Tudo aquilo que nos foi ensinado sobre as nossas origens é mentira

(Nota do tradutor: O texto que se segue faz várias referências à anti-científica crença nos mitológicos “milhões de anos”, mas elas não espelham a posição mantida pelo blogue e nem estão de acordo com as evidências científicas disponíveis. Paralelamente, porções do texto que lançavam críticas aos criacionistas e ao Criacionismo Científico foram removidas, mas podem ser vistas no original)

Por Graham Pick

MarteloEm Junho de 1936 Max Hahn e a sua esposa Emma faziam uma caminhada perto duma cascata perto de London, Texas, quando notaram numa rocha com madeira saliente proveniente do seu âmago. Eles tomaram a decisão de levar a curiosidade para casa e mais tarde abriram-na com um martelo e com uma talhadeira. O que eles encontraram no seu interior chocou a comunidade arqueológica e científica. Incorporado na rocha estava o que parecia ser um martelo feito por mãos humanas.

Uma equipa de arqueólogos analisou e datou o achado; a rocha que envolvia o martelo foi datado como tendo mais de 400 milhões de anos, e veio-se a descobrir que o  próprio martelo tinha mais de 500 milhões de anos. Para além disso, uma secção do cabo de madeira do martelo já tinha começado a metamorfose para carvão. A cabeça do martelo, que era mais de 96% composta por ferro, é muito mais pura do que qualquer coisa que pode ser atingida sem a ajuda de métodos de derretimento relativamente modernos.

No ano de 1889, perto de Nampa (Idaho), enquanto os operários perfuravam um poço artesiano, uma pequena figurinha feita de barro foi extraída duma profundidade de 97 metros. Para se atingir esta profundidade, os trabalhadores tiveram que cortar através de 4,5 metros de lava basáltica e muitos outros estratos abaixo eles. Isto, por si só, não parece espantoso até que levamos em consideração que a camada do topo foi datada como tendo 15 milhões de anos!

É actualmente aceite pela ciência e pela geologia que o carvão é um subproduto da vegetação em decomposição. A vegetação é enterrada com o passar do tempo, e é coberta por sedimentos. Eventualmente, esse sedimento fossiliza e torna-se em rocha. Até estar concluído, este processo natural de formação de carvão demora até 400 milhões de anos [ed: Na verdade, o processo é bem mais rápido desde que existam as condições certas]. Qualquer objecto que seja encontrado em pedaços de carvão tinha que ter sido colocado ou largado lá (dentro da vegetação) antes de ter sido enterrado nos sedimentos.

A hand crafted bell found in a 300 million year old lump of coalNo ano de 1944, na altura com 10 anos, Newton Anderson deixou cair um pedaço de carvão no porão da sua casa e quando este atingiu o chão, partiu-se ao meio. O que ele descobriu dentro do pedaço de carvão desafia todas as explicações que se baseiam na actual ortodoxia científica. Dentro do pedaço de carvão foi encontrado um sino de liga de bronze feito à mão, com um badalo de ferro e punho esculpido. Quando uma análise foi levada a cabo ao sino, descobriu-se que ele era feito duma mistura pouco usual de metais, diferente de qualquer composição moderna de ligas conhecida (incluindo o cobre, o zinco, estanho, arsénico,, iodo, e selénio). Estima-se que a costura de onde este pedaço de carvão foi extraído tenha 300,000,000 de anos!

Estas descobertas extraordinárias, embora bizarras, não são únicas e nem incomuns. Existem literalmente milhares de objectos deste tipo a ganhar pó nos cofres dos museus um pouco por todo o mundo, trancados longe do escrutínio público. Foram reportados outros achados igualmente pouco usuais tais como os que se seguem:

No dia 11 de Junho de 1891, o The Morrisonville, Illinois Times, reportou a forma como a Senhora S. W. Culp encontrou uma corrente circular de ouro de 8 quilates, com cerca de 25 centímetros, embutida num pedaço de carvão depois dela o ter partido como forma de o colocar na sua escotilha. A corrente foi descrita como “antiga” e de  “mestria singular”.

Em exibição num museu em Glen Rose (Texas) está um panela de ferro fundido alegadamente encontrada em 1912 num enorme pedaço de carvão por um trabalhador que alimentava com carvão a fornalha duma usina. Quando ele partiu o carvão ao meio, o trabalhador disse que a panela caiu, deixando a sua marca no carvão.

OOP_PanelaAinda mais um relatório (encontrado no Epoch Times) fala dum fazendeiro do Colorado que nos anos 1800s partiu um pedaço de carvão (que havia sido desenterrado a 90 metros abaixo da superfície) e descobriu  “um dedal de ferro com aparência estranha.

O Cubo de Salzburg [Salzburg Cube] é mais um puzzle antigo encontrado por um trabalhador chamado Reidl numa fundição Austríaca em 1885. Tal como os outros, este homem partiu um bloco de carvão e encontrou um cubo de metal embutido no seu interior. Análises recentes concluíram que o objecto era constituído de ferro forjado e era claramente artesanal. O carvão onde o cubo foi encontrado tinha milhões de anos.

A lista de tais items continíua por aí além.

Sejam bem vindos ao mundo da OOPART, ou Out of Place Artefacts.

Os “artefactos fora do lugar” [inglês: Out of place artefacts = Ooparts] são assim chamados porque a sabedoria científica convencional (expressão que é um oxímoro), declara que, com base nas crenças em torno das nossas origens actualmente aceites, estes artefactos não deveriam existir. Segundo a linha temporal usada para a históra  humana, estas descobertas estão “fora do lugar”.

Quando a conformista comunidade científica se depara com tais anomalias, a forma oficial de lidar com elas é desacreditar a idade reportada, ou, talvez, seguir o caminho de se desacreditar a fonte da notícia (ou até o repórter). Se esta abordagem falha, então os artefactos são normalmente banidos para compartimentos sombrios de museus e armazéns para nunca mais serem vistos.

Se estes artefactos fossem escassos então sería possível perdoar o ponto de vista mantido pelas comunidades centificas e arqueológicas mainstream de que os artefactos são um logro ou histórias erradamente reportadas. No entanto, quando nos apercebemos que milhares e milhares destes artefactos anómalos foram descobertos e reportados ao longo dos anos, então temos que re-avaliar a nossa aceitação da integridade da ciência e da arquelogia oficial.

Ocasionalmente, um arqueólogo honesto irá tentar revelar ao público a verdadeira idade e a verdadeira origem de tais objectos, colocando em causa as crenças aceites pelos seus colegas mainstream. Normalmente, as suas carreiras acabam de modo bem abrupto. Infelizmente, a maioria apenas aceita o que lhes foi ensinado nas escolas e nas universidades sem colocar nada em causa. É desta forma que o nosso sistema de ensino está construído; ele não não encoraja o individualismo, mas apenas indoutrina os estudantes com as crenças e os dogmas estabelecidos.

Se queremos evidências da mentalidade “mainstream” basta-nos olhar para a área da psiquiatria, onde as pessoas que se desviam da norma são demonizadas e declaradas “mentalmente doentes”. Estes supostos “profissionais da saúde mental” inventaram até uma nova desordem mental com o nome de Oppositional Defiant Disorder [Transtorno Desafiador de Oposição], ou ODD (adoro a ironia da abreviação). Esta recém-inventada condição encontra-se listada na mais recente edição do Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders, ou DSM, que declara como mentalmente doentes as pessoas que não se conformam com o que aqueles que se encontram no topo declaram como normal. (…)

Dum lado do campo temos os Darwinistas e a sua teoria da evolução, tentanto estabelecer a extremamente falha visão de que, de alguma forma, nós evoluímos para seres altamente inteligentes a partir duma poça de líquido viscoso, milagrosamente trazida para a vida por tempestades eléctricas que ocorrem há milhares e milhões de anos atrás. (Talvez algum membro desta seita me possa explicar como foi que a “consciência” evoluíu, e diponibilizar algum tipo de evidência; aguardo ofegante!).  Do outro lado temos os criacionistas com a sua crença de que Um Ser Omnipotente Invisível . . . agitou a Sua Mão . . .  há 7,000 anos atrás e criou a Terra e tudo o que está nela. (….)

Mesmo que tentassemos, seria  impossível obter crenças diametricamente mais opostas;  ambos os lados aderem com fervor inabalável e de modo voraz às suas crenças. (…) A realidade dos factos é que a origem do ser humano é um enigma completo [ed: Não, não é.] Ninguém, em lugar algum, realmente sabe o quão antigo é o ser humano, ou onde e como ele se originou. (….)

O problema que o mainstream tem com estas anómalas Ooparts é que elas colocam em causa todas as crenças aceites em torno do nosso passado. Parece que por todo o sítio onde olhamos, vemos coisas que contradizem muito do que actualmente é ortodoxia científica. O establishment científico nunca irá aceitar ou admitir que os artefactos são autênticos visto que fazê-lo seria admitir que eles estão completamente errados em torno das nossas origens, e consequentemente invalidar todos os livros escolares que são usados para indoutrinar as nossas crianças.

A descoberta das Ooparts aniquila por completo a [comparativamente recente] teoria da evolução. Se, como a hipótese [evolutiva] quer que acreditemos, os seres humanos modernos evoluíram há 200,000 anos atrás (ou algo por aí perto), temos que perguntar de que forma é que artecfatos feitos por seres humanos se podem encontrar em estratos geológicos com milhões e milhões de anos. (…) No entanto, o establishment psiquiátrico quer qualificar-nos de malucos por colocarmoos em causa estas bobagens. Imagine-se!

Sem dúvida que haverá leitores que, agindo de forma semelhante aos arqueólogos mais conservadores, e muito provavelmente devido ao sistema de crenças que lhes foi indoutrinado, irão rejeitar as em cima mencionadas Ooparts e qualificá-las de enganos ou falsificações. Talvez eles estejam dispostos a disponibilizar uma explicação para o seguinte:

Pegadas_Dino_Paluxy* É crença aceite que os seres humanos e os dinossauros não co-existiram. Segundo o mundo académico “convencional”, os dinossauros vaguearam pela Terra entre 65 a 225 milhões de anos atrás, enquanto que o primeiro humanóide bípede que caminhava de modo erecto só apareceu há cerca de 1 milhão e 800 mil anos atrás. No entanto, em 1968 um paleontólogo chamado Stan Taylor deu inicio a escavações a um conjunto de pegadas fossilizadas de dinossauro descobertas no leito do rio Paluxy – perto de Glen Rose (Texas). O que ele desenterrou por lá chocou e deixou estupefactos os membros da comunidade científica. Ao lado das pegadas de dinossauro, precisamente no mesmo estrato cretáceo fossilizado, encontram-se pegadas humanas muito bem preservadas.

A reacção imediata dos evolucionistas, arqueólogos e cientistas no geral, foi a de desacreditar o achado e qualificá-lo de fraude. “As pegadas foram esculpidas nas rochas por impostores” ou “Essas pegadas não são de humanos; são pegadas de dinossauro que se corroeram e tomaram a aparência de pegadas humanas”. No entanto, este tipo de argumentação falha quando perguntamos o porquê de só as pegadas humanas terem entrado em erosão mas as 3 pegadas de dinossauro não terem. Para além disso, temos que levar em consideração que, se as pegadas humanas foram esculpidas como forma de enganar quem as achasse, como foi que os impostores conseguiram esculpir pegadas humanas que continuavam por debaixo do leito firme que foi mais tarde removido da parte lateral do leito do rio?

Desde a sua descoberta inicial, centenas de outras pegadas foram entretanto descobertas e desenterradas – tanto em Paluxy como em muitos outros locais do globo. Ou estes impostores têm tempo e dinheiro ilimitado ou alguém nos está a contar uma mentira!

Outra coisa que temos também que levar em conta é algo encontrado em calcário com 100 milhões de anos: o dedo fossilizado dum caçador (mais tarde submetido a numerosos testes cientificos e análises), achado perto dum dente duma criança e perto de cabelo humano. O seccionamento do dedo encontrou a típica estrutura óssea porosa normal dos dedos humanos. Para além disso, um CAT-scan e um exame de ressonância magnética identificaram juntas e localizaram traços de tendões por todo o fóssil. Este é um tipo de achado que a ciência não pode qualificar de fraude.

Existe, no entanto, um outro achado mais recente que destrói todos os outros no que toca à sua idade.

OOP_EsferaDurante as últimas décadas, mineiros duma pequena povoação de Ottosdal (Transvaal Ocidental, África do Sul) têm estado a escavar centenas de misteriosas esferas de metal. Estas esferas têm entre 25 a 100mm de diâmetro, e algumas encontram-se gravadas com três ranhuras paralelas que percorrem a região do equador. Foram encontrados dois tipos de esferas: um é composto por um metal azulado sólido com manchas de branco, e o outro está oco e preenchido com uma substância branca esponjosa. Estas esferas são alegadamente tão delicadas que mesmo com a tecnologia moderna, elas teriam que ser feitas num ambiente com gravidade zero como forma de obter estas características. Estas esferas tomaram o nome de Esferas de  Klerksdorp.

Os geólogos tentaram desacreditar estes artefactos, identificando-os como formações naturais ou “concreções de limonita”, mas falharam ao não explicaram como foi que estas formações ocorreram naturalmente, com linhas perfeitamente direitas e perfeitamente espaçadas em redor das esferas. Talvez o verdadeiro motivo por trás de tão fervorosa tentativa por parte da comunidade científica de se falsificar estes achados prende-se com o facto da rocha onde estas esferas foram achadas pertencerem ao Pré-Cambriano e terem sido datadas com 2,8 mil milhões de anos!

Na minha opinião, quer alguém escolha aceitar estes artefactos fora do lugar como genuínos ou não, essa decisão gira em torno das crenças pessoas. Os evolucionistas recusam-se a aceitar estes achados como genuínos visto que fazer isso iria forçá-los a re-avaliar todo o sistema de crenças indoutrinado. Eles baixarão ainda mais o seu intelecto e produzirão fantasias óbvias como forma de desacreditar estas descobertas. Se por acaso isso não funcionar, eles irâo fingir que estas achados não existem, e irão escondê-los – para sempre

Por outro lado, os criacionistas irão aceitá-los como … prova de que o universo só tem cerca de 7,000 anos. (….) Pessoalmente, não faço parte de nenhum dos campos no que toca às nossas origens. Não tenho qualquer tipo de “filosofia” sobre este  assunto, preferindo adaptar o meu entendimento à medida que mais evidências se vão tornado disponíveis. (…)

Tudo aquilo que nos foi ensinado nas nossas escolas e nas nossas universidades em torno das nossas origens e da nossa história baseia-se em nada mais que hipóteses e especulações.  (….)

Fonte: http://bit.ly/ZeziYB

* * * * * * *
Embora o texto original esteja repleto de erros e alegações  que contradizem as evidências que ele mesmo cita no seu texto, o que o autor do texto diz está essencialmente correcto: tudo aquilo que as escolas e as universidades nos ensinaram sobre as nossas origens está cientificamente errado.

Não é possível manter um fé racional nos “métodos de datação” quando estes dizem, por um lado, que o ser humano só existe há 200,000 anos, ao mesmo tempo que encontramos objectos feitos por seres humanos em camadas alegadamente com “milhões de anos”. Ambas não podem estar correctas.

Pior que isso, e se as palavras do autor do texto estiverem correctas, os museus mundiais têm na sua posse (embora escondidos do público) objectos que não só colocam  em causa os “milhões de anos”, como também a fiabilidade dos seus “métodos de datação”.

Se isto é assim, convinha saber o porquê desses  museus não revelarem ao público dados empíricos que não estão de acordo com a sabedoria recebida. Uma verdadeira conclusão cientifica baseia-se na avaliação de todos os dados, e não só dos dados que podem ser usados em favor da hipótese. Os evolucionistas, ao esconderem do público dados que colocam em causa a sua fé neo-Darwinista, revelam claramente que a teoria da evolução não tem qualquer valor científico.

Para os criacionistas, a existência da OOPArt é mais uma confirmação de que a Terra não têm os milhões de anos que os evolucionistas pensam que tem. O próprio nome “OOPArt” está errado visto que essa arte só está “fora do sítio” se a linha temporal evolucionista estiver correcta; como se pode ler no texto, os métodos de datação usados não são cientificamente fiáveis.

As conclusões são mais ou menos óbvias: A Terra não têm milhões de anos, e  evolução nunca aconteceu. A Terra foi criada por Deus há cerca de 6.000/7.000 anos, e as formas de vida apareceram na Terra totalmente funcionais e operacionais. O ser humano e os dinossauros sempre viverem lado a lado até que a maior parte deles foi desaparecendo com o tempo.

Os evolucionistas são livres para ter a sua fé, mas não são livres para chamar de “ciência” às suas crenças religiosas. A Bíblia, e não o naturalismo evolutivo, tem a verdadeira história das nossas origens.

Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou: portanto, abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou.
Êxodo 20:11

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10 questões que todo evolucionista tem que saber responder

Por Kirk Hastings

1) Porque é que a ciência diz que a vida evoluiu de matéria sem vida mas por outro lado declara que a geração espontânea é impossível?

2) Segundo o neo-Darwinismo, porque é que as coisas se vão tornando mais ordenadas e mais complexas com o passar do tempo, mas tudo o resto no universo eventualmente
descende rumo à desordem e ao caos?

3) Porque é que a ciência demonstra que todas as espécies animais têm limites rigorosos em torno do quanto que eles (ou o seu ADN) se pode alterar, mas os neo-Darwinisras insistem que, desde que haja tempo suficiente, os animais se podem modificar para qualquer coisa?

4) Se, segundo o neo-Darwinismo, nós mais não somos que uma combinação arbitrária de matéria, energia e processos aleatórios – sem qualquer inteligência, direcção ou propósito por trás – e os nossos cérebros mais não são que órgãos físicos que evoluíram de modo aleatório a partir de matéria sem vida, e os nossos pensamentos mais não são que processos eléctricos/químicos que se originaram por acaso, então como é que alguém pode confiar no que eles chamam de “pensamentos racionais” de modo a que estes correctamente lhes indiquem a veracidade do que quer que seja?

5) Porque é que uma coisa tão complexa como a consciência racional dos indivíduos mais elevados se deu ao trabalho de “evoluir”, quando animais inferiores, plantas, insectos, bactérias e outros micróbios sobrevivem e se reproduzem muito bem sem ela?

6) Segundo a evolução neo-Darwiniana, não existe nenhum Criador (isto é, não existe Autoridade Suprema no Universo). Então, essencialmente, não existe mais nada para além da sobrevivência, interesse próprio, e a opinião pessoal egoísta. Não podem existir coisas moralmente “certas” ou o “erradas”, e não podem existir coisas como a “justiça” ou a “equidade”. As coisas ou são ou não são. Segundo o neo-Darwinismo, todos os padrões morais devem ser, essencialmente, nada mais que lixo filosófico, e todos nós temos que ter o direito de fazer o que bem entendermos (violar, assassinar, mentir, roubar, intimidar, etc) para podermos sobreviver e nos reproduzir. Ou não?

Porque7) Se a evolução neo-Darwinina está certa, então porque é que a vida evoluiu? A matéria simples e a energia não precisam disso para continuar a existir e a funcionar, e as formas de vida biológica têm uma tempo de vida relativamente curto – vivendo, morrendo e deixando de existir. Segundo as regras da evolução, a vida é altamente ineficiente e totalmente desnecessária para a contínua existência do universo. De forma geral, a complexidade só serve para complicar a “sobrevivência”. Então porque é que a evolução busca e/ou favorece o tipo de existência menos eficaz que existe no universo?

8) Se a vida realmente evoluiu, então porque é que ela evoluiu para além das ervas daninhas, formigas e baratas, que se encontram melhor equipadas para a reprodução e para a sobrevivência?

9) Se todo o “objectivo” da evolução neo-Darwiniana é a complexidade acrescida, a reprodução, e a sobrevivência contínua, então porque é que todas as formas de vida lentamente morrem, gastam-se e desaparecem passado um período de tempo relativamente curto? Isto faz da evolução algo sem sentido visto que está a falhar de maneira séria naquele que é o seu “objectivo”.

10) Se a evolução neo-Darwiniana está correcta, e nós nada mais somos que um simples efeito de processos aleatórios sem qualquer objectivo ou propósito, então porque é que nos deveríamos preocupar com a sobrevivência – quer seja como indivíduos ou como raça? Porque é que nós simplesmente não cometemos suicídio em massa o mais rapidamente possível de modo a que toda a dor e o sofrimento deste mundo acabem o mais rapidamente possível – especialmente se levarmos em conta que nós iremos eventualmente morrer? Se nós iremos eventualmente morrer, porque não morrer agora?

Fonte http://bit.ly/Y7gVUn

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“Mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede, porque a água que Eu lhe der se fará nele uma fonte de água que salte para a vida eterna.”

~ ~ João 4:14

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10 Problemas com o Ateísmo

Por Kirk Hastings

1) Cosmologia

Universo_Evidencias- Sabemos cientificamente que o universo teve um ponto inicial de existência – isto é, que não é eterno. Nada do que existe no mundo físico poderia ter surgido do nada. O Argumento Cosmológico de Kalam diz que tudo o que tem um início tem uma causa. e o universo teve um ponto inicial de existência o que implica que tem uma Causa. A melhor explicação para a origem do Universo é Deus

- Os cientistas já apuraram que tudo no universo está calibrado de forma precisa (“fine-tuned”) para tornar a vida possível na Terra. O microscópio usado para sondar eléctrons revelou um mundo de complexidade irredutível que não de poderia ter construído por fases ou etapas graduais. A análise do ADN revela uma ordem altamente especificada e complexa que é o cunho do design inteligente. O design da vida biológica e o universo biocêntrico apontam para a realidade do Planeador Inteligente.

2) Moralidade

- Do onde se originaram os padrões morais? Se eles nada mais são que invenções humanas, então não existem genuínos padrões morais universais em relação ao bem e ao mal; a consequência disto é o relativismo moral. Mas as pessoas não acreditam que não existe um padrão moral supremo em relação ao bem e ao mal; pelo contrário, todos nós agimos e vivemos como se existisse um. Com Deus, nós temos um padrão real  e transcendental em torno do bem e do mal.

3) O Mal e o Sofrimento

- Os ateus frequentemente apelam para a presença do mal e do sofrimento como argumento contra Deus. Mas de onde é que os ateus obtiveram a sua ideia de “injustiça”? chamar algo de “mal” ou “injusto” requer conhecimento do bem e da justiça. De onde nos chegam estes padrões? Falhas e defeitos num mundo altamente ordenado e arquitectado é melhor explicado como resultado do mesmo ter sido entretanto estragado (tal como Génesis descreve).

4) Sábios Cristãos por toda a História.

- A História está repleta de Cristãos com elevada inteligência e que mantinham que o Cristianismo era verdadeiro e racional; o Cristianismo não só não é uma fé cega mas sim uma fé racional, como também tem sido normal o mundo da filosofia académica estar sempre dominado por pensadores Cristãos.

5) Ateísmo e Niilismo

- O ateísmo inevitavelmente leva ao desespero e ao niilismo. O niilismo é definido como o acreditar que não existe significado nem propósito na vida e nem nas coisas que fazemos, e que não há bases para a moralidade e nem existem motivos racionais para a nossa existência. O ateísmo não tem nada de verdadeiramente positivo para oferecer ao mundo (a menos que “roube” algo da visão do mundo Cristã).

6) Razão e Inteligência

- Porque é que somos capazes de pensamentos racionais? Se a nossa mente é o produto de acidentes aleatórios e não Duma Inteligência Racional (Deus), porque é que as assim chamadas “capacidades racionais” são capazes de determinar o que é verdade? Se a nossa mente nada mais é que um produto da evolução irracional, então não existem motivos para se aceitar a precisão dos nossos processos mentais. Portanto, a visão ateísta do “conhecimento” é auto-refutante.

7) O argumento antropológico de Pascal

- Blaise Pascal (1623-1662) disse que o Cristianismo fornece a melhor explicação para o paradoxo da grandiosidade humana e da maldade humana, Os humanos têm uma enorme capacidade para o mal mas também para o bem. A doutrina Bíblica da queda é a que melhor explica a nossa enorme capacidade para o mal, ao mesmo tempo que o facto de termos sido criados à Imagem de Deus explica a grandiosidade humana.

8) O Senhor Jesus Cristo

- Dado que o Senhor Jesus Cristo é Uma Realidade Histórica (e existem evidências suficientes que confirmam esta posição), e o Novo Testamento é uma descrição acertada da Sua Vida (algo também confirmado pelas evidências), como é que o ateu O explica? Passados que estão 2000 anos, Ele ainda é a Vida mais inspiracional e influente que alguma vez existiu.

Será que Ele era um mentiroso? Se levarmos em conta a Sua honestidade escrupulosa, poucas pessoas avançaram com a hipótese de que Ele mentiu de forma consciente em relação à Sua Divindade. Será que Ele era lunático? Poucas pessoas iriam defender a tese de que Ele era mentalmente perturbado devido à beleza e perfeição espiritual dos Seus ensinamentos. Será que os eventos em torno da Sua Vida são lendas? Já foi confirmado que as descrições Bíblicas da Sua Vida foram escritas num curto espaço de tempo depois da Sua morte, e isto é muito pouco tempo para o aparecimento e estabelecimento de lendas em torno da Sua Vida. A única conclusão lógica é que Ele realmente foi Quem Ele disse que era.

9) A influência positiva do Cristianismo

- O Cristianismo está a crescer rapidamente pelo mundo. Até a sua existência, e a sua proliferação, passados que estão quase 2,000 anos, é um problema sério para os ateus.

- Os ateus adoram apontar para os erros dos Cristãos sempre que eles não seguem os ensinamentos do Senhor Jesus Cristo, mas eles ignoram a imensa influência positiva que os Cristãos exerceram por toda a História – em tais áreas como ajuda humanitária, artes, filosofia, reformas sociais, ciência, literatura, estabelecimento de hospitais, e muitas outras coisas. Muitos estudos demonstram que seguir o Cristianismo tende a aumentar a felicidade, a saúde mental e até a saúde física das pessoas.

10) O Ateísmo é um absurdo e é perigoso

Comunismo- Durante o século 20, mais de 100 milhões de pessoas foram mortas apenas e só por 52 líderes ateus, no entanto das 1,763 guerras registadas na The Encyclopedia of Wars, só 123 (7%)  foram motivadas pela religião – e 4% dessas guerras forma motivadas pela religião islâmica.

- A maior parte dos ateus alega que não acreditam em Deus devido à “ausência” de evidências em favor da Sua existência, no entanto Thomas Nagel, um filósofo, disse a certa altura que “Eu quero que o ateísmo seja verdadeiro…. Não se dá o caso de não acreditar em Deus…. Eu não quero que Deus exista”.  O cientista Stephen Jay Gould explicou o ateísmo como sendo “superficialmente perturbador e aterrador … [mas ele é] essencialmente emancipador e emocionante”.

A verdadeira motivação da maior parte dos ateus é a pura rebelião contra Deus – e não a consequência concreta da análise das evidências – e o desejo de não terem que responder a ninguém pela sua falta de limites morais verdadeiro motivo (nem nesta vida, nem na próxima).

- James Spiegel, no seu livro “The Making of an Atheist”, disse:

A queda para o ateísmo é causada por factores morais e psicológicos complexos, e não por uma assumida ausência de evidências em favor da existência de Deus. O ateu intencionalmente rejeita Deus, embora isto seja precipitado por indulgência moral e por um relacionamento danificado com a figura paterna. Logo, a escolha para o paradigma ateu é motivado por factores não-racionais, alguns dos quais são psicológicos, e outros são morais por natureza.

Portanto, os motivos maiores para a rejeição da existência de Deus não são racionais mas emocionais, morais e psicológicos No entanto, todos nós temos livre arbítrio para aceitar ou rejeitar a Deus – e em última análise, seremos julgados por essa escolha.

Fonte: http://on.fb.me/1sVabB8

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Pode a ciência distinguir entre o que tem causas naturais e o que tem causas inteligentes?

O Naturalismo é a doutrina de que as leis mecanicistas da natureza são suficientes para explicar todos os fenómenos. Crença nesta doutrina cresceu com a física Newtoniana, e recebeu um impulso considerável com Charles Darwin. Muitos cientistas actuais têm o Naturalismo como suposição inconsciente.Alguns evolucionistas estão a tentar embutir o Naturalismo dentro da ciência, redefinindo a ciência de modo a que ela rejeite explicações não-naturalistas.

Estes evolucionistas buscam assim formas de invalidar a teoria da criação com base nisso mesmo, mostrando que a criação “não é científica por definição”, e tentando desta maneira obter uma rápida vitória no debate sobre as nossas origens. Niles Eldredge tenta esta abordagem:

Niles_EldredgeSe existe uma regra, um critério que torna uma ideia científica, é que ela tem que invocar explicações naturalistas, e essas explicações têm que ser testáveis apenas e só com base no critério dos nossos cinco sentidos.

Os cientistas estão constragidos a enquadrar todas as suas declarações simplesmente em termos “naturalistas” de modo a que possam sr capazes de testá-las….´´E simplesmente uma questão de definição — sobre o que é ciência e o que não é. Pela sua própria definição, o criacionismo científico não pode ser ciência (“The Myths of Human Evolution”, Eldredge, 1982, páginas 80, 87 e 90).

Eldredge afirma que as ideias científicas têm que usar apenas explicações naturalistas, mas o problema com isso é que ele usa isso como critério para a ciência – isto é, para distinguir entre o que é ciência e o que não é ciência. Os seus esforços são feitos como forma de tornar a evolução “científica” e a criação “não-científica” através de definições, algo bastante comum.

No entanto esta definição de ciência está mal-direccionada visto que o Naturalismo não é critério da ciência, e a ciência não começa assumindo que todos os fenómenos são naturalistas. Em vez disso, a base da ciência é a busca pela verdade. A ciência pode colocar mais ênfase nas explicaçôes naturais (visto que normalmente elas nos são mais úteis e os fenómenos naturais são os mais comuns) mas o cerne da ciência é a busca pela verdade (onde quer que ela se encontre).

Imaginemos que um detective investiga o desaparecimento dum carro; ele não está restringido a só considerar um agente inteligente (ladrão) visto que é possível que os travões de tenham avariado e o carro tenha descido, sozinha, a rua e para fora da estrada. Esta hipótese é uma hipótese naturalista e ela tem que ser levada em conta como causa do desaparecimento do carro.

O detective, tal como o cientista, está em busca da verdade e o que realmente importa é que a sua explicação dependam das evidências empíricas observadas com os nosso cinco sentidos. No entanto, esta dependência não nos impede de reconhecer um efeito como havendo sido causado por um agente inteligente.

A ciência histórica aceita o design inteligente como explicação científica visto que a arqueologia estuda (entre outras coisas) pedras e outro tipo de artefactos que nos podem dar evidências suficientes para concluirmos que são o efeito de design inteligente e não de processos naturais. A arqueologia faz isto e vai mais longe ainda ao entender a cultura dos agentes inteligentes por trás de tais criações. Mão há qualquer motivo científico para o design inteligente ser aceite na arqueologia mas rejeitado na biologia.

Examinemos esta explicação:

Os dados são o trabalho dum planeador inteligente que os organizou em segredo, sem ser visto por alguém, e que propositadamente os colocou aqui.

Muitas pessoas podem achar que esta explicação não é científica, mas esse é um erro da sua parte. O falso fóssil evolutivo com o nome de “Piltdown Man” ajusta-se na perfeição à explicação dita em cima.

O fóssil de Piltdown foi uma mentira mas apesar do autor da mentira ainda ser uma incógnita, os cientistas foram capazes de deduzir a sua existência. Os cientistas não tiveram que apanhar o mentiroso em pleno acto como forma de estabelecer como facto a sua existência. Os detalhes do caso fizeram com que a hipótese de planeador inteligente fosse a mais correcta.

Homem_Piltdown_EsavacaoPor volta de 1908 um grupo de cientistas encontrava-se a escavar perto de Piltdown, na Inglaterra, em busca dos fósseis dos alegados antepassados humanos. Foram encontrados vários fósseis com aparência de antigos; estes ossos – conhecidos como “Homem de Piltdown” – incluíam um crânio e uma mandíbula

A mandíbula tinha a aparência de pertencer um macaco – tendo dois ossos molares achatados, tal como é encontrado nos seres humanos mas nunca nos macacos. Infelizmente a mandíbula estava partida em dois locais que poderiam ter determinado relação com o crânio: oa região do queixo e a área da articulação com o crânio. Durante mais de 40 anos os cientistas discutiram o Homem de Piltdown e o seu lugar na linhagem evolutiva pré-humana.

No entanto, na década 50 do século passado, os cientistas finalmente detectaram a mentira através de 3 linhas de evidências:

1) Primeiro, quando os ossos são enterrados, eles rapidamente absorvem flúor do solo. Um teste químico revelou que os ossos continham muito poucos traços de flúor, provando que os mesmos nunca poderiam ter estado enterrados há muito tempo.

2) As superfícies dos dentes tinham marcas de arranhões pouco usuais, provavelmente duma lixa usada para a remodelação dos dentes.

3) Os ossos tinham marcas de bicromato de potássio, como forma de os fazer parecer mais antigos.

Os cientistas consideraram estes três dados como evidências convincentes para fraude intencional. Mais tarde os cientistas mostraram a forma como o Homem de Piltdown havia sido fabricado a partir dum crânio humano e uma mandíbula dum orangotango.

Os cientistas deduziram também algumas coisas em relação ao falsificador: ele sabia o que incluir como forma de dar mais credibilidade ao fóssil, no entanto a principal habilidade do falsificador era o de saber o que deixar de fora. De forma hábil, o falsificador deixou de fora o queixo e a articulação da mandíbula – precisamente as duas estruturas que iriam revelar a fraude se por acaso estivessem presentes no “fóssil”. O falsificador tinha uma percepção apurada do clima científico.

Este exemplo demonstra como a ciência pode distinguir entre causas inteligentes e causas naturais, e demonstra também como a ciência pode ir mais além e deduzir os traços de personalidade e os motivos do planeador inteligente. E tudo isto é feito não observando o designer em pleno acto de criação, mas sim com base nos dados observáveis e testáveis.

Conclusão:

Homem_PiltdownA pergunta importante é: porque é que a ciência aceita causas inteligentes na arqueologia mas não na Biologia? A resposta prende-se com a natureza do designer visto que enquanto na arqueologia os designers são sempre humanos, na Biologia o Designer nunca poderia ser humano, e nem de alguma forma restrito ao mundo natural (isto é, o Designer da vida é claramente Alguém Sobrenatural).

Uma vez que a Biologia actual está sob o controle ideológico do Naturalismo, nenhuma explicação pode de alguma forma violá-lo, mesmo quando as evidências claramente refutam o Naturalismo (como no tópico da origem da vida).

O importante a reter do exemplo do Homem de Piltdown é que a ciência aceita o design inteligente, e a inferência para o mesmo é feita com base na análise nos dados. Qualquer pessoa/evolucionista que aceita a inferência para o design na arqueologia não tem motivos cientificos para rejeitar a mesma metodologia científica na Biologia.

Fonte: “The Biotic Message”, ReMine, Walter, páginas 29, 30, 31

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Os movimentos de cintura da teoria da evolução

Dentro do argumento apresentado pelos defensores da evolução Darwiniana, os órgãos vestigiais são as estrelas do firmamento, frequentemente e arrogantemente apontadas pelos fiéis. O próprio Darwin citou-as nos seus livros The Origin of Species e The Descent of Man, identificando partes do corpo tais como o apêndice humano que, pensava ele, já não tinha qualquer tipo de função:

Segundo a visão de que cada organismo, com todas as suas partes individuais, foi especialmente criado, quão totalmente inexplicável é que a existência de órgãos com o selo óbvio de inutilidade… ocorram com frequência.

Claro que o apêndice é um grande exemplo dum órgão que se pensava não ter utilidade, mas que afinal tem um papel vital no corpo humano. Ou seja, os evolucionistas defendiam uma coisa mas a ciência demonstrou exactamente o contrário.

No catálogo dos alegados órgãos vestigiais, o quadril das baleias é “o exemplo marquise,” escreve Stephanie Keep no absurdamente nomeado blogue “Science League of America” infestado pelos nossos amigos Só-Darwin-Só-Darwin do National Center for Science Education. Infelizmente, o quadril das baleias seguiu o caminho do apêndice.

Baleia_PelvisUm artigo na revista Evolution reporta que, longe de ser um inútil lembrete do seu passado evolutivo (supostamente quando o alegado antepassado da baleia – Pakicetus – andava em terra sobre os quatro membros), o quadril das baleias tem uma função inquestionavelmente importante. O osso pélvico apoia os músculos que controlam o pênis. Nas baleias macho e em outros cetáceos,  a performance e desde logo a bem sucedida competição sexual depende do tamanho do quadril. O artigo explica:

A genitália masculina evolve [sic] rapidamente, provavelmente como consequência da competição sexual. Se este padrão se estenda ou não para a infraestrutura interna que influencia os movimentos genitais ainda é algo desconhecido. Os cetáceos (baleias e golfinhos) disponibilizam uma oportunidade única para se testar esta hipótese: visto que evoluíram [sic] dos seus antepassados terrestres, eles perderam os membros posteriores externos e evoluíram [sic] uma altamente reduzida pélvis que parece servir para nenhum outra função que não a de servir de âncora para os músculos que manobram o pénis.

Criamos aqui uma nova “canalização” morfométrica para analisar a evolução do tamanho e da forma dos ossos pélvicos de 130 indivíduos (29 espécies) no contexto dum sistema de acasalamento inferido. Apresentamos dois grandes achados: 1) machos de espécies com selecção sexual relativamente intensa (inferido pelos testes de tamanho relativos) evoluíram [sic] órgãos genitais masculinos e ossos pélvicos de maiores dimensões comparativamente ao tamanho do seu corpo, e 2) a forma do osso pélvico diverge dum forma mais acelerada em pares de espécies que divergiram dentro dum sistema de acasalamento inferido. Nenhum dos padrões foi observado no par ântero-mais das costelas vertebrais, que serviu de controle negativo.

Este estudo disponibiliza evidências de que a selecção sexual pode afectar a anatomia interna que controla a genitália masculina. Estas funções importantes podem explicar o porquê os ossos pélvicos dos cetáceos não terem sido perdidos durante o tempo evolutivo [sic].

Devido à pressão selectiva da realidade, os neo-Darwinistas começaram a distanciar-se do próprio entendimento de Darwin do que significa uma estrutura ser vestigial. Em vez de não ter qualquer tipo de função, escreve o evolucionista Jerry Coyne no seu livro Why Evolution Is True, ser um órgão vestigial agora significa ter um propósito distinto do propósito que o suposto ancestral tinha. Coyne define “vestigial” desta forma:

Traço que é um resto evolutivo duma característica útil para uma espécie ancestral mas que já não é útil da mesma forma. Um traço vestigial pode ser não-funcional  (as asas do kiwi) ou co-optado para novas funcionalidades (as asas da avestruz).

Stephanie Keep concorda:

Existe um problema quando estruturas vestigiais são definidas como vestígios evolutivos sem funcionalidade. Tal como discuti  num post anterior, a forma correcta de descrever uma estrutura vestigial é afirmar que ela já não tem a sua função original.

Keep está animada com o post de Carl Zimmer em torno deste assunto, que elabora:

Embora [o quadril das baleias] possa não ser essencial para caminhar, ele ainda é importante para as baleias. Para se ver de que forma, temos que recuar até a esse quadril nos animais terrestres. Os mesmos são importantes para caminhar em terra mas têm também outros propósitos. Entre outras coisas, eles servem de âncora para os órgãos sexuais. Se, por exemplo, estes músculos são anestesiados nos homens, eles têm grande dificuldade em ter uma erecção. O quadril das baleias deixou de ter importância para a locomoção mas não deixaram de ter importância para a vida sexual. Nas baleias macho, o pélvis controla o pénis com um especialmente elaborado conjunto de músculos. Em algumas baleias e golfinhos, estes músculos fazem com que o pénis completamente preênsil

Já podemos ver o problema dos evolucionistas. O quadril da baleia é “vestigial” mas ainda tem uma função extremamente importante (reprodução). Comentando mais uma   mudança de posição dos neo-Darwinistas, o bioquímico Michael Behe escreve, “Mas do ponto de vista da teoria da evolução, será que isto não faz com que todas as estruturas sejam “vestigiais? Se sim, qual é a utilidade dessa palavra?” Ou como escreveu o biólogo-molecular Jonathan Wells em 2009, revendo o livro de  Coyne’ (“The Myth of Vestigial Organs and Bad Design: Why Darwinism Is False“):

Tal como [o biólogo Steven] Scadding ressalvou há quase trinta anos atrás, … o argumento de Darwin fundamenta-se na ausência de função, e não na mudança de função. Para além disso, se a vestigialidade fosse redefinida tal como Coyne propõe, isso iria incluir muitos traços que nunca haviam sido previamente tidos como vestigiais. Por exemplo, se o braço humano evoluiu da perna dum mamífero quadrúpede (tal como acreditam os neo-Darwinistas), então o braço humano também é “vestigial”. E se (como alega Coyne)  as asas das aves voadoras evoluíram dos membros anteriores com penas de dinossauros que as usavam com outro propósito, então as asas das aves são “vestigiais”. Isto é exactamente o contrário do que a maioria das pessoas pensariam do significado de vestigial.

Desta forma, o conceito de vestigial perde todo o seu sentido. Na sua definição mais minimalista, evolução significa a “mudança com o passar do tempo”. Todas as características sofrem mudanças, e desde logo, dentro do ponto de vista neo-Darwiniano, tudo são órgãos vestigiais e portanto, nada é vestigial. Esta observação não é feita só pelos cépticos do neo-Darwinismo; os próprios cientistas que revelaram a utilidade do quadril das baleias estão a reconsiderar o significado de “vestigial”. Pelo menos é isso que parece, se levarmos em conta as observações do biólogo Matthew Dean na USC, e co-autor do artigo presente no Evolution, falando para o Science Daily:

A nossa pesquisa realmente muda a forma que olhamos para a evolução dos ossos pélvicos das baleias em particular, mas de forma mais geral, a forma como olhamos para as estruturas que chamamos de  “vestigiais”. Paralelamente, estamos actualmente a aprender que o nosso apêndice é, na verdade, bastante importante dentro de vários processos imunológicos, e não uma estrutura funcionalmente inútil.

Certamente quie a carreira de mais este ícone evolutivo ainda não chegou ao fim, mas a sua importância dentro do panteão evolutivo receberá um downgrade importante.

Modificado a partir do original

* * * * * * *

Como já ressalvado no passado, os evolucionistas são dos poucos grupos mundiais que usam a sua ignorância como evidência em favor da sua fé naturalista. Na presença duma estrutura biológica cuja função ainda é desconhecida, qualquer cientista sensato é humilde o suficiente em reconhecer a sua falta de conhecimento em torno da sua operacionalidade, e da sua origem. Os neo-Darwinistas, por outro lado, usam a sua falta de conhecimento científico como evidência de que existem “estruturas vestigiais”.

No passado, os evolucionistas tinham uma lista alargada de estruturas biológicas que eram, segundo eles, “vestigiais” e “sem função”. O problema é que, à medida que a ciência foi avançando, os cientistas foram descobrindo as funções das estruturas anteriormente qualificadas de “sem função”, e hoje em dia a lista de estruturas “sem função” foi radicalmente reduzida.

Provavelmente perturbados com o facto das estruturas que eles qualificam “sem função” virem a ser, posteriormente, determinadas como funcionais, os neo-Darwinistas mudaram a táctica, e agora dizem que uma estrutura “vestigial” não é a que não tem função mas sim a que tem uma função distinta daquela que tinha “originalmente”. A lógica funciona assim:

(Darwinista): Órgão X não tem função logo é vestigial e evidência do seu passado evolutivo.
(Cientista): Mas órgão X tem uma função. Ele serve para Y.
(Darwinista): Ah, ok. Então vamos remover órgão X da lista de estruturas sem função. Mas ainda temos os órgãos Z, R, T e M como estruturas vestigiais.
(Cientista): Mas todas essas estruturas têm uma função.
(Darwinista): Têm?!! Ok. Então vestigial deixa de querer dizer sem função e passa a querer dizer com uma função diferente da função original!

——

Desta forma, os evolucionistas continuam a usar da ilusão do “órgão vestigial” sem no entanto revelar ao público que o seu entendimento actual desse termo não-científico é diferente do entendimento de Darwin, e diferente do entendimento que eles mesmos tinham antes da ciência refutar as suas teses.

Por isso é que é dito com verídica frequência que não há forma de se refutar a teoria da evolução só com evidências científicas visto que para cada dado científico que não esteja de acordo com o neo-Darwinismo, os evolucionistas inventam uma nova definição para o que eles mesmo defendiam no passado. Dito de outra forma, a fé na teoria da evolução não procede da analise dos factos da ciência, mas sim do tipo de visão do mundo que os evolucionistas aceitam antes de iniciar a investigação científica.

Para ser justo com os evolucionistas, os Cristãos operam da mesma forma: o que se passa é que nós chegamos à analise das evidências tendo a visão Bíblica como pano de fundo, enquanto que os evolucionistas chegam à ciência com uma visão anti-Bíblica do mundo. O que os Cristãos e os neo-Darwinistas tentam fazer é usar a ciência como forma de justificar uma fé que já era mantida antes de se analisar as evidências da ciência.

Portanto, o debate entre criacionistas e evolucionistas não é um debate entre ciência versus religião, nem ciência versus ciência, mas sim ideologia versus ideologia (ou religião versus religião). A diferença importante entre os criacionistas e os evolucionistas é que as crenças à priori que os criacionistas adoptaram foram-lhes fornecidas pelo Próprio Criador (que sabe melhor que ninguém como o mundo foi criado). É por isso que as posições criacionistas são confirmadas pelas evidências científicas enquanto que as posições evolucionistas são alvo de frequentes  “revisões” e “ajustes” (para não falar daquelas que há muito estão falsificadas).

Resumindo, sempre que um evolucionista menos informado afirmar que existem “estruturas vestigiais” no mundo biológico, é nosso dever esclarecer as suas dúvidas, e mostrar-lhe que cientificamente falando (e até evolutivamente falando) o termo “órgão vestigial” não significa absolutamente nada. Para além disso, é nosso dever Cristão informar-lhe que a tese do “órgão vestigial” é consequência duma posição não-científica, e não da análise dos dados empíricos.

Os evolucionistas são livres para ter a sua fé, mas eles não são livres de chamar de “ciência” à sua fé.

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Cientistas colocam em causa o mitológico “big bang”

As nossas ideias em torno da história do universo encontram-se dominados pela teoria do big bang, mas, segundo Eric J. Lerner, Michael Ibison e muitos outros cientistas, este domínio depende mais das decisões relativas ao financiamento do que do método científico.

Carta Aberta à Comunidade Científica:

Big_BangA teoria do big bang depende dum crescente número de entidades hipotéticas, coisas que nunca foram observadas – inflações, matéria escura e energia escura são os exemplos mais proeminentes. Sem elas, haveriam de existir contradições factuais entre as observações feitas pelos astrónomos e as previsões da teoria do big bang. Em mais nenhuma outra área da física este apelo contínuo a novos objectos seria aceite como forma de fazer a ponte entre a teoria e as observações. Se isso acontecesse, iria, pelo menos, levantar questões sérias em torno da validade inerente da teoria.

Mas a teoria do big bang não sobrevive sem estes factores. Sem o hipotético campo da inflação, o big bang não iria prever a suave, e isotrópica Radiação Cósmica de Fundo que é observada, visto que não há forma de existirem partes do universo que estão, actualmente, a mais de apenas alguns graus afastados, no céu, virem a ter a mesma temperatura e emitir a mesma quantidade de radiação em micro-ondas.

Sem algum tipo de matéria escura, e contrariamente ao que observamos na Terra e apesar de mais de 20 anos, a teoria do big bang faz previsões contraditórias para a densidade da matéria no universo. A inflação requer uma densidade 20 vezes maior que aquela implícita na nucleossíntese do big bang – a explicação da teoria para a origem dos elementos leves. E sem a matéria escura, a teoria prevê que o universo tem apenas 8 mil milhões, que é milhares de milhões mais nova que a idade de muitas estrelas da nossa galáxia [sic].

E mais ainda, a teoria do big bang pode-se gabar de não ter qualquer tipo de previsão quantitativa que tenha sido subsequentemente confirmada pelas observações. Os sucessos alegados pelos apoiantes da teoria nada mais são que a sua habilidade de retrospectivamente ajustar as observações com uma crescente gama de parâmetros ajustáveis, tal como a antiga cosmologia geocêntrica de Ptolomeu precisava de camadas e mais camadas de epicíclos.

No entanto, o big bang não é único enquadramento disponível para se entender a história do universo. A cosmologia “plasma” e o modelo steady-state ambos lançam a hipótese dum universo em evolução [sic] sem princípio e sem fim. Estas e outras abordagens alternativas podem também explicar os fenómenos básicos do cosmos, incluindo a abundância dos elementos leves, a geração de estruturas em larga escala, a radiação cósmica de fundo, e a forma como os redshifts de galáxias mais afastadas aumentam com a distância. Elas chegaram até a prever fenómenos que foram subsequentemente observados, algo que o big bang ainda não conseguiu fazer.

Os apoiantes da teoria do big bang podem responder que estas teorias não explicam todas as observações cosmológicas, mas isso dificilmente é surpreendente se levarmos em conta que o seu desenvolvimento tem sido severamente prejudicado devido à falta de financiamento. De facto, tais questões e tais alternativas não podem nem ser livremente discutidas e examinadas. Dentro da maioria das conferências mainstream existe uma ausência de troca de ideias aberta.

Enquanto que Richard Feynman poderia dizer que “a ciência é a cultura da dúvida”, na cosmologia actual a dúvida e a voz discordante não são toleradas, e os jovens cientistas aprendem a permanecer calados se têm algo de negativo a dizer sobre o modelo padrão do big bang. Aqueles que tem dúvidas em relação ao big bang temem que afirmá-lo publicamente possa-lhes custar o financiamento.

Todas as observações são actualmente interpretadas através deste filtro enviesado, julgadas certas ou erradas se elas confirmam ou não a teoria do big bang. Devido a isso, dados discordante em torno dos redshits, a abundância de lítio e de hélio, e a distribuição galáctica – entre outros tópicos – são ignorados ou ridicularizados. Isto revela uma crescente mentalidade dogmática que é estranha ao espírito da investigação científica livre.

Hoje, virtualmente todos os recursos financeiros e experimentais na cosmologia são dedicados aos estudos em torno do big bang. O financiamento só chega a partir de algumas fontes, e todos os comités de revisão de pares que o controlam, são dominados pelos apoiantes do big bang. Consequentemente, o domínio do big bang dentro do campo tornou-se auto-sustentável, independentemente da validade científica da teoria.

Galáxias inesperadas contradizem o Big BangApoiar exclusivamente os projectos que operam dentro do enquadramento do big bang fragiliza um pilar fundamental do método científico, nomeadamente, a experimentação constante da teoria à luz das observações. Tais restrições fazem com que a discussão livre de preconceitos e as pesquisas se tornem impossíveis. Como forma de resolver isto, apelamos às agências que financiam o trabalho em torno da cosmologia que coloquem de lado uma fracção significativa do seu financiamento para a investigação de teorias alternativas e das contradições observacionais do big bang.

Para evitar o viés, o comité de revisão de pares que distribui tais fundos poderia ser composto por astrónomos e físicos de fora do ramo da cosmologia. Atribuir financiamento a investigações feitas à validade do big bang, e as suas alternativas, iria permitir que o processo cientifico determinasse qual o mais correcto modelo em torno da história do universo.

Assinaturas

Eric J. Lerner, Lawrenceville Plasma Physics (USA)

Michael Ibison, Institute for Advanced Studies at Austin (USA) / Earthtech.org

John L. West, Jet Propulsion Laboratory, California Institute of Technology (USA)

James F. Woodward, California State University, Fullerton (USA)

Halton Arp, Max-Planck-Institute Fur Astrophysik (Germany)

Andre Koch Torres Assis, State University of Campinas (Brazil)

Yuri Baryshev, Astronomical Institute, St. Petersburg State University (Russia)

Ari Brynjolfsson, Applied Radiation Industries (USA)

Hermann Bondi, Churchill College, University of Cambridge (UK)

Timothy Eastman, Plasmas International (USA)

Chuck Gallo, Superconix, Inc.(USA)

Thomas Gold, Cornell University (emeritus) (USA)

Amitabha Ghosh, Indian Institute of Technology, Kanpur (India)

Walter J. Heikkila, University of Texas at Dallas (USA)

Thomas Jarboe, University of Washington (USA)

Jerry W. Jensen, ATK Propulsion (USA)

Menas Kafatos, George Mason University (USA)

Paul Marmet, Herzberg Institute of Astrophysics (retired) (Canada)

Paola Marziani, Istituto Nazionale di Astrofisica, Osservatorio
Astronomico di Padova (Italy)

Gregory Meholic, The Aerospace Corporation (USA)

Jacques Moret-Bailly, Université Dijon (retired) (France)

Jayant Narlikar, IUCAA(emeritus) and College de France (India, France)

Marcos Cesar Danhoni Neves, State University of Maringá (Brazil)

Charles D. Orth, Lawrence Livermore National Laboratory (USA)

R. David Pace, Lyon College (USA)

Georges Paturel, Observatoire de Lyon (France)

Jean-Claude Pecker, College de France (France)

Anthony L. Peratt, Los Alamos National Laboratory (USA)

Bill Peter, BAE Systems Advanced Technologies (USA)

David Roscoe, Sheffield University (UK)

Malabika Roy, George Mason University (USA)

Sisir Roy, George Mason University (USA)

Konrad Rudnicki, Jagiellonian University (Poland)

Domingos S.L. Soares, Federal University of Minas Gerais (Brazil)

Fonte: http://bit.ly/1qUUAWL

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Pelos vistos existe mais censura dentro da “ciência” que aquela que alguns evolucionistas estão dispostos a admitir. E isto não é nada de anormal, se levarmos em conta que a ciência é feita por seres humanos, e nós somos seres imperfeitos. Precisamente por sermos imperfeitos é que é irracional colocar toda a nossa fé nas palavras de seres como nós (e não na Palavra do Eterno e Omnisciente Criador) quando se fala de tópicos que envolvem o valor da nossa vida,  a origem do universo, e o nosso futuro eterno.

A teoria do big bang está errada não por falta de dedicação dos seus apologistas, mas sim porque o big bang nunca aconteceu. O universo não é o efeito de forças naturais mas sim o efeito do Poder Criativo e Sobrenatural do Deus da Bíblia. Enquanto os cientistas operarem fora deste enquadramento filosófico, todas as suas “teorias” estarão condenadas ao fracasso científico.

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