em superfíceis horizontais, mas é ainda mais desafiador sempre que a inclinação aumenta – isto é, quando as superfícies de aterragem têm uma orientação diferente. No entanto, as abelhas conseguem fazer isto sem dificuldade centenas de vezes por dia.

Para surpresa dos engenheiros que, sem sucesso, tentaram laseres, radares, sondas, e tecnologia GPS quanto tentavam construir um sistema de aterragem autónomo para os robôs voadores, a estratégia de orientação das abelhas é “surpreendentemente simples”. (1,2)

As experiências revelaram que as abelhas aterram com segurança simplesmente garantindo que a superfície sobre a qual querem aterrar expande-se a uma taxa constante dentro do seu campo de visão. (1) Isto é uma forma de monitorização do fluxo óptico (3) que já havia sido observada no passado. (4)

Mandyam Srinivasan, professor de neurociência visual na Universidade de Queensland (Australia) explicou:

Se tu te aproximas a uma velocidade constante [para aterrar], a imagem [da superfície] parece expandir-se mais rapidamente à medida que te aproximas. Mas se por acaso tu manténs constante a taxa de expansão da imagem, tu automaticamente desacelerar; e quando entras em contacto [com a superfície], já te estás a movimentar a velocidade quase nula. (2)

Modelagens matemáticas revelaram que a técnica visual “auto-piloto” das abelhas funcionou em quase todos os tipos de superfícies – incluindo paredes e flores – e não precisou de qualquer tipo de informação em relação à velocidade do vento ou em relação à distância do destino.

“Porque é que não pensamos nisto antes?” lamentou o Professor Srinivasan. (2) Ele disse que o robô voador poderia brevemente ficar equipado de modo a imitar a estratégia de aterragem das abelhas, usando uma câmera de vídeo simples e leve.

A técnica de aterragem só-imagem pode ser também aplicada aos aviões militares furtivos (sem radar ou sem sonar para ser detectado pelo inimigo) e para os veículos espaciais (que podem aterrar noutros planetas sem o uso de GPS). No entanto, dificilmente o computador necessário para esta programação virá a ser tão pequeno como o cérebro da abelha.

É auto-evidente que nenhuma “técnica de orientação” veio a existir através do gradualismo aleatório. (5) E Aquele que criou a técnica de vôo das abelhas também nos deu a maior “técnica de orientação” que nos permitará evitar a maior “aterragem desastrosa” de todas:

 Porque NEle [Senhor JESUS Cristo] foram criadas todas as coisas que há, nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades: tudo foi criado por Ele e para Ele;

E Ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por Ele; E Ele é a Cabeça do corpo da igreja, é o Princípio e o Primogénito de entre os mortos, para que em tudo tenha a preeminência.

Porque foi do agrado do Pai que toda a plenitude NEle habitasse, E que, havendo por Ele feito a paz, pelo sangue da Sua cruz, por meio DEle reconciliasse Consigo mesmo todas as coisas, tanto as que estão na terra, como as que estão nos céus. (Colossenses 1:16-20)

A saber: Se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dos mortos, serás salvo. (Romanos 10:9)

E aquele que não foi achado escrito no livro da vida, foi lançado no lago de fogo. (Revelação 20:15)

http://bit.ly/1OtdsH2

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Abelha_FlorJá é suficientemente complicado acreditar que um processo gradual e aleatório tenha “criado” uma única célula, das milhões que as abelhas têm dentro de si, mas é o ponto mais alto da credulidade ateísta aceitar que este mesmo processo seja capaz de gerar (aleatoriamente e gradualmente) uma técnica de vôo/aterragem  que permita a este insecto aterrar com segurança.

Técnicas de vôo não se geram a elas mesmas; abelhas não se criam a elas mesmas; células não são o efeito de forças aleatórias. A teoria da evolução, que se baseia num anti-cientifico gradualismo aleatório, encontra-se em oposição directa ao que ciência empírica nos revela.

Por outro lado, a teoria científica do Design Inteligente e o criacionismo Bíblico estão perfeitamente de acordo com o que se pode observar ao postularem uma Causa Inteligente para as formas biológicas, bem como para as suas surpreendentes e informaticamente complexas capacidades de navegação.

Referências e notas:
1. Baird, E., Boeddeker, N., Ibbotson, M., and Srinivasan, M., A universal strategy for visually guided landing, Proceedings of the National Academy of Sciences (USA) 110(46):18686–18691, 2013.
2. Ross, J., Bees no drones when it comes to landing, theaustralian.com, 29 October 2013.
3. Esch, H., Zhang, S., Srinivasan, M.V. and Tautz, J., Honeybee dances communicate distances measured by optic flow, Nature 411(6837):581–583, 31 May 2001.
4. Sarfati, J., Can it bee? Creation 25(2):44–45, 2003; creation.com/bee.
5. For many other examples of human engineers wanting to copy the Master Engineer’s designs in nature, see creation.com/biomimetics.
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A ciência aponta para o Criador

Por Bill Federer

“Ó Deus Todo Poderoso, estou a pensar os Teus Pensamentos segundo Tu mesmo”, escreveu o astrónomo Johannes Kepler, em 1619, no seu “The Harmonies of the World.”

Johannes_KeplerUm ataque de varíola que aconteceu quando ele tinha quatro anos, deixou-o com mãos aleijadas e com visão deficiente. superando todos estes contratempos, ele estudou as obras de Copérnico, e com 23 anos tornou-se professor de Astronomia. O seu nome era  Johannes Kepler, nascido no dia 27 de Dezembro de 1571.

Ele avançou mais ainda com a teoria heliocêntrica do sistema solar de Copérnico, com os planetas a girarem à volta do sol e não da Terra. Ele descobriu as leis que governam o movimento dos planetas e deu início à disciplina da mecânica celestial conhecida Leis de Kepler, que mais tarde vieram a ajudar Newton a formular a sua teoria de gravitação. A publicação das suas tabelas de efeméride, necessárias para o mapeamento do movimento das estrelas, contribuiu para a teoria do cálculo.

No livro quinto do “The Harmonies of the World”  Johannes Kepler escreveu:

A matriz está lançada; o livro está escrito, para ser lido ou agora ou na posterioridade, não me interessa. Pode até ser bom esperar um século por um leitor, tal como Deus esperou 6,000 anos por um observador.

Comparando as órbitas celestiais dos planetas com as harmonias polifónicas da música, Kepler escreveu o seguinte no seu livro “The Harmonies of the Worlds”:

Pai Santo, protege-nos dentro da harmonia do nosso amor uns pelos outros, de modo a que possamos ser um, tal como Tu o és com o Teu Filho, o Nosso Senhor, e com o Espírito Santo, e tal como através dos doces laços harmónicos Tu uniste todas as tuas obras, e que trazendo o Teu Povo à concórdia, o corpo da Tua Igreja possa ser construído na Terra, tal como construíste os próprios céus através das harmonias.

Na conclusão do seu tratado, Kepler escreveu:

Agradeço-Te, meu Criador e Senhor, que me deste esta alegria na Tua criação, esta alegria nas obras das Tuas Mãos; Mostrei a excelência das Tuas obras aos homens, tal como a minha mente finita foi capaz de entender a Tua Infinidade; Se disse qualquer coisa contra a Tua Glória, perdoa-me graciosamente.

Dois séculos mais tarde, Benjamin Silliman, professor de Yale e homem que, em 1818, fundou a “American Journal of Science and Arts”, declarou:

A relação entre a Geologia, bem como a Astronomia, com a Bíblia, quando ambas são bem entendidas, é de perfeita harmonia. ….. A Palavra e as obras de Deus não podem entrar em conflicto, e quanto mais elas são estudadas, mais a harmonia entre ambas se torna aparente.

O autor best-seller Eric Metaxas escreveu um artigo para o Wall Street Journal com o título de “Science Increasingly Makes the Case for God” onde diz:

No ano de 1966 . . .  o astrónomo Carl Sagan anunciou que existiam dois critérios importantes para que um planeta tenha a capacidade de suportar vida, o tipo de estrela certo, e um planeta à distância certa dessa estrela. Dados os (mais ou menos) octilhões de planetas no universo – 1 seguido de 27 zeros – deveriam existir septilhões – 1 seguido de 24 zeros – de planetas capazes de conter a vida. …

Mas à medida que os anos foram passando, o silêncio do universo era ensurdecedor. O Congresso Americano deixou de financiar a SETI em 1993, mas a busca prosseguiu, mas desta vez com verbas privadas. Até 2014, os pesquisadores descobriram precisamente nada – 0 seguido dum vazio.

Eric Metaxas continua:

O que foi que aconteceu? À medida que o nosso conhecimento foi aumentando, tornou-se cada vez mais claro que existiam muitos mais factores necessários para a vida do que aqueles que Sagan havia suposto.

Os seus dois parâmetros aumentaram para 10, e depois para 20, e depois para 50, o que causou a que o número de planetas com a capacidade de suportar a vida tenha diminuído; …. Peter Schenkel escreveu um artigo para a revista “Skeptical Inquirer” onde dizia: “À luz dos mais recentes achados e à luz dos novos pontos de vista, parece apropriado colocar de parte a euforia excessiva….  Se calhar o melhor é admitir calmamente que as estimativas iniciais . . . podem já não ser sustentáveis.

À medida que os factores continuaram a ser descobertos, o número de planetas possíveis baixou para zero, e continuou a avançar. Dito por outras palavras, as probabilidades voltaram-se contra a ideia de algum planeta do universo vir a poder ter vida, incluindo o planeta Terra. ….. Actualmente, existem mais de 200 parâmetros conhecidos necessários para que haja vida num planeta – cada um destes parâmetros tem que ser satisfeito ou então tudo entra em descalabro.

Sem um planeta gigantesco como Júpiter por perto, cuja gravidade irá atrair os asteróides, o número destes asteróides a atingir a Terra seria mil vezes superior. As probabilidades de vida no universo são pura e simplesmente assombrosas, no entanto, aqui estamos nós, não só a existir, mas também a falar dessa mesma existência.

O que pode explicar tal facto? …  A que ponto é justo admitir que a ciência sugere que nós não podemos ser o efeito de forças aleatórias?

Eric Metaxas termina dizendo:

O físico Paul Davies afirmou que “a aparência de design é sobrepujante”, e John Lennox, professor de Oxford, disse que “quanto mais nos conhecemos o nosso universo, mais a hipótese de que existe Um Criador ganha credibilidade como a melhor explicação do porquê nós estarmos aqui.”

http://bit.ly/1Oor8i0

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A ciência é arma contra o ateísmo e não contra Deus

Por Eric Metaxas

Is_God_DeadNo ano de 1966, a revista Time teve uma capa onde se lia, “Será que Deus Está Morto?” Muitos aceitaram a narrativa cultural de que Ele é Obsoleto, e que à medida que a ciência avança, há cada vez menos necessidade de um “Deus” para explicar o universo. No entanto, parece que os rumores da morte de Deus foram largamente prematuros. Ainda mais espantoso é que o relativamente recente argumento em favor da Sua existência chega-nos duma fonte surpreendente: da própria ciência.

Eis a história: no mesmo ano em que a Time exibiu a famosa capa de revista, o astrónomo Carl Sagan anunciou que existiam dois critérios importantes para que um planeta tenha a capacidade de suportar vida: o tipo de estrela certo, e um planeta à distância certa dessa estrela. Dados os (mais ou menos) octilhões de planetas no universo – 1 seguido de 27 zeros – deveriam existir septilhões – 1 seguido de 24 zeros – de planetas capazes de conter a vida.

Com probabilidades tão espectaculares, a “Search for Extraterrestrial Intelligence”, uma enorme e dispendiosa colecção de projectos (financiada com dinheiros públicos e privados) iniciada nos anos 60, estava segura de que rapidamente encontraria algo. Usando uma vasta rede rádio-telescópica, os cientistas escutaram por sinais com a aparência de inteligência codificada, e não aqueles que eram puramente aleatórios.

Mas à medida que os anos foram passando, o silêncio do universo era ensurdecedor. O Congresso Americano deixou de financiar a SETI em 1993, mas a busca prosseguiu, mas desta vez com verbas privadas. Até 2014, os pesquisadores descobriram precisamente nada – 0 seguido dum vazio.

O que foi que aconteceu? À medida que o nosso conhecimento foi aumentando, tornou-se cada vez mais claro que existiam muitos mais factores necessários para a vida do que aqueles que Sagan havia suposto. Os seus dois parâmetros aumentaram para 10, e depois para 20, e depois para 50, o que causou a que o número de planetas com a capacidade de suportar a vida tenha diminuido; o número foi reduzido para alguns milhares de planetas e o número tem caído desde então.

Até mesmo os defensores do projecto SETI reconhecem o problema. Em 2006 Peter Schenkel escreveu um artigo para a revista “Skeptical Inquirer” onde dizia:

À luz dos mais recentes achados e à luz dos novos pontos de vista, parece apropriado colocar de parte a euforia excessiva….  Se calhar o melhor é admitir calmamente que as estimativas iniciais . . . podem já não ser sustentáveis . .

À medida que os factores continuaram a ser descobertos, o número de planetas possíveis baixou para zero, e continuou a avançar. Dito por outras palavras, as probabilidades voltaram-se contra a ideia de algum planeta do universo vir a poder ter vida, incluindo o planeta Terra. As probabilidades indicam que nós não deveríamos estar aqui.

Actualmente, existem mais de 200 parâmetros conhecidos necessários para que haja vida num planeta – cada um destes parâmetros tem que ser satisfeito ou então tudo entra em descalabro. Sem um planeta gigantesco como Júpiter por perto, cuja gravidade irá atrair os asteróides, o número destes asteróides a atingir a Terra seria mil vezes superior.

As probabilidades de vida no universo são pura e simplesmente assombrosas, no entanto, aqui estamos nós, não só a existir, mas também a falar dessa mesma existência. O que pode explicar tal facto? Será que cada um destes parâmetros foi satisfeito por acidente? A que ponto é justo admitir que a ciência sugere que nós não podemos ser o efeito de forças aleatórias?

Será que assumir que Uma Inteligência criou estas condições perfeitas não requer menos fé do que acreditar que esta Terra, com a capacidade de suster a vida, pura e simplesmente conseguiu superar as probabilidades inconcebíveis para poder começar a existir?

E há mais.

A afinação perfeita necessária para que a vida exista não se compara em nada com a afinação perfeita necessária para que o universo venha a existir. Por exemplo, os astrofísicos sabem hoje que os valores das quatro forças fundamentais – força da gravidade, força electromagnética, força nuclear “forte”, e  força nuclear “fraca” – foram determinadas menos de um milionésimo de segundo depois do big bang [sic]. Se um destes valores fosse alterado, o universo nunca poderia existir.

Por exemplo, se por acaso o rácio entre a força nuclear forte e a força electromagnética estivessem minimamente mal ajustadas – por exemplo, uma parte em  100,000,000,000,000,000 – então nenhuma estrela se formaria. (Fiquem à vontade para engolir em seco).

Multipliquem só esse parâmetro por todas as outras condições necessárias, e as probabilidades contra a existência do universo são tão astronomicamente gigantescas que qualquer noção em favor da tese de que “aconteceu por acaso” está contra o senso comum. Seria como lançar uma moeda e ela dar caras 10 quintilhões de vezes seguidas. Alguém acredita nisto?

c. 1950s

c. 1950s

Fred Hoyle, o astrónomo que cunhou o termo “big bang”, disse que o seu ateísmo foi “gravemente perturbado” com estes desenvolvimentos. Mais tarde, ele escreveu que “uma interpretação dos factos com base no senso comum sugere que Um Super Intelecto andou a brincar com a Física, tal como com a Química e com a Biologia….Os números que calculamos a partir dos factos parecem tão sobrepujantes que parecem estabelecer esta conclusão para além de qualquer dúvida.”

O físico Paul Davies afirmou que “a aparência de design é sobrepujante”, e John Lennox, professor de Oxford, disse que “quanto mais nos conhecemos o nosso universo, mais a hipótese de que existe Um Criador ganha credibilidade como a melhor explicação do porquê nós estarmos aqui.”

O maior milagre de todos os tempos, sem nada que esteja remotamente perto, é o universo. Este é o milagre dos milagres, e um que, com o brilho combinado de todas as estrelas, inelutavelmente aponta para algo – ou para Alguém – que está para além do universo.

https://archive.is/PclmM

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Devido às probabilidades assombrosas contra a origem gradual e aleatória do universo, é  hilariante ver ateus menos informados a tentar usar a ciência como arma com Deus. Claramente, a ciência nunca pode ser evidência contra o Criador visto que a ciência tenta estudar aquilo cuja existência é melhor explicada como efeito de criação – isto é, o universo.

Como sempre a Bíblia já nos tinha alertado para o facto do universo ser uma evidência em favor do Criador visto que o Salmo 19:1 diz:

000_Salmo_19

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