Animal “sem evolução durante 80 milhões de anos” encontrado em Portugal

Os métodos de datação evolucionistas voltam a revelar a sua fiabilidade. Desta vez, foi encontrado vivo um tubarão (Chlamydoselachus anguineus) que os evolucionistas acreditam “estar da mesma forma desde os tempos dos dinossauros, desde o Período Cretáceo” – altura em que, segundo a mitologia evolucionista, os Tyrannosaurus Rex e os Triceratops vagueavam pelo planeta:

Um raro tubarão-cobra foi recentemente encontrado por pesquisadores Portugueses ao largo da costa do Algarve, Portugal. Os cientistas encontravam-se a trabalhar num projecto da União Europeia que visa “minimizar a captura indesejada na pesca comercial” quando eles se depararam com este “tubarão da era dos dinossauros”.

Como é normal quando é encontrado um animal que não se alinha com as expectativas da não-científica datação evolucionista, e devido ao facto dele “ter permanecido inalterado durante 80 milhões de anos, fazendo dele uma das poucas espécies com tal antiguidade ainda em existência”, os pesquisadores do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) deram a este animal o hilariante nome de “fóssil vivo”.

Segundo a BBC, os cientistas afirmaram que o peixe do sexo masculino, medindo 1,5 metros, foi capturado a 700 metros de profundidade nas águas de Portimão.

O tubarão manteve da mesma forma, tanto no seu interior como no seu exterior, desde a era dos dinossauros [sic]. Os cientistas datam-no como sendo do Período Cretáceo – quando os Tyrannosaurus Rex e Triceratops caminhavam sobre o planeta.

Este animal pré-histórico [sic] tem um corpo alongado, delgado, e serpentino, mas muito pouco se sabe em termos da sua “biologia e meio-ambiente” visto que o mesmo é normalmente encontrado entre 109 a 1,280 metros abaixo da linha de água, e há muito poucas gravações ou fotos do tubarão no seu habitat natural.

De facto, ele é tão raramente visto que, apesar de existir há mais tempo que os seres humanos, nunca chegou a ser descoberto antes do século 19.

A professora Margarida Castro da Universidade do Algarve disse à SIC Notícias que o tubarão tem uma boca com uma forma única e deriva o seu nome da sua dentição.

Muito particular, ela permite-lhe apanhar lulas, peixes e outros tubarões em uma só investida. A professora Margarida Castro acrescentou ainda à Sic Notícias:

Nenhum de nós [pesquisadores] já tinha visto esta espécie , e muitos de nós estão há anos trabalho a bordo, portanto, percebemos que era uma espécie que não era comum.

Fonte: http://bit.ly/2mj8XJ7

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Os métodos de datação evolucionistas são tão “fiáveis” que se por acaso os evolucionistas encontrarem um dinossauro vivo, eles irão rapidamente dar-lhe o nome de “fóssil vivo” e evitar discutir as implicações de tal descoberta. Não há forma científica de refutar a crença nos mitológicos “milhões de anos” visto que a mesma não depende dos factos à nossa disposição.

A forma como esta forma de vida coloca em causa a datação evolucionista é através do facto de ser difícil de aceitar que, apesar de alegadamente várias formas de vida maiores e menores terem desaparecido (dinossauros) e outras terem “evoluído” para as mais variadas formas de vida, este tubarão conseguiu manter-se igual durante “80 milhões de anos”.

É bem mais lógico aceitar que o tipo básico que gerou este animal (bem como todos os outros) apareceu há pouco tempo, e manteve-se essencialmente mesma.

Conclusão:

O que é “surpreendente” nesta notícia não é que um animal fique na mesma durante “80 milhões de anos” mas sim que alguém acredite que um animal fique na mesma durante “80 milhões de anos”.

Para nós Cristãos, esta descoberta só confirma o que Deus já afirmou na Sua Palavra: visto que a Terra não tem “milhões de anos” mas sim entre 6,000 a 7,000 anos, é perfeitamente normal que as formas de vida estejam essencialmente na mesma

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Diversificação “acelerada” confunde evolucionistas

Evolucionistas ficam perplexos com a rápida “evolução” de peixes:

Alguns pensavam que isto era impossível, mas uma população de esgana-gatos [Gasterosteus aculeatus] que se reproduz nos mesmos córregos está-se a diversificar em duas espécies distintas perante os nossos olhos, e de forma acelerada.

Os esgana-gatos foram inicialmente introduzidos no Lago Constance na Suíça há cerca de 150 anos atrás, um “piscar de olhos em termos evolutivos“, diz a reportagem. Mas desde então, o peixe começou a diversificar-se em dois tipos distintos: um que vive na zona principal do lago, e outro que vive nas correntes que fluem em direcção ao lago.

Os que vivem dentro do lago são maiores, têm espinhas dorsais mais alongadas e armadura mais resistente. Teoricamente, estas diferenças provavelmente devem-se ao estilo de vida e não à evolução [sic]; se calhar os peixes do lago sobrevivem mais tempo, crescem e ficam maiores.

Mas David Marques, e os seus colegas da Universidade de Berna, descobriram que já existem diferenças genéticas declaradas entre os dois tipos. Ele diz:

Podemos estar à beira de observar a génese de duas espécies distintas.

O que faz desta descoberta um achado extraordinário é que ambos os tipos de peixe reproduzem-se nas mesmas correntezas e durante a mesma época do ano. Eles sempre se reproduziram uns com os outros, e ainda se reproduzem, no entanto, estão-se a separar para dois tipos geneticamente e fisicamente distintos.

Separação

Chris Bird, da “Texas A&M University Corpus Christi”, que analisa os genomas dos organismos e estuda a forma como eles “evoluem”, afirma que este tipo de especiação, conhecida como especiação simpátrica, era tida como muito pouco provável.

A explicação convencional é que a especiação requer sempre que duas populações estejam fisicamente separadas de modo a prevenir o cruzamento (por exemplo, a viver em lados distintos duma montanha ou em ilhas distantes dentro do mesmo arquipélago).

Isto prende-se com o facto de que, quando os animais acasalam, um processo com o nome de “recombinação” mistura as variações genéticas, o que significa que os genes da mãe e do pai serão misturados. Enquanto o cruzamento genético for ocorrendo, é muito pouco provável que dois grupos com traços genéticos distintos venham a surgir.

Mas a equipa de Marques apurou que as distinções genéticas entre os dois tipos de peixes concentram-se em partes do cromossoma menos prováveis de serem sujeitas a recombinações. Consequentemente, os conjuntos de variações genéticas que dão aos dois tipos de peixes características distintas são menos susceptíveis de se perderem.

No que toca à velocidade da separação dos esgana-gatos, existem muitos outros exemplos de evolução [sic] recente que demonstram o quão rapidamente ela pode ocorrer – desde cancros a tornarem-se resistentes a drogas, ácaros a tornarem-se resistentes a pesticidas, até peixes a tornarem-se mais pequenos como forma de evitarem serem o nosso próximo jantar.

É possível que tal evolução [sic] rápida seja a norma e não a excepção.

Fonte: http://bit.ly/2v260w0

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Deixando de lado o facto de peixes que se transformam em peixes não ser qualquer tipo de “evolução”, temos aqui mais um caso de estudo da psicologia evolucionista: aparentemente, antes desta observação os evolucionistas achavam “muito pouco provável” que a variação genética pudesse causar o surgimento de espécies distintas MESMO quando houvesse proximidade (“Enquando o cruzamento genético for ocorrendo, é muito pouco provável que dois grupos com traços genéticos distintos venham a surgir”).

Mas agora, e como sempre, as observações empíricas refutam essa crrença evolucionista, e revelam que a variação genética pode ocorrer dentro duma forma de vida, mesmo que não haja qualquer separação física entre as espécies consequentes e divergentes.

Mais ainda, o artigo termina com mais uma “certeza” evolucionista a ter que ser re-ajustada:

É possível que tal evolução [sic] rápida seja a norma e não a excepção.

Tradução: é possível que a variação genética ocorra bem mais rápido do que se pensava, o que é um ponto a favor da Bíblia (Arca de Noé, etc) e mais um dado que vai levar os evolucio-animistas a ter que rever os seus cada-vez-mais-debilitados “princípios evolutivos”.

Por fim, note-se que até a PERDA de informação genética (“peixes a tornarem-se mais pequenos”) é “evolução”, o que revela que esta “teoria” é cientificamente irrelevante. Se tudo o que acontece na natureza é “evolução” (ganho ou perda de informação, aumento ou diminuição de tamanho, etc), então nada é evolução. Não há forma de refutar uma teoria que é definida como “aquilo que acontece na natureza”.

Conclusão:

O que temos aqui (com a ideia de que tudo é “evolução”) é o que o filósofo Karl Popper disse a dada altura (embora tenha sido posteriormente levado a “explicar-se” de uma forma mais ao agrado do evolucionistas): a teoria da evolução não é um teoria científica no verdadeiro sentido do termo, mas sim um “enquadramento de pesquisa metafísico” [inglês: “metaphysical research program”) dentro do qual todas as evidências têm que ser interpretadas.

A descoberta de rápida variação não vai levar os evolucio-animistas a reconsiderar a validade da teoria neo-darwiniana porque, para os evolucionistas, as evidências são interpretadas à luz da teoria da evolução. Se uma forma de vida não muda durante os mitológicos “milhões de anos”, então isso é “evolução”; no entanto, se outra forma de vida varia de modo rápido e empiricamente observado, então isso também é “evolução”.

Basicamente, do ponto de vista evolucionista, nós não vêmos répteis a evoluir para pássaros porque a evolução é um “processo lento” que demora “milhões de anos” . . . . . . .
excepto quando vêmos formas de vida a variar de modo óbvio, e então a evolução já não é um processo que precisa de “milhões de anos”. Dentro da teoria da evolução tudo é possível e tudo é aceite; basta ter fé.

Os evolucionistas são livres para ter a sua fé, mas eles não são livres para qualificar a sua fé de “ciência”.

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Quando os cientistas não sabem fazer ciência

Um dos sinais de óbvio declínio da civilização Ocidental é a forma como as suas instituições se tornam incapazes de executar as suas funções primárias. Infiltrações e subversões levadas a cabo por pessoas ideologicamente motivadas explicam parcialmente esse declínio, mas a declínio da inteligência média das pessoas educadas nas escolas controladas pelos evolucionistas pode ser outro motivo. É bem provável que esta última hipótese explique melhor mais um falhanço dos cientistas.

Os pesquisadores alertam que larga parte da ciência biomédica pode ser falsa devido à galopante história de dados erróneos resultante de falhanço sistemático que já ocorre há  décadas.

Uma investigação recente revela que mais de 30,000 obras publicadas e revistas por pares podem ver a sua autenticidade comprometida devido ao seu uso de linhas celulares não identificadas, facto que ocorreu porque as assim-chamadas células imortais contaminaram outras culturas celulares.

O problema é, ao mesmo tempo, sério e simples: os pesquisadores que se encontravam a estudar o cancro do pulmão publicaram um novo artigo científico, só que um dos tecidos usados no laboratório era na verdade de células de fígado. E o que eles pensavam que eram células humanas, eram na verdade, células de ratos, ou vice-versa, ou outra  coisa totalmente diferente.

Se por acaso és de opinião de que isto é suficiente mau, então estás certo visto que todas as porções da pesquisa afectada pode estar erróneo, e pode ser totalmente não confiável.

“A maior parte dos cientistas não publica propositadamente dados das células erradas”, explica Serge Horbach, um dos pesquisadores (Radboud University na Holanda).  “Foi um erro sem más intenções. O problema mais urgente é que os dados da pesquisa  estão potencialmente invalidados e impossíveis de duplicar”.

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A ciência não é e nunca deveria ser a régua de medir no que toca à verdade. Ela só pode ser avaliada pelos seus resultados no mundo real; isto significa que a ciência que não avançou até algo parecido com a engenharia não pode ser em situação alguma vista como “estabelecida”.

Este fracasso da “infalível” revisão por pares (mais um) é o tipo de coisa que faz com que seja hilariante ver um anti-Cristão ou anti-criacionista afirmar que, visto que o criacionismo científico não “publica em revistas revistas por pares”, ele nunca pode ser visto como uma ciência. Literalmente, isto pode ser visto como alguém dizer “uma vez que o criacionismo não é aceite por um grupo de cientistas ideologicamente motivado, e visto que ele não foi revisto por um processo repleto de fraudes, então o criacionismo não é ciência”.

A realidade dos factos é que a ciência é uma área do conhecimento hunano infestada com os mesmos problemas que todas as outras áreas da experiência humana. O que se passa é que durante os últimos 200/300 anos, as mesmas pessoas que durante séculos eram inimigas do Cristianismo, infiltraram-se no mundo científico e rapidamente definiram-no de modo a que o pudessem usar contra o Cristianismo.

Mas, tal como em todas as outras áreas da vida, sempre que Deus é “expulso” dum lugar ou duma instituição, o vazio por Ele deixado é preenchido pelo erro, pela ignorância e pela superstição. Foi exactamente isso que aconteceu com a ciência: hoje em dia temos pessoas inteligentes que pensam que é possível um réptil evoluir para um pássaro, que é possível a vida por si só gerar sistemas que funcionam com base em informação em código, e pessoas que realmente pensam que atribuir um efeito a uma causa adequada “não é científico”.

Como se isto não fosse suficientemente óbvio, há que notar na fraude dos militantes anti-Cristãos: quando eles usam a “ciência auto-correctora” como arma contra o Cristianismo, eles estão a usar uma ciência idealizada, e não a ciência que realmente existe no mundo. Basicamente, eles usam uma ciência “perfeita” para lutar contra as acções de humanos falíveis. A sua forma de pensar é muito parecida com a forma de agir dos comunistas que defendem o Comunismo com base nos seus (alegados) objectivos e não com base nos efeitos reais.

Conclusão:

A ciência não é perfeita, a revisão por pares não é infalível e o facto do criacionismo não publicar artigos nas maiores revistas científicas do mundo não significa que o criacionismo não esteja de acordo com os dados. Lembrem-se: as mesmas pessoas que lutam contra o criacionismo são as mesmas pessoas que misturam células humanas com células de ratos, colocando em causa 30,000 artigos “científicos” e décadas de pesquisa médica.

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A erupção vulcânica que causa pesadelos aos evolucionistas

Por Steven A. Austin, Ph.D.

A erupção do Monte de Santa Helena no dia 18 de Maio de 1980, Washington State, certamente que é lembrado como um dos eventos geológicos mais importantes nos Estados Unidos durante o século 20. A explosão que ocorreu no dia 18 de Maio foi iniciada por um tremor de terra e um derramamento de terra que envolveu 2,4 quilómetros cúbicos de rocha.

À medida que o cume e o declive voltado para o Norte deslizavam sobre o vulcão durante essa manhã, foi libertada pressão do interior do vulcão, onde água super quente imediatamente jorrou para fora em forma de vapor. A explosão do vapor libertou energia equivalente a 20 milhões de toneladas de TNT, que derrubou cerca de 388 quilómetros quadrados de floresta em cerca de 6 minutos.

No “Spirit Lake”, a norte do vulcão, uma enorme onda de água, iniciada por um oitavo de milha cúbica de resto de deslizamento de rochas, arrancou as árvores, algumas estando a 260 metros acima do nível da água antes da erupção.

A energia total produzida no dia 18 de Maio foi o equivalente a 400 milhões de TNT – aproximadamente 20,000 bombas com o tamanho da bomba de Hiroshima.

Também no dia 18 de Maio, e também durante erupções posteriores, limites energéticos críticos foram excedidos por parte de processos geológicos potentes que foram capazes de levar a cabo mudanças significativas num curto espaço de tempo. Estes processos geológicos colocam em causa o uniformitarianismo tradicional em torno da forma como a Terra funciona, e serve como um laboratório em miniatura para o catastrofismo.

Cientistas afiliados ao Institute for Creation Research passaram três Verões a investigar as mudanças geológicas que ocorreram no vulcão. Eis aqui dois pontos importantes por eles salientados:

1. Estratificação formada rapidamente

Mais de 120 metros de estrato espesso foi formado no Monte de Santa Helena desde 1980. Inicialmente, estes depósitos acumularam-se através de jactos aéreos, deslizamento de terra, ondas sobre o lago, fluxo piroclástico, fluxo de lama, queda de detritos, e correntes de água.

Provavelmente a acumulação mais surpreendente são os depósitos de fluxo piroclástico amontoados a partir de turbulentas lamas de detritos vulcânicos fluidizados, que se moveram rapidamente a partir dos flancos do vulcão à medida que a camada de detritos sobre o vulcão entrou em colapso.

Entre esses depósitos encontravam-se cinzas de pedra-pomes e camadas cujas espessuras iam de milímetros para mais de 1 metro, cada uma representando entre alguns segundos até vários minutos de acumulações. Um depósito que se acumulou em menos de um dia, no dia 1 de Junho de 1980, tem a espessura de 7,62 metros e contém muitas camadas finas.

Está convencionado assumir-se que as camadas e os leitos [rochosos] representam variações sazonais mais alongadas (ou alterações anuais) à medida que as camadas se vão lentamente acumulando.

No entanto, o Monte de Santa Helena ensina-nos que as camadas estratificadas que normalmente caracterizam as formações geológicas podem-se formar rapidamente através de processos de fluxo rápidos e poderosos (semelhantes aos que ocorreram durante o Dilúvio de Noé).

Tais estruturas têm-se formado rapidamente em ambiente sub-aquático em tanques de sedimentação instalados em laboratório, e como tal, não nos pode surpreender quando o mesmo ocorre em catástrofes naturais.

2. Rápida Erosão

A erosão que ocorreu durante as erupções vulcânicas no Monte de Santa Helena foi levada pela correnteza resultante de explosões de vapor, deslizamento de terra [“landslide”], ondas de água, fluxos de cinza de pumício quente (fluxos piroclásticos), e deslocação de lama.

Desde que as erupções ocorreram que os processos de erosão têm sido dominados por inundações estratificadas, e por fluxo aquático canalizado (e também, ocasionalmente, por lama em movimento).

Cerca de 5,95 metros quadrados de North Fork, em “Toutle River Valley”, foram obstruídos por dois terços duma milha cúbica e por detrito piroclástico (que tem estado em rápida erosão desde 1980).

Jactos de vapor provenientes da água e do gelo enterrados sob vapor de pumício quente causaram  poços explosivos associados a processos de perda de massa nas margens dos poços, produzindo montes e barrancos com profundidades que vão para além dos 38 metros.

Documentação fotográfica reunida por cientistas associados ao Institute for Creation Research demonstra que ranchos e barrancos bem visíveis formaram-se junto às margens dos explosivos poços de vapor antes do dia 23 de Maio – menos de 5 dias depois do pumício ter sido depositado. Os ranchos e barrancos assemelham-se a ermos topográficos, que, segundo os geólogos, demoram “muitas centenas” ou mesmo “milhares de anos” a serem formados.

O deslizamento de lama proveniente do Monte de Santa Helena foi responsável pela maior parte da erosão. Um deles, que ocorreu no dia 19 de Março de 1982, causou a erosão dum sistema de desfiladeiro nas nascentes de North Fork do “Toutle River Valley” com profundidade que vai para além dos 42,6 metros, criando um novo padrão dentrítico de drenagem.

À medida que os cientistas do ICR investigavam este novo terreno, eles começaram a contemplar os processos que podem ter formado o “Grand Canyon” no Colorado River.

Os pequenos riachos que actualmente fluem através das nascentes do “Toutle River” podem parecer ter esculpido estes desfiladeiros de modo gradual e lento, e durante “um longo período de tempo” apenas e só se ignorarmos o facto dessas erosões terem sido observadas a ocorrer nos dias de hoje.

Os geólogos têm que aprender que, uma vez que a escala dos mitológicos “milhões de anos” (que eles foram treinados a atribuir ao desenvolvimento dos traços naturais da superfície terrestre) os iria levar a dar datas erradas a certas estruturas causadas pela erupção que ocorreu no Monte de Santa Helena, essa interpretação geológica pode muito bem ser totalmente inútil ou enganadora quando usada para atribuir “idades” a outras estruturas geológicas.

CONCLUSÃO

O Monte de Santa Helena disponibiliza-nos uma oportunidade rara para estudar os transientes processos geológicos que, no espaço de alguns meses, geraram mudanças que, se não tivessem sido empiricamente observadas, poderiam levar os geólogos a assumir erradamente que estas mudanças ocorreram durante “milhões de anos”.

Devido a isto, o vulcão coloca em causa a interpretação baseada nos “milhões de anos” relativa à funcionalidade dos processos geológicos terrestres, bem como a forma como eles variam, e também coloca em causa a escala temporal que é comum associar às formações e às estruturas geológicas. Estes processos, bem como os seus efeitos, servem de laboratório em miniatura para o catastrofismo.

Mas mais importante e acima da verdade científica está o facto das observações empíricas estarem de acordo com a Palavra de Deus e também com o relato do Dilúvio de Noé.

Deus diz-nos na Sua Palavra – a Bíblia Sagrada – que há cerca de 6,000/7,000 anos a Terra foi criada num evento instantâneo e imediato (Salmos 33:6,9), mas que há cerca de 4,500 um Dilúvio global alterou por completo a estrutura da Terra.

Se isto é verdade, então seriam de esperar evidências que confirmassem o Relato da Bíblia. E é exactamente isso que acontece:

Na imagem de cima e na imagem que se segue temos fósseis peixes que fossilizaram enquanto se alimentavam. Isto implica que um evento catastrófico apanhou-os de surpresa, deixando-os sem tempo para finalizar a sua alimentação.

As evidências confirmam a Bíblia, desde logo, não há motivos para a colocar em causa. Mais ainda, se o que Deus diz sobre o nosso passado está correcto, então o mesmo se pode dizer sobre o futuro.

Isto implica que vai haver um Julgamento Final, que há um céu para quem tem sobre si a justiça de Deus (que é livremente dada por Ele mediante Fé no Seu Filho Jesus Cristo)  e  que há um inferno para quem rejeita a revelação que Deus deixou à sua disposição.

Toma a tua decisão hoje e deixa que o Senhor Jesus escreva o teu nome do Livro da Vida. A Palavra diz:

Chegará a hora em que os endurecidos de coração deixarão de ter tempo para tomar a decisão de aceitar o Jesus Cristo como Senhor e Salvador.

Modificado a partir o original:  http://bit.ly/2suRlsI

 

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Como entrar em contacto com o editor do blogue

Como já tive a hipótese de dizer num passado recente,  deixei de usar o Facebook. Como tal, o meu novo “Facebook” é o Minds.

Entretanto, a conta do Twitter continua activa.

Mediante a disponibilidade de tempo, num futuro próximo irei criar uma conta do YouTube e VidMe para publicar vídeos sobre temas pertinentes à temática do blogue.

Temos também o Medium:

O contacto de email é: miguelmats@tutanota.com

Obrigado.

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3 questões que os evolucionistas têm que saber responder

Há mitos evolutivos que se tornaram tão enraizados na cultura ocidental (pelo menos entre a “elite pensadora”) que muito de nós nem pára para pensar na mecânica de certas alegações. Uma coisa é dizer que um dinossauro “evoluiu” para um colibri, mas outra é mostrar como é que isso pode acontecer gradualmente e de forma a que o animal sobreviva.

Outra “transformação” que desafia tudo o que se sabe de Biologia é a mitológica evolução dos mamíferos marinhos. Reza a lenda que os mamíferos que se encontram nos mares são “parentes distantes” dos mamíferos que estão em terra, separados apenas pelos mitológicos “milhões de anos” e por algumas mutações:

Conhecemos muito pouco sobre os fósseis de antigas espécies de Golfinhos, e o que se conhece é extremamente incerto. Supõe-se que há cerca de 50 milhões de anos atrás, uma espécie de gato pré-histérico (Mesonychidea), começou a passar mais tempo na água à procura de alimento, e que eventualmente se transformou para melhor se adaptar a esse novo meio ambiente. O regresso à água, trouxe benefícios significantes para os carnívoros terrestres. Os animais marinhos eram uma nova fonte de alimento inexplorada.

As evidências em favor deste mito fazem-se notar pela total ausência, mas deixando isso de parte, há algumas coisas que seria interessante saber:

1) Os mamíferos terrestres são respiradores involuntários, enquanto que os golfinhos não.

Embora possamos, obviamente, conscientemente suspender a respiração, para nós, mamíferos terrestres, respirar é um reflexo que está em larga parte fora do nosso controle cônscio. (Por isso é que ao dormirmos, nós continuamos a respirar). No entanto, os golfinhos e a baleias não são respiradores involuntários. Eles têm que estar conscientes para respirar:

Os golfinhos são conhecidos como respiradores conscientes (ou cônscios), o que significa que eles nunca chegam a adormecer totalmente visto que se o fizerem, eles podem afogar. Devido a isto, quando eles descansam, parte do seu cérebro mantém-se alerta de forma a permitir que eles obtenham facilmente o oxigénio que precisam.

Quando foi que a metamorfose de respirador involuntário para respirador consciente ocorreu e há alguma evidência fóssil disso alguma ver ter ocorrido?

2) Os golfinhos têm as suas narinas no topo da sua cabeça:

Na maior parte dos mamíferos, a abertura nasal encontra-se localizada perto do topo do focinho. Nos golfinhos modernos, por outro lado, ela encontra-se localizada no topo da cabeça, acima dos olhos.

Como foi que este traço físico evoluiu gradualmente e de forma que permitisse que o animal continuasse a respirar e a sobreviver e existe algum fóssil que revela um animal “a meio caminho” no que toca a relocalização das narinas para a parte superior da cabeça?

3) Os mamíferos terrestres normalmente dão à luz  em terra enquanto que os mamíferos 100% aquáticos dão à luz debaixo de água (obviamente).

Os mamíferos terrestres, especialmente os maiores, normalmente nascem incapazes de se locomover (pelo menos durante alguns minutos):

Por outro lado, os mamíferos marinhos nascem a saber nadar:

Em que fase da “evolução” é que os recém-nascidos dos mamíferos marinhos começaram a nascer a saber nadar, habilidade sem a qual morreriam à nascença?

Mats no “Minds”

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Quanto tempo é necessário para formar um “canyon”?

Há já muito tempo que os criacionistas têm um interesse profundo pelo magnífico Grand Canyon. Somos de opinião que esta espantosa maravilha do mundo natural é um testemunho eloquente do Dilúvio que ocorreu nos dias de Noé.

Os visitantes que passam pelo Grand Canyon, bem como estudantes de ciências naturais que se encontram no 8º ano, têm sido tradicionalmente ensinadas que o Rio Colorado, migrando para trás e para frente há “65 milhões de anos” e associado à erosão lateral do desfiladeiro, “esculpiu” esta imensa estrutura.

Em anos mais recente os cientistas refutaram esta ideia, inclinando-se agora para a ideia de água em movimento a atravessar essa área em alta velocidade há não muito tempo atrás, e a formar o desfiladeiro. (Infelizmente, os estudantes escolares ainda são “ensinados” segundo o desactualizado e refutado modelo que depende dos “milhões de anos.)

Deixem que vos apresente agora o Burlingame Canyon perto de Walla Walla, Washington. Ele tem cerca de 457 metros de comprimento, mais de 36,5 metros de profundidade, e 36,5 metros de largura. Sendo ele uma pequena amostra do Grand Canyon, o mesmo foi observado a formar-se em menos de 6 dias.

No ano de 1904 o “Gardena Farming District” construiu uma série de canais de irrigação de modo a disponibilizar água a esta zona desértica elevada tradicionalmente árida. Em Março de 1926 os ventos reuniram “tumbleweeds” numa constrição de concreto ao longo de um dos canais situados numa zona plana elevada, impedindo a circulação de água que, a 2,26 metros cúbicos por segundo, era anormalmente elevada devido às chuvas primaveris.

Como forma de limpar a obstrução, os engenheiros desviaram o fluxo para uma vala de diversão que acabava no “Pine Creek” mais próximo. Antes deste evento, a vala era relativamente pequena e em ponto alguma tinha mais de 3 metros de profundidade e mais de 1,8 metros de largura (e quase nem tinha água).

O fluxo anormalmente elevado abarrotou a vala, e avançou por todo o comprimento até que se abateu em cascata a partir da zona planada elevada, gerando uma cascata impressionante.

De repente, e sob esta pressão terrível e afectado pela velocidade, o estrato subjacente desmoronou-se e uma erosão séria teve início. O que dantes era uma vala insignificante, passou a ser uma ravina, e de ravina passou a ser um Grand Canyon em miniatura.

A camada que foi alvo de erosão era composta de areia relativamente macia e barro saturado pelas chuvas recentes. A desidratação dos sedimentos saturados para o que era agora uma vala aberta salientou a erosão.

A água em movimento rápido conseguiu desalojar os sedimentos saturados e transportá-los rio abaixo, deixando para trás sedimentos subjacentes vulneráveis à erosão.

No seu todo, estes seis dias de erosão desenfreada removeram quase 141,584 metros cúbicos de lodo, areia e rocha.

Conclusão:

Sim, os “canyons” podem-se forma rapidamente. Uma boa máxima é que, “ou é preciso pouca água e muito tempo, ou muita água e pouco tempo.” Mas, como se pode ver, nós nunca observamos um “canyon” a forma-ser lentamente com pouca água.

Quando são feitas observações científicas (e não interpretações naturalistas de eventos nunca observados e impossíveis de duplicar) aquilo que se pode testemunhar é muita água e pouco tempo – exactamente o que seria de esperar se a Bíblia estivesse certa em relação ao Dilúvio de Noé e seus efeitos.

Mais uma vez fica o que já temos falado no passado: confiem na Palavra de Deus. Confiem no que Deus diz sobre o nosso passado porque tudo aquilo que podemos observar se ajusta na perfeição.

Nós temos evidências empíricas de que a interpretação evolutiva das camadas rochosas está errada, então para quê colocar em causa a linha temporal Bíblica em favor duma interpretação baseada no Naturalismo?

Se o que Deus diz sobre o nosso passado está correcto, então não temos motivos para duvidar sobre o que Ele diz sobre o futuro, especialmente sobre o futuro de quem rejeita a Palavra de Deus.

Não façam parte do grupo de pessoas que voluntariamente resolveu acreditar no que estava errado (sabendo que está errado) só porque não concordam com o que Deus ordena para as suas vidas (para o seu próprio bem).

Modificado a partir do original: http://bit.ly/2qTtTZg

 

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