George Smith e o Dilúvio de Noé

Por Dominic Statham

George-SmithGeorge Smith (1840-1876) teve origens humildes; nasceu numa pobre família da Inglaterra Vitoriana e, havendo deixado a escola ao 14 anos, teve um educação rudimentar. No entanto ele tinha muitos talentos, e obteve perícia para ser um gravador de notas, um emprego exigente que requeria fortes habilidades de desenho técnico e poderes excelentes de observação.

O seu local de trabalho encontrava-se localizado perto do Museu Britânico em Londres, sítio que ele visitava regularmente. Ele tinha um fascínio enorme pelos antigos tabletes de argila, com os seus estranhos caracteres compostos por impressões em forma de cunha com o nome de cuneiformes, e mais tarde na sua vida, ele foi contratado pelo museu para o seu “Department of Oriental Antiquities.” Ele tinha habilidades espantosas como linguista, e rapidamente foi capaz de entender e traduzir  os textos que se encontravam nos cuneiformes.

Smith era um firme crente na Bíblia, e ficou bastante contente quando, em 1872, descobriu um antigo tablete da  Mesopotâmia contendo a descrição dum dilúvio global. Este foi um dum certo número de tabletes que, juntos, ficaram conhecidos como “O Épico de Gilgamesh”. Em muitos detalhes, a descrição do dilúvio era muito semelhante à descrição presente em Génesis 1 e considerou isto como uma confirmação espantosa da história Bíblica de Noé.

Epico_GilgameshEm Dezembro desse ano, ele leu um documento perante a “Society of Biblical Archaeology” com o titulo de, “A Descrição Caldeia do Diluvio”2

O encontro foi avidamente esperado, e teve a presença de muitas pessoas influentes, incluindo o então Primeiro Ministro Britânico, William Gladstone – ele mesmo um Cristão devoto.

Sendo uma testemunho independente da Veracidade da Bíblia, ela foi, no entanto, demasiado para os cépticos visto que eles continuaram a ridicularizar a ideia dum dilúvio global, alegando que o relato de Génesis havia sido copiado, com embelezamentos, do épico de Gilgamesh.

No entanto, outro tablete cuneiforme encontrado menos de 30 anos mais tarde fez com que a alegação dos cépticos ficasse totalmente indefensável.

Outro tablete, e mais antigo

Durante a última década do século 19, a Universidade da  Pennsylvania levou a cabo um certo número de escavações arqueológicas na antiga cidade Babilónica de Nippur, e entre os restos da livraria do tempo, encontraram um pequeno fragmento dum tablete contendo outra descrição do Dilúvio.3

O mesmo foi traduzido por Hermann Hilprecht, um perito Assiriólogo, e foi apurado que o mesmo estava surpreendentemente e detalhadamente de acordo com Génesis. O fragmento fala duma dilúvio que iria destruir toda a vida, e da forma como Deus ordenou a construção duma grande barco onde o construtor, a família e os animais seriam preservados.

Foi possível datar o tablete com algum grau de precisão devido a um  certo número de motivos, acima de todos o facto da livraria onde o mesmo foi encontrado ter sido destruída por volta de 2100 AC, quando os Elamitas invadiram Nippur.4 Hilprecht era de opinião de que o tablete havia sido escrito entre  2137 e 2005 AC.

Em contraste, é aceite que o Épico de Gilgamesh é uma cópia do 7º século antes de Cristo dum documento produzido por volta de 2000 BC.5 Mais ainda, o tablete falando do Dilúvio é considerado como sendo uma adição posterior, feita a partir do relato de Atrahasis e escrita por volta de 1800 AC, segundo o próprio escriba6,7 De que forma, então, é que o Épico de Gilgamesh pode ser a história original do Dilúvio?

Cuneiforme_SumerioTambém importante é o facto da linguagem do tablete ser completamente diferente de todos os outros tabletes recuperados na mesma altura.

Ele é muito parecido com o Hebraico Bíblico,8,9 indicando mais uma vez que o relato de Génesis não deriva de mitos Babilónicos. Para além disso,  ele não tem o óbvio politeísmo do relato de Gilgamesh.

O registo do diluvio global, onde Deus julgou a maldade do homem, deve ser uma das passagens mais ridicularizadas da Bíblia. Mas ao mesmo tempo, ela é confirmada pelos nossos mais antigos registos históricos,10 por numerosas lendas que nos chegam de todo o mundo,11,12 pelo registo fóssil,13 e por muitos factos da geologia.14

Nós ignorá-la por nossa conta e risco.

http://bit.ly/1cCP06c

Referências
  1. Sarfati, J., Noah’s Flood and the Gilgamesh Epic, Creation 28(4):12–17, 2006;creation.com/gilgamesh.
  2. Smith, G., The Chaldean account of the deluge, Transactions of the Society of Biblical Archaeology 2:213–234, 1873.
  3. Hilprecht, H., The Babylonian Expedition of the University of Pennsylvania, Series D; Researches and Treatises, Vol V, Fasciculus I; The Earliest Version of the Babylonian Deluge Story and the Temple Library of Nippur, University of Pennsylvania, 1910;archive.org/stream/babylonianexped04archgoog#page/n12/mode/2up
  4. Cooper, W.R., The Authenticity of the Book of Genesis, Creation Science Movement, UK, p. 390, 2011.
  5. Tigay, J.H., The Evolution of the Gilgamesh Epic, University of Pennsylvania Press, p. 39, 1982.
  6. Ref. 5, p. 216.
  7. Ref. 4, pp. 386–389.
  8. Ref. 4, p. 394.
  9. Ref. 3, pp. 49–65
  10. Ref. 4.
  11. Conolly, R. and Grigg, R., Flood, Creation 23(1):26–30, 2000;creation.com/many-flood-legends.
  12. Ref. 4, pp. 160–366.
  13. Fossils Questions and Answers; creation.com/fossils-questions-and-answers.
  14. Geology Questions and Answers; creation.com/geology-questions-and-answers.
Posted in Biologia | Tagged , , , , , , , , , , , , , , | 1 Comment

A descoberta que pode obrigar a mudar todos os livros de história

Por Ana Cristina Marques

(OBS: Texto escrito por uma crente nos mitológicos “milhões de anos”)

Uma equipa de 22 arqueólogos descobriu ferramentas de pedra fabricadas há 3,3 milhões de anos, mais velhas do que a espécie humana. O homem é mais velho 700 mil anos?

DescobertaUma equipa de 22 arqueólogos descobriu artefactos de pedra no Quénia fabricados há 3,3 milhões de anos, questionando, assim, a história da evolução humana. As ferramentas em questão precedem a altura em que a espécie terá começado a evoluir para Homo sapiens – que terá surgido há cerca de 200 mil anos -, sendo que as mais antigas até agora identificadas são 700 mil anos mais novas e foram descobertas na Etiópia. O anúncio consta num artigo publicado na conceituada revista científica Nature.

O achado foi feito por acidente no campo arqueológico de Lomekwi, no Quénia, quando os arqueólogos liderados por dois membros da Stony Brook University se enganaram no caminho previsto. Ao todo, foram descobertos 150 artefactos num local sem a presença de quaisquer fósseis.

Desconhece-se, então, qual a espécie humana responsável por esta criação, até porque o antepassado comum mais próximo do Homem (Homo) como o conhecemos hoje, terá surgido há 2,5 milhões de anos na costa oriental de África. Ainda assim, o Globo escreve que o antepassado humano Kenyanthropus platyops estaria presente na região e que restos do Australopithicus afarensis foram encontrados no leste de África no mesmo período.

Os investigadores acreditam que os artefactos foram fabricados por uma ainda por determinar espécie de hominídeo com um bom controlo motor, diz o Daily Mail. O certo é que os achados fazem crescer a crença de que formas pré-humanas exibiram comportamento “humano”, além de desafiarem a ideia de que os nossos antepassados mais diretos foram os primeiros a fazerem de duas pedras um utensílio.

Se a descoberta confirmar que o homem é afinal quase 700 mil anos mais velho do que o que se pensava, isso obrigará a mudar todos os manuais de história. Ou os de ciência, porque pode também pôr em causa o último elo da teoria da evolução das espécies e mostrar que os pré-hominídeos já usavam ferramentas.

Seja como for, pode ser obrigatório dar novas datas à era da pedra lascada.

http://bit.ly/1FPc66M

* * * * * * *

Na verdade, a única “História” que tem que ser alvo duma revisão é aquela que depende dos mitológicos “milhões de anos”., porque o resto da História não sofre qualquer tipo de perturbação.

Lembrem-se: quem coloca em causa estes “métodos de datação” é “cientificamente ignorante”, mas quem os defende religiosamente é perfeitamente lógico e racional.

Posted in Biologia | Tagged , , , , , , , , , , , , , , , , | 30 Comments

O significado de “Dia” em Génesis

Por James Stambaugh

A duração dos “dias” da criação em Génesis tem causado uma controvérsia enorme na interpretação da Bíblia junto dos evangélicos durante os últimos 150 anos. Muitos buscaram redefinir o termo à luz das pressuposições naturalistas do cientificismo moderno. Logo, vamos tentar, de forma honesta, examinar as evidências a partir das Escrituras.

A comunicação da linguagem é feita através das palavras e do seu uso. Temos que nos questionar do porquê Moisés ter usado as palavras que usou, e não ter usado outras palavras. Qual é o entendimento que ele estava a tentar comunicar para a sua audiência original, e para nós também?

Porque é que Moisés usou a palavra “dia” e não o termo mais genérico como “tempo”? Há algum significado por trás do repetido uso de números no relato (“primeiro dia”, “segundo dia”, etc)? Porque é que estes dias estão limitados pelos termos “tarde e manhã”? À medida que vamos examinado o Texto de Génesis, as respostas para estas questões tornam-se claras.

O significado de “Dia”

Yom_HebraicoAqueles que alegam que a palavra “dia” significa “longo tempo” salientam que a palavra Hebraica pode ter um certo número de significados, sendo que apenas um destes é “dia de 24 horas”.(1)

Eles tentam consolidar mais ainda a sua posição citando Salmo 90:4  II Pedro 3:8, comparando o dia com mil anos. No entanto, em ambos os versos está a ser usada uma figura de linguagem (analogia) para mostrar como Deus não Se encontra Limitado pelos mesmos parâmetros que nós, seres humanos. Estes versos são irrelevantes na discussão do significa do termo “dia” em Génesis 1.

Obviamente que é reconhecido que a palavra “dia” pode ser usada com um certo número de entendimentos. Ela pode ter cinco significados:

1) um período de luz,
2) um período de 24 horas,
3) um período de tempo vago e geral,
4) um ponto no tempo,
5) um ano.

O que determina a intenção do escritor é o contexto. A língua inglesa pode ter também até 14 entendimentos para a palavra “dia”. (3) O leitor tem que ser lembrado de que o  propósito da língua é comunicar. Moisés escreveu numa linguagem que tinha como propósito comunicar com os leitores. As palavras têm que ser definidas através do seu relacionamento umas com as outras, (4) e o significado das palavras tem que ser determinado a partir do seu contexto. Seguidamente será explicado a forma como o contexto de Génesis 1 define a palavra “dia”.

O uso dum número com a palavra “dia” é muito esclarecedor. Esta combinação ocorre 357 fora de Génesis 1, e a combinação é usada de quatro formas distintas mas em cada uma delas, ela significa períodos de tempo com 24 horas. Se a combinação tivesse o propósito de significar longos períodos de tempo, então o texto e o contexto passam a não fazer qualquer tipo de sentido.

Um verso típico é Génesis 30:36: “E [Labão] pôs três dias de caminho entre si e Jacó; e Jacó apascentava o restante dos rebanhos de Labão.”

Deus frequentemente emitiu ordens que era suposto as pessoas fazerem ou não fazerem certas coisas num certo dia. Isto ocorre 162 vezes, e um bom exemplo é Êxodo: “E a Glória do Senhor repousou sobre o monte Sinai, e a nuvem o cobriu por seis dias; e ao sétimo dia chamou a Moisés do meio da nuvem.”

Estas são as formas mais típicas do uso da palavra “dia” com um número. Por quatro vezes o termpo é usado para demonstrar o ponto de partida. Esdras 3:6 diz: ” Desde o primeiro dia do sétimo mês começaram a oferecer holocaustos ao SENHOR; porém ainda não estavam postos os fundamentos do templo do SENHOR.”

Um número pode também ser usado com a palavra “dia” para passar a mensagem dum ponto de finalização. Um exemplo disto é Levítico 19:6 que diz: “No dia em que 7o sacrificardes, e no dia seguinte, se comerá; mas o que sobejar ao terceiro dia, será queimado com fogo.”

Estas passagens parecem indicar, então, que sempre que o Antigo Testamento usa um número com a palavra “dia”, isso tem o significado um período de 24 horas, e não há exemplo duma excepção. Se fora de Génesis o significado da palavra “dia” associada a um número significa sempre um período de 24 horas, então dentro de Génesis também significa um período de 24 horas.

As palavras que Moisés usou para comunicar o que Deus fez durante a criação são muito significativas. Se Moisés quisesse passar a mensagem de que os “dias” eram um período maior do que um período de 24 horas em duração, ele poderia facilmente ter feito isso. Se o propósito é entender o que Moisés escreveu, então a linguagem que ele usou tem que ser entendida segundo o seu entendimento normal. O entendimento normal é que é um período de tempo com a duração de 24 horas.

Ausência do Artigo

Agora que já determinamos o significado do termo “dia”, temos que examinar também outro problema associado aos dias de Génesis. Alguns escritores observaram na ausência do artigo na menção de cada um dos primeiros cinco dias. Eles concluíram que Moisés deve ter tido a intenção de revelar aos seus leitores que pelo menos esses dias eram longos períodos de tempo. Eles notaram que o uso normal do artigo é fazer que o substantivo seja definido. (5) Gleason Archer faz a seguinte declaração:

Na prosa Hebraica deste estilo, o artigo definido era geralmente usado onde o substantivo era suposto ser definido. (6)

O estilo, ou a forma da literatura (isto é, história em oposição à poesia) a qual ele se refere aqui é a história. Vejamos agora se ele está correcto neste uso do artigo.

O leitor tem que levar sempre em conta dois pontos em relação ao uso do artigo em Hebraico. Primeiro, o artigo encontra-se normalmente presente nas secções históricas do Antigo Testamento por motivos de definição, mas nem sempre isto acontece. Segundo, o Hebraico tem mais peculiaridades no seu uso do artigo que a maior parte das línguas. (7). Isto tem que deixar o leitor mais sensível à natureza da língua Hebraica.

É a língua Hebraica que tem que ser analisada de forma mais atenta. A observação mais comum entre os comentadores Judeus e Cristãos é que o uso do artigo nos últimos dois dias tem como propósito mostrar a importância do sexto e do sétimo dia da criação. (8) Isto está também de totalmente de acordo a regra gramatical Hebraica de que o artigo pode ser usado desta forma. (9) Com base só na gramática, ainda temos justificação para usar a nossa interpretação de “dia” como um período de 24 de duração.

Para além disso, há também outro motivo para a ausência do artigo; parece que os números dentro da língua Hebraica têm uma qualidade definitiva neles mesmos. Kautzsch refere-se a eles como substantivos (10), no entanto o significado é o mesmo.  O substantivo é um nome que pode ser tocado, tal como uma cadeira. Ele cita vários exemplos onde um número e um nome ocorrem sem o artigo, sendo no entanto o significado definido.

Existem 13 outras instâncias semelhantes a Génesis 1, onde substantivo não tem o artigo mas encontra-se com um número. Em cada uma destas instâncias, a tradução Inglesa usa o artigo definido (11).  Logo, somos levados a concluir que a ausência do artigo em Génesis 1 não signifca que os dias são longos períodos de tempo. O ponto de vista de Moisés é claro: os dias têm que ser considerados dias normais de 24 horas.

Manhã e Tarde.

O significa do termo “dia” tem que ser visto em junção com o uso de “tarde” e “manhã”. Aqueles que querem alegar que os dias são longos períodos de tempo respondem que os termos podem ter significado figurativo. (12). Mas qual é o seu significado dentro do contexto de Génesis 1? Temos que nos questionar sobre a forma como os ouvintes iriam entender os termos “tarde” e “manhã”. Está Moisés, e por extensão, Deus, a nos tentar enganar ao não nos dizer a verdade sobre a duração dos “dias”?

O Antigo Testamento regista 38 instâncias onde estas duas palavras são usadas no mesmo verso. Em cada uma das ocorrências, o significado tem que ser o de um dia normal. Eis aqui alguns exemplos que ilustram este ponto: Êxodo 16:8 diz, “Disse mais Moisés: Isso será quando o Senhor à tarde vos der carne para comer, e pela manhã pão a fartar” Também Êxodo 18:13 diz, “E aconteceu que, no outro dia, Moisés assentou-se para julgar o povo; e o povo estava em pé diante de Moisés desde a manhã até à tarde.” Todas as outras ocorrências são essencialmente iguais, e como tal, isto parece indicar que quando as palavras “manhã” e “tarde” são usadas no mesmo verso, elas têm que se referir a um dia normal.

Declaração de Deus

Deus não deixou a duração da criação aberta à dúvidas, mas disse-nos exactamente a duração de cada dia. Em Êxodo 20:11 Ele disse que “em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou”. O contexto desta declaração é uma ordem enfática; Deus diz ao povo, “lembrem-se” e “guardem” o Sábado. Deus diz-lhes a forma como devem guardar o Sábado; as pessoas podem ficar a saber que estão a guardar o Sábado se elas estiverem a descansar no sétimo dia.

Depois disto, Deus fundamenta a realidade dos dias presentes na realidade dos dias da criação passados. Deus disponibilizou o padrão da semana de trabalho de Israel; os “dias” são do mesmo tipo de dias que as pessoas já sabiam.

Tal como já foi demonstrado previamente, “dia”, usado com um número, significa um dia de 24 horas, e parece óbvio que durante toda a história de Israel, o povo entendeu isto como sendo um dia com 24 horas. Até aqueles que acreditam nos longos períodos de tempo em Génesis reconhecem que os “dias” de Êxodo 20:8-11 são dias normais de 24 horas. (13) Logo, os “dias” da criação têm que ser também dias com 24 horas de duração.

Conclusão:

O que é que se pode concluir em relação à duração aos “dias” da criação? O uso da palavra “dia”, associada a um número, significa um período de 24 horas. A ausência do artigo não altera o significado. Para além disso, o uso de “tarde” e “manhã” indica que em Génesis 1 tem-se em mente o tempo normal. Deus Mesmo disse que a criação durou seis dias.

Temos também que nos questionar: Será que Moisés e Deus nos enganaram ao usar a palavra “dia”, quando na verdade eles tinham em mente longos períodos de tempo? Se por acaso responderemos que sim, então não podemos usar a Bíblia como suporte para qualquer crença por ós mantida visto que, se Deus nos pode enganar no que toca à criação, Ele pode ter feito isso em tópicos relacionados com a vida, a morte, e a ressurreição do nosso Senhor.

O ponto a reter é que não podemos confiar na Palavra de Deus, se por acaso acreditarmos que os “dias” de Génesis significam longos períodos de tempo. É muito melhor acreditar em Deus e na Sua Palavra, e acreditar que os dias da criação são dias com 24 horas.

http://bit.ly/1JL3wUr

Referências:
1 For typical arguments, examine Davis Young, Creation and the Flood
(Grand Rapids: Baker Book House, 1977), pp. 83, 84.
2 Theological Wordbook of the Old Testament, I:371.
3 Webster’s 20th Century Dictionary, unabridged.
4 Beekman, John and John CalIow. Translating the Word of God (Grand Rapids: Zondervan, 1974), p.69.
5 Kautzsch, E. Gesenius’ Hebrew Grammar, 2nd ed. (Oxford: Clarendon Press 1980), p. 404.
6 Archer, Gleason. Encyclopedia of Bible Difficulties (Grand Rapids: Zonderyan, 1982), p. 61.
7 Kautzsch, pp.406, 407.
8 One should consult Jewish commentators Cassuto, Rashi, and Cohen. Some of the Christian commentators are Keil, Leupold, and E.J. Young.
9 Kautzsch, p.408.
10 Kautzsch, p.432.
11 The occurrences are Numbers 11:19; I Samuel 1:1; 1 Chronicles 12:39; II Chronicles 20:25; Ezra 8:15, 32; Nehemiah 2:11; Daniel 1:12, 14,15; 12:12, 13, and Jonah 3:4.
12 Ross, Hugh. Genesis One: A Scientific Perspective (Sierra Madre: Wiseman Productions, 1983), p.16.
13 Archer, pp. 116,117, also Henry Alford, The Book of Genesis and Part of Exodus (Minneapolis: Klock and Klock, 1979), pp.313, 314.
* Mr. Stambaugh is Librarian at the Institute for Creation Research.
Posted in Bíblia | Tagged , , , , , , , , | 53 Comments

Será que Marco Polo viu um dinossauro?

Marco_PoloMarco Polo foi um comerciante e um explorador que passou 20 anos a viajar pela Ásia, Pérsia, China e Indonésia. Foi esta viagem que, em última análise, inspirou outros homens tais como Cristóvão Colombo a explorar o mundo. As viagens de Marco Polo ocorreram entre 1271 a 1298.

O livro, “As Viagens de Marco Polo”, é um registo escrito que relata as aventuras e as viagens que Marco Polo experimentou enquanto explorava o mundo oriental. Na parte 2 do capítulo 40, Marco Polo relata o que ele descreve como sendo “serpentes enormes”. A descrição dada soa de muitas formas como algo parecido às descrições dadas dos dinossauros presentes nos livros escolares. O que se segue é um excerto do livro de Marco Polo onde ele descreve um dinossauro:

Deixando a cidade de Yachi, e viajando 10 dias em direcção ao ocidente, chega-se a província de Karazan, que é também o nome da cidade principal…. Aqui são vistas serpentes enormes, com 10 passos de comprimento [cerca de 9 metros], e 10 vãos [cerca de 2,5 metros] de diâmetro. Na parte da frente, perto da cabeça, elas têm duas pernas pequenas, que têm três garras tais como as de um tigre, e olhos mais largos que um naco de forepenny (“pane da quattro denari”) e muito brilhantes.

As maxilas são suficientemente grandes para engolir um homem, os dentes são grandes e afiados, e toda a sua aparência é tão formidável que nenhum homem ou animal se pode aproximar dela sem sentir terror.

Dragao_DinossauroOutras pessoas encontram outras com tamanhos menores, tendo cerca de 8, 6, ou 5 passos de comprimento; e o método seguinte é usado para as caçar. Durante o dia, devido ao elevado calor, elas escondem-se dentro de cavernas, de onde, à noite, saem em busca de comida, e qualquer que seja o animal que elas encontrem, seja ele um tigre, um lobo ou qualquer outro, elas devoram;

Depois disso, elas arrastam-se de volta para o lago, para a nascente e água, ou para o rio, para beber. Devido à forma como se deslocam até à costa, e devido ao seu peso enorme, elas fazem uma impressão enorme [no solo] como se uma vigo enorme tivesse sido arrastada pela areia.

Aqueles cujo emprego é caçá-las, tomam atenção à pista através da qual elas estão habituadas a caminhar, e preparam o solo com várias peças de madeira, armadas com estacas de ferro afiadas, que eles cobrem com a areia como forma de não serem visíveis.

Quando, portanto, os animais caminham rumo aos lugares onde estão habituados a caçar, eles são feridos com estes instrumentos, e rapidamente mortos. Os corvos, mal se apercebem que eles estão mortos, começam a gritar, como se isto servisse de sinal para os caçadores; estes avançam para o lugar e procedem separando a pele da carne, tomando cuidado para guardar imediatamente a visícula biliar, que é altamente valorizada pela medicina.

Se por acaso alguém é mordido por um cão raivoso, 1,5 gramas dele [“a penny weight”], dissolvidos com vinho, são administrados. Ele é também útil para se acelerar o parto, quando as dores de parto da mulher começam.

Uma pequena quantidade do mesmo, quando aplicado aos carbúnculos, às pústulas, bem como a outras erupções no corpo, serve para dispersá-los rapidamente; e é também muito eficaz em muitas outras queixas.

Também a carne do animal é vendida a uma taxa preciosa, pensando-se que tem um sabor melhor que a outros tipos de carne, e sendo estimada por todas as pessos como uma iguaria.

Nota do autor: Podem fazer download do livro e lê-lo vocês mesmos no link: “The Travels of Marco Polo: Book 2

É espantoso que tantos relatos provenientes do todo o mundo sejam ignorados pela ciência moderna. A pressuposição de que os dinossauros morreram há milhões de anos atrás cega-os para a ideia de que os dinossauros sempre viveram lado a lado com os seres humanos.

Fonte: http://bit.ly/1FdnKbj

* * * * * * *

O motivo que leva os evolucionistas e os crentes nos milhões de anos a rejeitar as imensas evidências de que dinossauros e seres humanos sempre viveram lado a lado prende-se com o facto disso ser uma evidência irrefutável da Verdade literal do Livro de Génesis.

Os evolucionistas e os defensores dos milhões de anos sabem que não podem ceder neste ponto e como tal, tudo aquilo que as evidências e a Bíblia dizem sobre isso tem que ser rejeitado.

Cegos_Surdos_Mudos

Como os crentes nos milhões de anos reagem às evidências

 

Posted in Biologia | Tagged , , , , , , , , , , , , , , | 20 Comments

Mariposa “Dinossauro”: Sem evolução durante “40 milhões de anos”

Por Jake Hebert, Ph.D.

Mariposa_DinossauroCientistas descobriram uma pequena mariposa na “Kangaroo Island” (Austrália) e deram-lhe o nome de “Enigmatinea glatzella”. O nome é bastante descritivo visto que  Enigmatinea significa “mariposa enigma” em Latim. (1,2)

Mas porque é que esta mariposa é uma enigma para os cientistas evolucionistas?

Os representativos vivos e actuais desta mariposa têm “essencialmente as mesmas características” que os seus ancestrais, que, segundo os evolucionistas, viveu há 40/50 milhões de anos atrás. (3) Consequentemente, não ocorreu nenhum tipo de evolução durante todo esse alegado tempo.

Ted Edwards, um dos cientistas comissionados para descrever esta nova família de mariposas, disse:

Isto é realmente incrível porque isto significa que a linhagem ancestral tem continuado sem mudar muito no que toca às suas estruturas básicas. (1)

Por este motivo, os cientistas estão a identificar a Enigmatinea glatzella como a “mariposa dinossauro”. Visto que, segundo a datação evolucionista, os dinossauros foram extintos há 65 milhões de anos atrás, a descoberta dum representante vivo desta criatura que tem pelo menos 40 milhões de anos é tão espantoso como descobrir um dinossauro vivo.

A ausência de qualquer evolução é ainda mais surpreendente se levarmos em conta que a mariposa tem um tempo de vida extremamente curto. Estas mariposas-dinossauro emergem do casulo, acasalam, colocam ovos e morrem num só dia. Embora o tempo total de vida (de ovo a adulto) da mariposa dinossauro ainda seja algo não muito bem compreendido, outras mariposas têm de tempos de vida de cerca de 1 mês. (4)

Isto significa que centenas de milhões de gerações de mariposas-dinossauro poderiam facilmente ter vivido e morrido durante os supostos 40 milhões de anos de intervalo. Embora a morte seja  motor que supostamente dirige o processo, essencialmente nenhuma evolução ocorreu durante esse alegado tempo.

Para além disso, esta descoberta coloca em causa crenças seculares anteriores em torno da evolução das mariposas. Construir uma nova filogenia das mariposas (linhagem evolutiva) que leva em conta a existência desta recém-descoberta mariposa requer, nas palavras dos autores do artigos, “um número adicional de pressuposições ad hoc.” (2)

Esta mariposa é mais um exemplo dum “fóssil vivo”, uma criatura cujos representativos vivos não são significativamente distintos dos seus ancestrais fossilizados, apesar da passagem dos alegados “milhões de anos”. (5,6,7,8) Claro que esta falta de evolução é exactamente o que seria de esperar encontrar na natureza visto que Deus criou todas as formas de vida – incluindo as mariposas – para se reproduzirem “segundo o seu tipo” (Génesis 1:21)

– http://goo.gl/Mk0UHs

Referências
  1. Casey, M. “Living dinosaur” moth discovered in Australia. CBS News. Posted on cbsnews.com March 4, 2015, accessed March 12, 2015.
  2. Kristensen, N. P. et al. 2015. A new extant family of primitive moths from Kangaroo Island, Australia, and its significance for understanding early Lepidoptera evolution. Systematic Entomology. 40 (1): 5-16.
  3. Moth discovered may be a ‘living dinosaur.’ AOL News. Posted on aol.com March 6, 2015, accessed March 12, 2015.
  4. Williams, E. et al. “How long do butterflies or moths live?” Frequently Asked Questions. The Lepidopterists’ Society. Posted on lepsoc.org, accessed March 18, 2015.
  5. Thomas, B. 2011. Insect Fossil Flies in the Face of Gradual Evolution. Science News Update. Posted on icr.org April 29, 2011, accessed March 12, 2015.
  6. Thomas, B. 2010. New Population Found of Damselfly ‘Living Fossil.’ Science News Update. Posted on icr.org January 19, 2010, accessed March 12, 2015.
  7. Sherwin, F. 2006. Butterfly Evolution? Science News Update. Posted on icr.org July 18, 2006, accessed March 12, 2015.
  8. Sherwin, F. 2005. Butterflies vs. Macroevolution. Acts & Facts. 34 (2).
Posted in Biologia | Tagged , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | 85 Comments

Magia evolutiva

Evolution
1. Qual é a religião oficial das escolas públicas modernas? http://wp.me/pbA1e-2Rd

2. A teoria da evolução é uma religião http://wp.me/pbA1e-2ID

3. A teoria da evolução como uma arma ideológica http://wp.me/pbA1e-2Js

Posted in Biologia | Tagged , , , , , , , , , , , | 31 Comments

Existem referências Judaicas ou Gregas contemporâneas a mencionar Jesus?

(Tim O’Neill responde. Capitalização das referências Divinas feitas pelo tradutor)

Não, e nem seria de esperar que houvessem por três motivos:

(i) Nós não temos referências contemporâneas da maior parte das pessoas do mundo antigo.

AnibalAbram o livro de qualquer escritor antigo, escolham o nome da pessoa que eles mencionam e depois façam uma busca por mais informação sobre ela.

Em 90% dos casos, este informação terá origem em referências não-contemporâneas e todas as outras referências a essa pessoa serão dum período posterior à altura em que ela viveu. Por vezes, séculos depois dela ter vivido.

Dado que não temos referências contemporâneas de alguém tão importante e famoso como Aníbal, esperar que as tenhamos em relação a Um Obscuro Pregador Camponês Judeu a viver num canto remoto do mundo é um absurdo. Fundamentar a Sua existência sobre essa expectativa é duplamente absurda.

(ii) Quase nenhum escritor do mundo antigo tinha algum tipo de interesse em escrever sobre pregadores Judeus, profetas ou reclamantes Messiânicos.

Logo, não só aqueles cujos nomes nós sabemos não são mencionados por fontes contemporâneas, como também quase não são mencionados por escritor algum. De facto, nós sabemos de quase todos deles graças a um único escritor – o historiador Judeu Flávio Josefo.

Portanto, esperar que qualquer outro escritor da altura os mencionasse, incluindo Jesus, não faz sentido. De todos os historiadores do mundo antigo, só Josefo tinha um interesse genuíno por estas figuras. E Josefo menciona Jesus – duas vezes (Ant. XVIII.3.4 e XX.9.1).

(iii) Mesmo quando Comparado com estes outros obscuros pregadores Judeus do primeiro século, com profetas e com reclamantes Messiânicos, Jesus parece ter sido particularmente Obscuro.

Theudas, Athronges e o Profeta Egípcio arrastaram consigo vastas multidões com milhares de seguidores, e alarmaram os Romanos de tal forma que eles viram-se obrigados a mobilizar largas quantidades de tropas para lidar com eles. Mas mesmo que aceitemos os relatos exagerados [ed: não são exagerados] dos evangelhos, Jesus foi Neutralizado por uns poucos guardas do Templo, algo que dificilmente constitui uma ameaça séria.

Portanto, não é surpreendente que esta Figura Menor não tenha sido mencionada até que o Seu pequeno grupo de seguidores se tenha tornado numeroso o suficiente (depois da Sua morte) para passar a receber algum tipo de atenção.

Durante a Sua vida, Jesus foi um Obscuro Zé-Ninguém que passou a maior parte da Sua vida nas zonas remotas da Galileia – bem longe dos lugares que interessavam ao Império Romano. Até mesmo julgando pelos evangelhos, a sua carreira foi curta e os Seus seguidores poucos. E a coisa mais proeminente que Ele parece ter conseguido fazer foi levar a que fosse Morto, embora até isso pareça ter sido um evento menor até mesmo localmente.

Portanto, faz sentido que ninguém se tenha dado ao trabalho de O mencionar enquanto Ele esteve Vivo. E isto levando em conta que não havia muitos escritores atentos ao que ocorria dentro da comunidade Judaica dessa altura.

Esta ideia burra de que, como Jesus não foi mencionado por fontes contemporâneas, logo Ele não existiu, é um erro historiográfico ingénuo. O facto dele continuar a ser mencionado pelos “Mitologistas de Jesus” revela o quão competentes eles são.  (…)

http://qr.ae/dnBWt

Posted in Biologia | Tagged , , , , , , , , , , , , , | 2 Comments